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Médica Suspeita de Matar Mulher Cantou Durante Corpo de Delito

De sequestro em maternidade à ordem para matar ex do marido: o que se sabe sobre médica presa. 
A médica Cláudia Soares Alves, presa na quarta-feira (05 de novembro) suspeita de mandar m4tar a farmacêutica Renata Bocatto Derani, em Uberlândia (MG), em 2020, cantou uma música enquanto realizava o exame de corpo de delito. Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), ela teria cantado um trecho da canção Take On Me, da banda A-ha.

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A letra da música diz: “Me dê uma chance, me aceite”. Cláudia ainda teria agido com total frieza, segundo a polícia. A médica mandou m4tar Renata para criar a filha da farmacêutica com o ex-marido. Segundo o delegado Bernardo Leal, responsável pelo caso, a mulher também tentou sequ3strar um bebê em Uberlândia: “Tinha interesse, a todo custo, em ser mãe de uma menina”.

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Ainda de acordo com o delegado, Cláudia também tentou adotar uma criança usando documentos falsos, além de comprar um bebê na Bahia. Renata foi m0rta a t1ros quando chegava para trabalhar em uma farmácia no bairro Presidente Roosevelt, em Uberlândia. O crime foi arquitetado e executado com a ajuda de um vizinho e do filho da médica.

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Entenda o caso:  
A médica é acusada de falsidade ideológica e tráfico de pessoas após tentar sequestrar uma recém-nascida de uma maternidade em Uberlândia.

Claudia Soares Alves, de 42 anos, é a médica suspeita de raptar um bebê em Uberlândia, Minas Gerais,foi presa em Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Cláudia Soares Alves, de 42 anos, é a médica suspeita de raptar um bebê em Uberlândia. Foto: Reprodução Redes Sociais

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Segundo a Polícia Civil, o crime teria sido motivado pela obsessão de Claudia em ser mãe de uma menina. Ela é apontada como mandante do homicídio com o objetivo de assumir a guarda da filha da vítima.

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Quem é a médica 
Claudia Soares Alves é neurologista e ex-professora da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Em 2024, ela foi presa após sequestrar um recém-nascido dentro de uma maternidade da cidade.

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Na época, a médica usou documentos falsos para tentar registrar a bebê como filha. Desde março deste ano, respondia aos processos em liberdade e havia sido demitida da UFU. Segundo a Polícia Civil, Claudia sempre demonstrou comportamentos obsessivos e apresentava desejo compulsivo de ser mãe de uma menina, embora já tivesse um filho.

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Durante coletiva de imprensa em Uberlândia, o delegado Eduardo Leal informou que a médica realizou tratamentos para engravidar, mas não conseguiu. E, após as tentativas frustradas, teria recorrido a adoções irregulares com documentos falsos e até oferecido dinheiro para comprar uma recém-nascida na Bahia.

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A prisão e as novas acusações 
A médica foi presa em Itumbiara durante uma operação da Polícia Civil de Minas Gerais, em parceria com a Polícia Civil de Goiás.

Médica Claudia Soares Alves, presa por sequestrar bebê, foi presa novamente em Goiás — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Foto: Polícia Civil / Divulgação

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De acordo com o delegado Eduardo Leal, Claudia teria planejado o assassinato de Renata para ficar com a filha da vítima. Ainda conforme o delegado, na casa da investigada, a Polícia Civil encontrou um quarto pintado de rosa, com várias roupas de criança pequena, um berço e uma bebê reborn dentro.

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"Ela é capaz de tudo para conseguir o seu intento, que seria o de ser mãe de uma criança, de uma menina. Inclusive nessa data, no cumprimento da busca, nós verificamos que ela, na casa dela, possui um quarto todo pintado de rosa, com diversas coisas rosas de uma criança, com berço e como se estivesse dormindo nesse berço. Realmente você vê que é uma pessoa totalmente desequilibrada", disse Leal.

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O delegado regional da Polícia Civil, Gustavo Anai, destacou que a operação é resultado do trabalho iniciado ainda em 2020, quando surgiram denúncias ligando a médica a outros crimes após o sequestro na maternidade da cidade.

Quarto rosa com bebê reborn na casa de médica presa em Itumbiara, suspeita de mandar matar farmacêutica de Uberlândia — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Foto: Polícia Civil / Divulgação

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O assassinato da farmacêutica 
Renata Bocatto Derani, de 38 anos, foi morta a tiros na manhã de 7 de novembro de 2020, quando chegava para trabalhar em uma farmácia no Bairro Presidente Roosevelt, em Uberlândia.

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Câmeras de segurança registraram o momento em que o criminoso se aproximou e fez pelo menos cinco disparos no tórax, pescoço, ombros e nádegas. Uma testemunha contou que Renata tentou se defender e pediu para não ser morta, mas o homem continuou atirando.

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Uma câmera de segurança mostrou o assassino abordando Renata. Antes de fugir, o autor deixou uma sacola com objetos e uma carta com ofensas à vítima. Na época, a Polícia Civil não descartou crime passional e ouviu pessoas próximas, incluindo o ex-marido.

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Renata deixou a filha de 9 anos. 
Além da médica, foram presos temporariamente outros dois suspeitos de participação no assassinato. Eles são pai e filho e seriam vizinhos de Claudia. Os três foram transferidos para Uberlândia.

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As investigações seguem para apurar a participação dos dois suspeitos no crime. A Polícia Civil também vai avaliar a necessidade de prorrogar as prisões temporárias ou convertê-las diretamente em preventivas, com o devido indiciamento dos envolvidos.

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A relação da médica com a vítima 
As investigações apontam que Claudia se casou com o ex-marido de Renata, mas o relacionamento durou apenas dois meses. 
O homem decidiu se separar ao perceber que a médica apresentava comportamentos obsessivos e demonstrava interesse em assumir a maternidade da filha dele com Renata.

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Renata, ao perceber que a médica parecia uma pessoa perigosa e emocionalmente instável, proibiu a filha de manter contato com o pai sempre que ele estivesse na companhia da esposa. Após a separação, Claudia teria planejado o homicídio da farmacêutica para retomar o relacionamento e ficar com a menina.

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Irmãos Gonçalves

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O que falta esclarecer 
A Polícia Civil ainda apura se houve pagamento aos executores e se outros crimes cometidos por Claudia estão relacionados ao homicídio. 
O caso segue sob investigação.

Algumas informações: Metrópoles / TV Integração


A Palavra Morde no Portal

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