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Não é Só uma Gripezinha - Afirma Avô do Bebe de 1 ano Morto por Pneumonia

Ainda vivendo a dor da perda recente, a avó do bebê Théo Lopes Coronel, de apenas 1 ano e 2 meses, morto por pneumonia, fez um alerta por mais atenção aos casos de gripe, em especial às crianças. Crislaine presenciou o agravamento rápido do quadro de saúde do neto, que evoluiu de uma gripe para pneumonia.

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"Meu conselho é: corre atrás, vai procurar atendimento, vai atrás. Evite sair com seus filhos na rua, aglomeração, principalmente os pequenininhos, porque não é brincadeira. Só quem viveu, quem passa, sabe que não é brincadeira, que é muito sério", alertou.

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A avó conta que o caso de Théo começou com sintomas aparentemente leves, após ter se recuperado de uma gripe. No entanto, em menos de uma semana, o quadro se agravou a ponto de precisar de intubação e, mesmo com a transferência para o CTI do Hospital Regional, o bebê não resistiu.

Foto: TopMidiaNews

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Segundo Crislaine, outras sete crianças estavam internadas com diagnósticos semelhantes, como bronquiolite, H1N1 e pneumonia. "Tinha até um bebezinho de um mês entubado. É muito sério. O que para uns é só uma gripe, para os pequenos pode ser m0rtal", reforçou novamente.

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O alerta da avó é reforçado por dados oficiais da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), que demonstram um cenário crítico em Campo Grande. O último boletim da Sala de Situação de Vírus Respiratórios, divulgado na terça-feira (29 de abril), confirma 1.101 notificações de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) na capital.

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Síndrome respiratória aguda grave

O que é síndrome respiratória aguda grave? 
A síndrome respiratória aguda grave, conhecida pela sigla SRAG, é uma condição em que uma infecção respiratória gera grande dificuldade de respirar e lesões nos alvéolos (sacos de ar nos pulmões onde ocorrem as trocas gasosas). Geralmente é acompanhada de pneumonia.

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Sintomas 
A SRAG é marcada por dificuldade para respirar, sensação de peso no peito e lábios arroxeados. Pode trazer febre e perda de apetite. Ela não é uma doença, mas, sim, a complicação de diferentes infecções.

Foto: Reprodução

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Causas 
A SRAG geralmente é resultado de uma infecção viral, como gripe ou covid-19. O problema também pode ser consequência de doenças bacterianas ou fúngicas que afetam a respiração.

Diagnóstico 
O diagnóstico de SRAG leva em conta os sintomas e exames de imagem dos pulmões. Outro critério que define essa síndrome é uma baixa saturação de oxigênio no sangue.

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Método de prevenção 
O principal método de prevenção da SRAG é a vacinação contra doenças que podem levar a esse quadro, como a gripe e a covid-19. Também deve ser evitado o contato próximo com pessoas com infecções respiratórias. 

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Tratamento 
Entre os tratamentos da SRAG, há a possibilidade de suplementação de oxigênio, com diferentes equipamentos, além de fisioterapia respiratória. Outras intervenções dependem da causa, e podem envolver antivirais ou outros fármacos. 

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Duração 
A SRAG tem duração variável. Casos que respondem bem ao tratamento podem se resolver em duas semanas, ou até menos. Quadros mais graves podem se prolongar e levar à morte.

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Contagiosa? 
A SRAG é uma possível consequência de diferentes doenças contagiosas, como a gripe e a covid-19. Mas nem toda pessoa com alguma dessas infecções vai desenvolver a síndrome. 

Pode ser contraída mais de uma vez? 
É possível ter mais de um quadro de síndrome respiratória aguda grave ao longo da vida, causados por diferentes tipos de vírus, bactérias ou fungos.

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Minas Gerais enfrenta crise de saúde com aumento de SRAG e casos graves de influenza

Minas Gerais enfrenta uma emergência em saúde pública devido ao avanço preocupante da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e de outras doenças infecciosas. Vírus como o sincicial respiratório e o influenza A são os principais responsáveis pela escalada de casos, especialmente entre crianças pequenas.

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Mundo das Utilidades

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Com hospitais sobrecarregados e uma corrida por leitos de UTI e enfermarias, o governo estadual foi forçado a adotar medidas drásticas para conter a crise e garantir atendimento à população.

Minas Gerais enfrenta crise de saúde com aumento de SRAG e casos graves de influenza

Foto:  Divulgação

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Estado libera ações emergenciais sem burocracia 
O governo de Minas Gerais decretou oficialmente a situação de emergência e passou a operar em regime de urgência, com a ativação do Centro de Operações de Emergências em Saúde por SRAG (COE-Minas-SRAG). A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) coordena os esforços.

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BibiCar

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Entre as ações emergenciais estão:

  • Dispensa de licitação para aquisição de insumos e serviços;
  • Requisição de bens e serviços de empresas e pessoas físicas;
  • Tramitação acelerada de processos administrativos.

Essas medidas visam garantir resposta rápida e eficaz, evitando o colapso do sistema de saúde diante da crescente demanda.

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Hospitais operam no limite com casos pediátricos 
O aumento dos atendimentos tem sido mais intenso entre crianças de até quatro anos. Só em Belo Horizonte, os casos de SRAG subiram 49% em abril em comparação a março, provocando saturação nas unidades de saúde pediátricas.

Para conter o impacto, a prefeitura abriu novos leitos de enfermaria infantil, mas o ritmo de infecção preocupa. Médicos alertam para a necessidade de cuidados redobrados com os sintomas gripais, principalmente nos pequenos.

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Irmãos Gonçalves

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Cidades mineiras declaram emergência sanitária 
Até o momento, seis municípios mineiros já decretaram situação de emergência, citando superlotação hospitalar e risco de desassistência como motivos. A crise escancarou a fragilidade das redes municipais frente a surtos sazonais.

As cidades afetadas intensificaram campanhas de orientação e reforçaram o atendimento de urgência. A coordenação entre os entes federativos tem sido vital para evitar um cenário ainda mais grave.

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Irmãos Gonçalves

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Como enfrentar essa nova onda respiratória? 
O desafio agora é duplo: garantir atendimento imediato a quem precisa e conter a propagação dos vírus. Para isso, especialistas recomendam:

  • Manter vacinação em dia, inclusive contra a gripe;
  • Evitar aglomerações e locais fechados com pouca ventilação;
  • Levar imediatamente ao médico crianças com febre alta, tosse persistente ou dificuldade para respirar.

O surto reforça a necessidade de um sistema de saúde preparado e ágil. A resposta à crise será decisiva para evitar tragédias e proteger os mais vulneráveis.

Algumas informações: Top Midia News / Einstein / Estado de Minas


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A Palavra Morde no Portal

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