Por: Cerqueiras Publicidades

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Influenciadora morre no Ceará aos 28 anos por Infecção no Ovário

Uma infecção grave no ovário tirou a vida, aos 28 anos, da influenciadora digital e designer de moda Laleska Alexandre, em Juazeiro do Norte, no Ceará.

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A equipe da influencer confirmou que ela faleceu em decorrência de complicações de um abscesso nessa parte do sistema reprodutor feminino.

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Foto: Reprodução Redes Sociais

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Laleska fazia um tratamento contra cólicas até que descobriu o problema em estágio já avançado. Segundo o g1, ela procurou socorro nesta quarta-feira ao sentir fortes dores no abdômen, mas acabou morrendo no Hospital Regional do Cariri.

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Nas redes sociais, a influencer compartilhava dicas de moda e estilo de vida, além de estratégias para os mais de 25 mil seguidores melhorarem a comunicação pessoal. "Sem acreditar! Laleska sempre será uma grande inspiração", escreveu uma das várias internautas que lamentaram a morte da jovem.

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O abscesso tubo-ovariano (TOA) é uma infecção pélvica complexa e grave que pode se espalhar para as trompas de falópio e os ovários.

Esse problema pode estar associado à chamada doença inflamatória pélvica (DIP) e, em geral, resulta da disseminação de infecções não tratadas, causadas por bactérias na vagina ou no colo do útero.

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O tratamento, em geral, se dá com o uso de antibióticos, mas casos mais graves podem receber indicação de procedimentos para drenar o abscesso ou até cirurgia.

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Foto: Reprodução Redes Sociais

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A condição envolve a formação e o acúmulo de pus nas tubas interinas e nos ovários e pode causar:

  • dor, 
  • febre, 
  • alterações no ciclo menstrual, 
  • corrimentos, 
  • entre outros sintomas.

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Caso não seja tratado adequadamente e a tempo, o abscesso pode gerar complicações consideradas graves. Procurar ajuda médica especializada é essencial para se obter um diagnóstico precoce e um tratamento apropriado.

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Quem é Laleska Alexandre

Jovem era empresária, influenciadora e compartilhava conteúdos voltados a moda, designer, bem-estar e comportamento em suas redes sociais.

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Laleska Alexandre, de 28 anos, que faleceu na quarta-feira (05 de fevereiro), devido a uma infecção no ovário, era influenciadora, design de moda, publicitária, e empresária, natural do Ceará.

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O Instagram de Laleska conta com mais de 24 mil seguidores, com produção de conteúdo voltado para a moda, designer, bem-estar e comportamento.

Como empresária, atuou na diretoria-executiva das marcas de roupa “La Vestiaire” e “La Brand”, com confecção própria e entregas em todo o Brasil.

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 Na publicidade, era o rosto principal da Agência Laleska Alexandre, empresa voltada para o marketing e posicionamento de pessoas e marcas nas redes sociais.

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Foto: Reprodução Redes Sociais

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Os seguidores da influencer deixaram comentários em suas redes sociais. “Não consigo acreditar, a seguia e admirava muito”, disse uma seguidora. “Ela estava doente? Gente, o que houve?”, dizia outro comentário.

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Mundo das Utilidades

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Sobre o caso

A influenciadora Laleska Alexandre, de 28 anos, morreu no município de Juazeiro do Norte (CE) devido a um choque séptico, em decorrência de uma infecção trompa-ovariana.

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A influenciadora se sentiu mal e deu entrada na UPA no domingo. Depois foi transferida para o Hospital Regional de Cariri e passou por uma cirurgia de urgência, na qual foi constatada a infecção em estado avançado.

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BibiCar

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O que é uma infecção tubo-ovariana?

A infecção tubo-ovariana é uma complicação severa de um quadro chamado doença inflamatória pélvica (DIP). De acordo com o Manual MSD, considerado material de referência para médicos, a DIP “pode envolver o colo do útero, o útero, as tubas uterinas e/ou os ovários”. Ela ocorre como consequência da entrada de microorganismos pela vagina e colo do útero, subindo para o útero, tubas uterinas, ovários e peritônio.

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Muitas vezes a DIP é relacionada ao microorganismos a Neisseria gonorrhoeae ou a Chlamydia trachomatis, relacionados à gonorreia e a clamídia, respectivamente, mas não necessariamente, como reforça o BMJ Best Practice, guia médico renomado, relacionado à revista científica de mesmo nome. Porém, o Manual MSD ainda reforça outros patógenos comuns: “Microrganismos vaginais, como Haemophilus influenzae, Streptococcus agalactiae, e bacilos Gram-negativos entéricos podem estar envolvidos na doença inflamatória pélvica, assim como Ureaplasma spp“.

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Esse tipo de quadro costuma ser consequência de uma doença inflamatória pélvica não tratada anteriormente. Os sintomas do quadro inicial incluem:

  • dor na parte inferior do abdômen;
  • sangramento anormal;
  • dor durante o sexo;
  • corrimento vaginal.

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Irmãos Gonçalves

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No entanto, caso uma infecção mais grave se desenvolva, a paciente apresentará sinais como febre, dor pélvica pior em um lado e também no quadrante superior direito do abdômen. “No entanto, alguns casos não são diagnosticados devido à suavidade dos sintomas ou porque tanto os médicos quanto os pacientes podem não reconhecer esses sintomas como indicativos de uma condição grave”, considera a Livraria Nacional de Medicina dos Estados Unidos da América.

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Como esse tipo de quadro é diagnosticado?

Normalmente, com o relato dos sintomas, os médicos podem pedir exames para descartar condições com sintomas parecidos, antes de seguir com a hipótese de doença inflamatória pélvica. Uma vez que a suspeita ocorre, podem ser feitos exames clínicos como testes de microorganismos, ou avaliações com imagens como ultrassonografia transvaginal, tomografia computadorizada pélvica e ressonância magnética pélvica.

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Irmãos Gonçalves

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No entanto, exames mais invasivos podem ser necessários. É o caso da videolaparoscopia, em que uma câmera com é introduzida no abdômen, permitindo a visualização mais clara do que estás havendo na região.

Algumas informações: Mais Brasília / CNN Brasil


 

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A Palavra Morde no Portal

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