Por: Cerqueiras Publicidades

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Bolo envenenado: antes de morrer na prisão, suspeita escreveu mensagem de “desabafo”

Em uma das mensagens, Deise dos Anjos disse que "não era assassina" e que era "incompreendida".

Encontrada morta na cadeia na manhã da quinta-feira (13 de fevereiro), Deise Moura dos Anjos, suspeita de envenenar o bolo que matou três pessoas de uma mesma família no Rio Grande do Sul, deixou um recado em tom de desabafo na cela onde ela estava presa.

Em uma das mensagens, escrita em uma camiseta, Deise afirmou à família que “não era assassina”, e sim uma pessoa com depressão que estava, segundo ela, sendo “incompreendida”.

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A polícia encontrou outros bilhetes que teriam sido escritos por Deise. Os materiais serão submetidos a uma análise do Instituto-Geral de Perícias (IGP), que irá verificar  a autenticidade e identificar outras informações relevantes para a investigação.

A principal hipótese para a morte da suspeita é suicídio. Ela foi encontrada sem sinais vitais dentro da cela onde estava sozinha.

“Imediatamente, os servidores prestaram os primeiros socorros e acionaram o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) que, ao chegar no local, constatou o óbito. Deise estava sozinha na cela”, informou a Polícia Penal em nota.

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Mulher envolvida no Caso do Bolo Envenenado é Encontrada Morta na Prisão

A mulher presa acusada de matar três pessoas da mesma família com um bolo envenenado na cidade de Torres, no Rio Grande do Sul, foi encontrada morta dentro da prisão na manhã da quinta-feira (13 de fevereiro). A informação foi confirmada pela Polícia Penal.

“A Polícia Penal informa que, durante a conferência matinal na Penitenciária Estadual Feminina de Guaíba, a presa Deise Moura dos Anjos foi encontrada sem sinais vitais. Imediatamente, os servidores prestaram os primeiros socorros e acionaram o Serviço de Atendimento Médico de Urgência que, ao chegar no local, constatou o óbito”, disse o órgão, em nota.

As circunstâncias serão apuradas pela Polícia Civil e pelo Instituto-Geral de Perícias.

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Caso do bolo envenenado

No dia 23 de dezembro de 2024, seis integrantes da família buscaram atendimento médico após comerem um bolo e apresentarem sintomas de intoxicação. Três deles morreram: as irmãs Maida Berenice da Silva e Neuza Denize dos Anjos, e a filha dela, Tatiana dos Anjos.

Os policiais colheram provas e obtiveram indícios de que Deise, nora de uma das vítimas, era a responsável pelo envenenamento, o que motivou o pedido de prisão.

No decorrer da investigação, a polícia descobriu que o sogro dela havia morrido meses antes e desconfiou. O corpo foi exumado e a perícia confirmou que no sangue dele havia arsênio – a mesma substância tóxica encontrada no bolo.

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Bolo Envenenado: Polícia Suspeita que Mulher Praticava Assassinatos em Série

Torres, RS – Na sexta-feira (10 de janeiro), a Polícia Civil do Rio Grande do Sul revelou suspeitas de que Deise Moura dos Anjos, de 42 anos, envolvida no caso do "bolo envenenado" que resultou na morte de três pessoas, poderia ser uma assassina em série. A investigação identificou arsênio no corpo de Paulo dos Anjos, sogro da acusada, falecido em setembro do ano passado.

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O Instituto Geral de Perícias (IGP) apontou que Paulo dos Anjos, de 68 anos, ingeriu arsênio antes de sua morte. Seu corpo foi exumado no Cemitério São Vicente, em Canoas (RS), na quarta-feira (08 de janeiro). Inicialmente, sua morte foi atribuída a uma intoxicação alimentar.

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Série de Homicídios?

A delegada regional Sabrina Deffent afirmou que "há fortes indícios de que ela tenha provocado outros envenenamentos de pessoas próximas à família", sugerindo que Deise poderia ser uma assassina em série.

