Por: Guilherme Gouvea

Publicado em

Contra RRF de Zema, servidores da educação iniciam greve de 48 horas em Minas

Categoria também reivindica mais participação em debates na Assembleia e ampliação das discussões sobre o RRF nos municípios.

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Servidores da educação entraram em greve às 9h desta terça-feira por 48h contra o Regime de Recuperação Fiscal (RRF), proposta do governador Romeu Zema (Novo) para quitar a dívida de quase R$ 160 bilhões que o Estado tem com a União.

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De acordo com a  coordenadora-geral do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) e integrante da Frente Mineira em Defesa dos Serviços Públicos, Denise Romano, “essa proposta de adesão ao RRF significa o fim dos serviços públicos, do acesso da população à educação pública de qualidade, saúde e segurança e outros serviços essenciais”.

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Ela ainda afirmou que o projeto “coloca em xeque empresas públicas fundamentais como Cemig, Copasa e Gasmig”, referindo-se às tentativas de privatizar ou federalizar as estatais mineiras.

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Outras reivindicações da categoria são a participação nos debates e audiências públicas, assim como nas enquetes relacionadas à educação na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), além da realização de audiências públicas em câmaras municipais e em outros espaços que ampliem o diálogo com a população afetada com o RRF.

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Os servidores da educação participaram de outras duas greves gerais do funcionalismo público contra o RRF, nos dias 7 e 14 de novembro. Nas duas oportunidades, houve mobilização na ALMG, com a intenção de pressionar os parlamentares durante as votações do projeto relacionado ao tema.

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Irmãos Gonçalves

Por meio de nota, o Governo de Minas informou que “mantém diálogo aberto com todas as categorias, levando em conta as necessidades dos servidores e o importante trabalho prestado por eles ao Estado”.

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 Eacrescentou que "todos os direitos dos servidores estão garantidos com a adesão do estado ao RRF, incluindo benefícios, progressões de carreira e reajustes de salários" (comunicado na íntegra a seguir).

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Nota do Governo de Minas

O Governo de Minas mantém diálogo aberto com todas as categorias, levando em conta as necessidades dos servidores e o importante trabalho prestado por eles ao Estado. Desta forma, reforçamos que todos os direitos dos servidores estão garantidos com a adesão do estado ao RRF, incluindo benefícios, progressões de carreira e reajustes de salários. 

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Cabe informar, ainda, que a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) está acompanhando a adesão das escolas e servidores da rede estadual.

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W Aluminium

Diferente do que ocorreu no passado, em que os funcionários públicos foram obrigados a esperar dez anos por uma revisão geral dos vencimentos e tiveram os salários parcelados de forma arbitrária pela última gestão, estão previstas no Plano de Recuperação Econômica em análise pela Assembleia Legislativa, no mínimo, duas revisões dos salários.

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Vale destacar que essas revisões não limitam o Estado na concessão de outros aumentos. Isto significa que, uma vez alcançadas as condições econômico-financeiras e a disponibilidade de recursos no caixa do Tesouro Estadual, outras recomposições poderão ocorrer. 

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Irmãos Gonçalves

Inclusive, a atual gestão foi a única a conceder reajuste geral após uma década de congelamento de salários. Em 2022, o Governo de Minas autorizou a atualização de 10,06% nos vencimentos de todos os servidores do Executivo.

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Além das questões salariais, o RRF também não impede a realização de concursos públicos, promoções e progressões na carreira, e muito menos delimita investimentos em obras e ações necessárias. 

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Mundo das Utilidades

Ao contrário, com a situação fiscal equacionada, a tendência, inclusive, é que a médio e longo prazos Minas Gerais tenha cada vez mais dinheiro liberado para estimular o desenvolvimento.

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BibiCar

Em relação aos processos de desestatização, a atual versão do Plano de Recuperação Econômica prevê apenas a desestatização da Codemig. Ou seja, Cemig e Copasa não fazem parte do escopo do RRF.

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 Recentemente, o Governo de Minas propôs ao Ministério da Economia a federalização da Codemig como forma de abater parte da dívida com a União, renegociada no âmbito do RRF, e aguarda retorno.

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Fonte: O Tempo


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