Por: Cerqueiras Publicidades

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Arroz importado terá logotipo do governo federal e preço máximo de R$ 4 por quilo

O arroz comprado pelo governo federal para fazer frente à queda da produção no Rio Grande do Sul chegará aos mercados em embalagens de 2 quilos com preço tabelado de R$ 4 por quilo. Os detalhes constam das regras do primeiro leilão de compra do cereal, que será realizado na próxima terça, 21 de maio.

Os pacotes vendidos pela Companhia Nacional de Abastecimento, a Conab, terão a inscrição em letras maiúsculas em vermelho no topo da embalagem “PRODUTO ADQUIRIDO PELO GOVERNO FEDERAL” com o logotipo da Conab.

O anúncio confirma informação dada pela analista de política da CNN Débora Bergamasco, na terça-feira (14 de maio).

Na parte de baixo do pacote, haverá a imagem de uma tigela com arroz cozido e a informação: “PREÇO MÁXIMO R$ 8,00”. 

Os pacotes terão dois quilos de arroz branco do tipo 1 beneficiado e polido, de classe longo fino.

Na parte inferior dos pacotes de arroz, haverá quatro logotipos: Conab, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministério da Agricultura e do Governo Federal, inclusive com o slogan “União e Reconstrução”.

Foto: Reprodução Internet

Em nota, o presidente da Conab classificou a embalagem como “especial” para a iniciativa de importação. “O arroz que vamos comprar terá uma embalagem especial do governo federal e vai constar o preço que deve ser vendido ao consumidor. O preço máximo ao consumidor será de R$ 4 o quilo,” disse Edegar Pretto.

O arroz e o feijão são dois dos principais itens da dieta dos brasileiros e componentes essenciais na composição de qualquer cesta básica.

Pará está entre os destinatários prioritários 
O arroz importado será destinado a pequenos supermercados – com até cinco caixas – nos estados do Pará, São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco e Ceará, com base em indicadores de insegurança alimentar.

No primeiro leilão, serão adquiridas até 104.034 toneladas de arroz da safra 2023/2024. O valor da operação é de R$ 416,1 milhões. Após a importação, os produtos deverão ser descarregados nos portos de Santos (SP), Salvador (BA), Recife (PE) e Itaqui (MA), neste último, a carga segue para o Pará.

Algumas Informações: Click Paraíba


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