Foram registrados 810 casos nas primeiras semanas desse ano.
O Rio de Janeiro está entre os seis estados com risco de aumento na incidência de casos de dengue em 2025, conforme apontam modelagens feitas pelo InfoDengue.
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Além do estado fluminense, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo e Tocantins também serão monitorados de perto devido a sinais de crescimento nas infecções. No entanto, todas as unidades federativas receberão apoio do Ministério da Saúde para o controle da doença.
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Até o momento, o Rio de Janeiro registrou 166 casos prováveis de dengue. Na primeira semana epidemiológica de 2024, foram registrados 4.237 casos.
O principal fator que justifica o aumento previsto é a continuidade do fenômeno El Niño, que pode intensificar condições climáticas favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.
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Em todo o estado do Rio, nas primeiras semanas de 2025 foram anotados 810 casos prováveis de dengue. Houve 50 internações e não há mortes confirmadas.
O Ministério da Saúde instalou o Centro de Operações de Emergência em Saúde (COE) para Dengue e outras Arboviroses. O COE será responsável pelo planejamento de ações para antecipar o período sazonal da dengue, adequar as redes de saúde, prevenir casos e mortes e reforçar as medidas preventivas.
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Além disso, o centro vai coordenar as respostas a situações críticas em constante diálogo com estados, municípios, pesquisadores, instituições científicas e outros ministérios.
Como parte das medidas de controle, também foi lançado o Plano de Contingência Nacional para Dengue, Chikungunya e Zika. O objetivo é garantir uma preparação adequada para conter o avanço das doenças.
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O documento traz orientações para a elaboração de planos regionais, estaduais e municipais, levando em conta as especificidades do contexto epidemiológico e dos arranjos socioambientais, além de incorporar experiências e iniciativas locais e regionais.

Foto: Reprodução
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A pasta também tem coordenado diversas ações em todo o território nacional para o controle das arboviroses. Entre as principais iniciativas estão:
• A ampliação do uso de tecnologias de controle do vetor, destacando-se:
• Expansão do método Wolbachia, de 3 para 40 cidades até 2025;
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• Implantação de insetos estéreis em aldeias indígenas;
• Borrifação residual intradomiciliar (BRI-Aedes) em áreas de grande circulação, como creches, escolas e asilos;
• Instalação de 150 mil Estações Disseminadoras de Larvicidas (EDLs) na primeira fase do projeto;
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• Uso de Bacillus Thuringiensis Israelensis (BTI) para monitoramento e controle da disseminação do mosquito;
• No Distrito Federal, estão sendo instaladas cerca de 3 mil EDLs na região do Sol Nascente, com expansão prevista para outras áreas periféricas.
Além disso, o Ministério da Saúde destinou R$ 1,5 bilhão para a implementação dessas tecnologias e a intensificação das campanhas educativas.
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Cenário epidemiológico nacional
De acordo com os dados Painel de Monitoramento de Arboviroses, em 2024, o Brasil registrou 6,6 milhões de casos prováveis de dengue e 6 mil óbitos.
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Apenas no inicio de janeiro, foram notificados 16,3 mil casos prováveis e 16 óbitos estão em investigação em 2025. Do total de casos 75,4% estão concentrados na região Sudeste.

Foto: Reprodução
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Minas Gerais confirma primeiras mortes por dengue em 2025
Pacientes tinham entre 80 e 89 anos e se contaminaram neste ano. Outros seis óbitos estão em investigação.
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Minas Gerais confirmou duas mortes por dengue em 2025. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado de Saúde, por meio do painel de monitoramento das arboviroses atualizado na segunda-feira (27 de janeiro). Outros seis óbitos estão em investigação.
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Os pacientes, segundo o painel, tinham entre 80 e 89 anos. A reportagem procurou a SES-MG para saber onde as mortes foram registradas, mas, até o momento, não houve resposta.
Ainda segundo o levantamento, 3.810 casos da arbovirose foram confirmados. Outros 8.675 estão em investigação.
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Os casos de dengue, que tradicionalmente aumentam durante o verão, quando as temperaturas elevadas e as chuvas potencializam a proliferação do mosquito Aedes aegypti, começaram o ano com números menores dos que em 2024. Na primeira quinzena do último ano, ainda segundo o informe epidemiológico do Estado, houve 3.983 testes positivos.
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Em janeiro do ano passado, Minas Gerais foi o estado brasileiro com maior quantidade de casos suspeitos de dengue. Essa situação fez com que o governo estadual decretasse emergência em saúde pública. Na ocasião, 366 municípios mineiros estavam em situação de alerta, enquanto 305 apresentavam risco elevado para transmissão da doença.
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Situação em BH
Na capital, segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS-BH), em 2025, até a sexta-feira (24 de janeiro), 14 casos da infecção foram confirmados. Outros 835 exames estão pendentes de resultados e avaliações epidemiológicas. Noventa e uma possíveis contaminações foram descartadas.
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Chikungunya e zika
Em relação à febre chikungunya, até 27 de janeiro, foram registrados 1.352 casos prováveis da doença neste ano, dos quais 1.039 foram confirmados.
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Até o momento, não há óbitos confirmados ou em investigação em decorrência da doença em Minas Gerais. Quanto ao vírus zika, até o momento, há um caso provável e nenhum confirmado para a doença no estado.
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Foto: Reprodução
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Ao apresentar suspeitas de dengue, é fundamental que o paciente:
- Procure o serviço de saúde imediatamente;
- Não tome remédio por conta própria;
- Faça repouso e evite esforços físicos;
- Beba bastante água, chá, sucos e água de coco;
- Coma alimentos naturais e sem gordura.
Algumas informações: Jornal Destaque Baixada / Estado de Minas
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