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Foto: Reprodução Redes Sociais

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Investigações Avançam

O caso do bolo envenenado que matou três pessoas em dezembro, em Torres (RS), ganhou um novo desdobramento com a identificação de arsênio no corpo de Paulo Luiz dos Anjos, falecido há quatro meses. Segundo a polícia, a nora Deise Moura dos Anjos,  de 42 anos, tentou dificultar a obtenção de provas de seu envolvimento no caso.

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A Polícia Civil confirmou que Deise agora é suspeita de quatro assassinatos - três em dezembro e a morte de seu sogro. Exames realizados após a exumação do corpo de Paulo revelaram a presença de arsênio. 

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Paulo morreu em setembro após consumir alimentos levados à sua casa em Arroio do Sal (RS) pela nora Deise Moura. Inicialmente, sua morte foi considerada como suposta intoxicação alimentar.

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Tentativas de Ocultação

De acordo com a polícia, Deise tentou convencer a família a cremar o corpo do sogro para ocultar a presença do veneno, sugerindo que as frutas consumidas poderiam estar contaminadas devido às enchentes de maio de 2024.

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Acusações Negadas

A tese de que Deise é responsável pelos envenenamentos ganhou força após a análise preliminar de celulares apreendidos, que mostraram pesquisas sobre venenos. No entanto, ela nega as acusações e alegou que essas buscas foram realizadas após as mortes, quando a hipótese de envenenamento foi levantada.

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A investigação continua e novas evidências poderão trazer mais clareza sobre o caso.

Desavença de 20 anos pode ter motivado bolo envenenado com arsênio

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Mundo das Utilidades

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A Polícia Civil do Rio Grande do Sul investigou o caso de envenenamento de um bolo, que resultou na morte de três membros da mesma família em Torres, no litoral norte do estado. Uma das possíveis motivações para o crime seria uma desavença familiar de mais de 20 anos atrás envolvendo a suspeita presa, Deise Moura dos Anjos, nora de uma das vítimas.

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Morreram Neuza Denize Silva dos Anjos, de 65 anos, Tatiana Denize Silva dos Anjos, de 47, e Maida Berenice Flores da Silva, de 59, filha e irmã de Neuza, respectivamente

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Foto: Reprodução Redes Sociais

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BibiCar

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Primeiramente, os exames apontaram a presença de arsênio em amostras de sangue das vítimas. A perícia encontrou “concentrações altíssimas de arsênio” no corpo das vítimas.

Depois, a polícia confirmou, em coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira (6 de janeiro), que havia arsênio presente na farinha usada no preparo do bolo.

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Durante a coletiva, também foi informado que uma “desavença familiar de mais de 20 anos” entre Deise Moura dos Anjos e a sogra, Zeli dos Anjos, teria motivado o crime. A polícia não revelou detalhes sobre a briga.

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Segundo a delegada responsável pelo caso, a nora de Zeli dos Anjos foi presa preventivamente, suspeita de envenenar o bolo. Há provas robustas que indicam que ela envenenou a farinha que seria utilizada na preparação do bolo.

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Irmãos Gonçalves

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O caso 
A confraternização de fim de ano de uma família gaúcha teve um desfecho dramático. Após comer um bolo durante um café da tarde, três pessoas da mesma família morreram. O caso aconteceu na cidade de Torres, no litoral norte do Rio Grande do Sul. O incidente ocorreu no dia 23 de dezembro de 2024 e está sendo investigado pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul.

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As irmãs Neuza Denise da Silva dos Anjos, de 65 anos, e Maida Berenice Flores da Silva, de 58, morreram. A filha de Neusa, Tatiana Denize Silva dos Santos, de 43, também faleceu.

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Foto: Reprodução Redes Sociais

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Irmãos Gonçalves

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Zeli Teresinha dos Anjos, de 61 anos, é irmã de Neusa e de Maida e foi a responsável por preparar o bolo. Ela ainda está hospitalizada, mas com quadro estável. O ex-marido de Zeli morreu em setembro deste ano, com um quadro de intoxicação alimentar. A polícia abriu inquérito para fazer a exumação do corpo e investigar se houve envenenamento nesse caso

Algumas informações: Band Jornalismo / O Tempo / Metrópole


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A Palavra Morde no Portal

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