Clara Maria Venâncio Rodrigues, de 21 anos, foi encontrada morta e enterrada sob uma camada de concreto no quintal de uma residência no bairro Ouro Preto, na região da Pampulha, em Belo Horizonte. O crime que chocou a cidade foi descoberto após três dias de buscas, durante os quais Clara estava desaparecida.
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Desaparecimento e Descoberta do Corpo
Clara saiu de casa no dia 9 de março para cobrar uma dívida de R$ 400 de um ex-colega de trabalho.

Foto: Reprodução/Redes Sociais
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De acordo com a Polícia Civil, o autor do crime viu Clara com o namorado na noite de sexta-feira (07 de março), e mandou uma mensagem para ela dizendo que tinha o dinheiro para pagar a dívida.
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Clara gostou de saber que iria receber o dinheiro, que, segundo o depoimento do namorado dela, ajudaria a pagar o aluguel. Ela morava com um amigo, no mesmo bairro onde foi assassinada.
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Clara encontrou Sampaio às 22h45 de domingo, depois que terminou o trabalho, e próximo da kitnet onde ele vivia. Inicialmente, ela não queria ir até o local, mas foi convencida por ele, que teria dito que o dinheiro estava em casa, onde também poderiam fazer uso de maconha.
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Segundo a polícia, logo que entrou na kitnet, ela foi atraída até a cozinha, onde recebeu um mata-leão e morreu por estrangulamento.

Foto: Reprodução/Redes Sociais
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Quando não entrou em contato com amigos e familiares após três dias, a preocupação tomou conta, e foi registrado um boletim de ocorrência. As investigações iniciadas pela Polícia Civil levaram à localização do corpo de Clara, enterrado e coberto por concreto no quintal de uma casa no bairro Ouro Preto.
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Perfil da Vítima
Natural de Uberlândia, Clara se mudou para Belo Horizonte aos 14 anos em busca de novas oportunidades. Aos 21, Clara se destacava não só pela sua dedicação ao trabalho como auxiliar de cozinha em uma padaria artesanal na região da Pampulha, mas também por sua paixão pelo skate e grafite, sendo muito querida na comunidade local.
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Nas redes sociais, ela compartilhava sua rotina e momentos de lazer, sempre com uma postura alegre e generosa. Era uma jovem que inspirava muitos, com sua personalidade vibrante e sua arte que deixava sua marca por onde passava.
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Investigação e Suspeitos
A Polícia Civil prendeu três suspeitos no caso, sendo um deles o ex-colega de trabalho de Clara, a quem a jovem tentava cobrar a dívida. Durante os depoimentos, um dos suspeitos confessou o crime, alegando que a motivação foi a cobrança da quantia de R$ 400.
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Polícia Civil afirmou na quinta-feira (13 de março) que o assassinato de Clara Maria Venancio Rodrigues, de 21 anos, foi premeditado.
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O namorado da vítima contou à polícia que estava com a companheira em uma choperia, na sexta-feira (07 de março), e que ambos viram Sampaio no local.
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A investigação aponta que ele teria ficado ressentido ao ver o casal, já que foi rejeitado por Clara anteriormente. Além disso, em uma roda de amigos, Clara teria repreendido Pimentel, por fazer apologia ao nazismo.
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Usando o pretexto de uma dívida que tinha com Clara, ele atraiu a jovem para o local onde morava no Bairro Ouro Preto, Região da Pampulha, e a matou na cozinha.
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Antes de ter o corpo concretado, ele ficou exposto nu, na sala do imóvel, até a tarde do dia seguinte. A polícia investiga se houve prática de necrofilia (uso de cadáver como objeto sexual).
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Thiago Schafer Sampaio, de 27 anos, confessou que matou a jovem com um mata-leão na noite do domingo (09 de março), em Belo Horizonte.

Foto: Reprodução/Internet
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Sampaio agiu com um comparsa, Lucas Rodrigues Pimentel, de 29 anos, que também confessou o crime.

Foto: Reprodução/Internet
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Pimentel ajudou na ocultação do corpo, enterrado e coberto por entulhos de obra e uma camada de concreto na casa de Sampaio, onde o crime aconteceu. Os dois seguem presos.
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O corpo de Clara foi encontrado em uma cova improvisada, coberta por uma camada de terra e concreto. O avanço da decomposição do corpo e havia um forte odor vindo da residência onde indicou que ela havia sido enterrada dias antes.
Foto: Reprodução
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Repercussão e Comoção
A morte de Clara gerou uma onda de comoção em Belo Horizonte, especialmente nas redes sociais, onde amigos, familiares e admiradores de sua arte prestaram homenagens à jovem.
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Sua paixão pelo skate e pelo grafite fez com que ela se tornasse uma figura inspiradora para muitos jovens da região. As homenagens nas redes sociais e nas ruas de Belo Horizonte ressaltaram a perda irreparável de uma vida jovem e cheia de potencial.
Algumas informações: Estado de Minas
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