Por: Cerqueiras Notícias - Felipe

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Vídeo: Morte de Cantor acendeu alerta para doença mpox no Brasil

Gutto Xibatada, faleceu aos 39 anos, no último dia 22 de abril, após ter sido diagnosticado com vírus Monkeypox (Mpox).

Logo após a repercussão da morte do cantor, acendeu um alerta para a doença mpox no Brasil. A mpox ou monkeypox, também conhecida como varíola dos macacos, é uma doença zoonótica viral.

Morre cantor paraense Gutto Xibatada por complicações de mpox • DOL

Foto: Reprodução/ Redes Sociais

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A doença é causada pelo vírus da varíola dos macacos, que pertence à mesma família de vírus da varíola humana. Os sintomas da varíola dos macacos em humanos podem variar de leves a graves e incluem erupção cutânea, febre, dor de cabeça, dor muscular e inchaço dos gânglios linfáticos.

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A transmissão da varíola dos macacos pode ocorrer através do contato direto com animais infectados, como macacos ou roedores, ou através do contato com fluidos corporais de animais infectados. Além disso, a doença também pode ser transmitida de pessoa para pessoa, especialmente através de lesões na pele ou fluidos corporais. 

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O tratamento da varíola dos macacos é principalmente sintomático, ou seja, visa aliviar os sintomas da doença. Em alguns casos, podem ser utilizados medicamentos antivirais para ajudar a controlar a infecção. É importante buscar atendimento médico se você suspeita de ter sido infectado, pois a doença pode ser grave em alguns casos. Além disso, a prevenção é fundamental para evitar a propagação da doença e proteger a saúde pública.

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A varíola dos macacos causa erupções cutâneas dolorosas, febre, dor de cabeça e muscular. Em casos graves, pode levar a complicações como infecções secundárias e pneumonia. A doença também pode causar cicatrizes permanentes e desfiguração.

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Cantor paraense Gutto Xibatada morreu após complicações de Mpox - JORNAL DO  VALE

Foto: Reprodução/ Redes Sociais

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O tratamento da varíola dos macacos é principalmente sintomático, ou seja, visa aliviar os sintomas da doença. Em alguns casos, podem ser utilizados medicamentos antivirais para ajudar a controlar a infecção. É importante buscar atendimento médico se você suspeita de ter sido infectado, pois a doença pode ser grave em alguns casos.

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O caso do cantor reacendeu a pesquisa sobre a doença e seus sintomas. Apenas em 2025, foram descobertos 373 casos de mpox no Brasil. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa), o estado registrou 19 casos da doença em 2025 até o último dia 23.

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A família do artista disse que Gutto tinha comorbidades que agravaram o caso e teria contraído a infecção no final de 2024, durante uma viagem. No ano de 2024, a Sespa informou que foram identificados 64 casos da doença no Pará. 

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No Brasil, de acordo com o painel de monitoramento do Ministério da Saúde, 373 casos já foram confirmados em 2025, além de 39 prováveis e 258 suspeitos até o último dia 14.

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Em 2022 o vírus adquiriu a capacidade de se disseminar entre pessoas com maior facilidade, o que levou à disseminação global inédita da doença e ao decreto de emergência de saúde pública de importância internacional (ESPII) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

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Em maio de 2023, o órgão deu fim ao cenário de emergência após a queda da mpox no mundo. O vírus, no entanto, continua a circular entre pessoas de diversos países, inclusive no Brasil, ainda que de forma mais controlada, com os serviços de saúde mais familiarizados com o diagnóstico.

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No ano passado, uma nova cepa do vírus, que preocupa pela maior letalidade, também passou a se disseminar entre humanos, especialmente na República Democrática do Congo (RDC), na África, e em alguns países vizinhos. A linhagem teve poucas identificações em nações de outros continentes, como no Brasil, de forma limitada. Mesmo assim, a OMS decidiu decretar novamente ESPII.

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Mundo das Utilidades


Neste cenário, o Brasil ainda registra com uma certa frequência casos de mpox, majoritariamente da cepa que chegou ao Brasil em 2022 e que é mais branda. Segundo o painel de monitoramento do Ministério da Saúde, 373 casos foram confirmados em 2025; 2.019 em 2024; 795 em 2023 e 10.640 em 2022.  
 

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No Pará, por exemplo, o secretário adjunto de Gestão de Políticas Sociais de Saúde, Sipriano Ferraz, ressaltou que não há surto, epidemia ou pandemia da doença:

É oportuno tranquilizar a população de que não há surto de mpox tanto em Belém e em todo o Pará. O mesmo eu digo que não há epidemia ou pandemia a respeito. Afirmo também que os serviços de saúde já possuem recomendações da Sespa para o monitoramento e acompanhamento da doença, para ajudar a população preventivamente disse em coletiva de imprensa.

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BibiCar

Prevenção:

- Evitar contato com animais infectados, como macacos ou roedores  
- Manter boas práticas de higiene, como lavar as mãos regularmente  
- Usar equipamentos de proteção, como luvas e máscaras, ao lidar com animais ou pessoas infectadas  
- Evitar compartilhar objetos pessoais, como toalhas ou roupas, com pessoas infectadas  
- Vacinar-se contra a varíola, se disponível e recomendado por um profissional de saúde

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Tratamento:

- Procurar atendimento médico imediatamente se você suspeita de ter sido infectado  
- Seguir as instruções do médico e tomar os medicamentos prescritos  
- Manter a pele limpa e seca para evitar infecções secundárias  
- Evitar coçar ou tocar as lesões para evitar a propagação da doença  
- Descansar e beber líquidos em abundância para ajudar o corpo a se recuperar  
- Isolar-se de outras pessoas para evitar a transmissão da doença

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Irmãos Gonçalves

Cuidados adicionais:

- Monitorar os sintomas e relatar qualquer mudança ao médico  
- Evitar contato com pessoas vulneráveis, como idosos ou pessoas com sistema imunológico debilitado  
- Seguir as orientações de saúde pública para evitar a propagação da doença

É importante lembrar que a prevenção é fundamental para evitar a contração da varíola dos macacos, e o tratamento deve ser feito sob orientação médica.

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Irmãos Gonçalves

 

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Vídeo: Reprodução Redes Sociais

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