Por: Cerqueiras Notícias

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Luísa Casagrande Buttner, 9 meses, morre subitamente: Até quando ignorar os alertas?

Luisa Casagrande Buttner, uma bebê saudável de apenas 9 meses, perdeu a vida de forma abrupta no dia 21 de novembro, em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul. 

 

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Levando esperança à Unidade de Pronto Atendimento do bairro Canudos, seus pais, Juliana e Igor, enfrentaram a dura realidade de que a pequena chegou ao local já sem vida.

 

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 Enquanto o inquérito policial tenta elucidar as circunstâncias, a tragédia reacende o debate sobre o aumento de mortes súbitas em crianças e os possíveis impactos de fatores negligenciados pela sociedade, como os efeitos colaterais de substâncias injetadas em massa, sem garantias claras de segurança.

 

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 Casos como o de Luisa levantam questões cruciais: por que estamos presenciando tantos episódios de mortes súbitas entre crianças e jovens nos últimos anos? A quem interessa silenciar estudos que investigam os efeitos adversos de intervenções médicas feitas em escala global? 

 

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Especialistas independentes têm alertado para um aumento alarmante de problemas cardíacos, neurológicos e outras condições fatais em crianças que, até então, não apresentavam qualquer problema de saúde. Apesar disso, a grande mídia e os governos seguem ignorando os sinais e priorizando interesses corporativos. 

 

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A história de Luisa simboliza uma perda irreparável e um alerta para todos. É hora de exigir investigações independentes, transparência e responsabilização de governos e grandes laboratórios farmacêuticos. 

 

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Quantas vidas mais serão perdidas antes que a sociedade desperte para o que realmente está acontecendo?

 

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 A menina ficava em uma escolinha particular de Novo Hamburgo enquanto os pais, Juliana Casagrande da Silva e Igor Gabriel Buttner, trabalhavam.

 

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Irmãos Gonçalves

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Segundo a Polícia Civil, a bebê já chegou sem vida à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Canudos.

 

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Ao chegar na unidade de saúde, os pais ainda tinham esperanças de que a filha ficasse bem. "A gente não queria acreditar. Eu e meu esposo começamos a orar muito em cima dela, pedindo para Deus tentar salvar nossa filha, e a gente pediu para eles [profissionais da saúde] ressuscitarem ela de novo, eles não se negaram. Ficaram mais uma meia hora tentando."

 

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Natural de Curitiba (PR), Juliana mora há um ano no bairro São Jorge, em Novo Hamburgo. Além de Luisa, ela é mãe de um adolescente de 13 anos. A bebê havia entrado na escolinha no dia 1º de outubro.

 

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 "Fiquei junto com ela desde que nasceu até os 7 meses, antes de eu começar a trabalhar. Ela era muito ligada a mim, e eu era muito ligada a ela."

 

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Um dia antes da morte da filha, a mãe completou 35 anos. Ela conta que, como precisou trabalhar no feriado, Luisa ficou com a avó paterna. "Ela não tinha nada, ficou super bem." À noite, a família comemorou o aniversário de Juliana e de sua tia, que faz aniversário na mesma data.

 

 

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No dia seguinte, a bebê acordou bem. "Como sempre acordava: sorrindo. Eu tenho vários vídeos dela sorrindo. Nunca acordou triste, sempre acordou feliz. Aquele dia eu arrumei ela. A gente colocou ela no carrinho. Deixei ela em torno das 6h40."

 

 

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Como costumava fazer diariamente, a mãe perguntou como a criança estava através de uma mensagem enviada para o WhatsApp da escolinha.

 

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 Porém, diferentemente dos outros dias, quando costumava receber uma foto da menina na sequência, as mensagens mostram apenas um "ok".

 

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Juliana então perguntou se a menina apresentava algum sintoma de febre, uma preocupação devido ao nascimento dos dentinhos, mas o retorno foi de que a menina estava bem.

 

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BibiCar

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Foi às 11h16 que uma chamada de voz avisou a mãe que a bebê havia passado mal e que seria levada à UPA. "Eu saí desesperada", conta. 

 

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"Eu fui correndo para lá e não queriam me dar informação, só diziam: 'mãe, ela está em atendimento, o estado é grave'. E eu orando, pedindo para Deus: 'Deus salva minha filha'", lembra.

 

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"A dona da escola disse que ela estava no carrinho, sozinha, dormindo, porque os outros já estavam acordados e deixaram ela dormir no canto. Quando foram pegar ela para comer, ela já estava branca", diz a mãe.

 

 

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A família busca forças para enfrentar o luto. O que a mãe pede, são respostas. De acordo com ela, a escolinha ainda não lhe deu nenhuma explicação sobre o ocorrido. "Tem pais ainda que não sabem o que aconteceu."

 

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Irmãos Gonçalves

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Juliana considera que ainda há muitas questões em aberto. "Eu não sei exatamente há quantas horas ela estava dormindo sozinha. Se ela morreu antes de dormir e quando pegaram ela, ela já estava morta e realmente não tinha como salvar. Se ela esboçou alguma coisa e estavam longe dela e ninguém escutou. Eu não sei, porque não tem câmera", relata.

 

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A Polícia Civil afirma que abriu um inquérito e ouvirá os responsáveis pela instituição e a família. "Sem nenhum sinal de violência", diz o delegado Alexandre Quintão.

 

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Irmãos Gonçalves

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O corpo da menina foi encaminhado para necropsia e a Polícia aguarda os laudos do Instituto-Geral de Perícias (IGP) para esclarecer a causa da morte.

Algumas informações: abc+


 

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