Ele realizava a venda de uísques, gins e vodcas adulterados por meio de um perfil em uma rede social.
A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio do Centro de Inteligência e Análise Telemática (Ciat) Sul com o apoio da Polícia Científica do Espírito Santo (PCIES) e da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe), deflagrou a operação “Brinde Amargo”, que resultou na prisão em flagrante de um suspeito por comercialização de bebidas alcoólicas falsificadas.
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A investigação teve início em julho deste ano, a partir de uma denúncia da Abrabe sobre a venda de uísques, gins e vodcas adulterados por meio de um perfil em uma rede social. A partir das diligências, a equipe do Ciat Sul identificou um homem, de 24 anos, como o principal responsável pelo esquema.
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“Durante a apuração, foram realizadas compras monitoradas, que permitiram localizar a residência do investigado, no bairro Aquidaban, e um depósito utilizado para armazenamento das bebidas falsificadas, situado no bairro Ferroviários. Ambos os bairros ficam situados em Cachoeiro de Itapemirim”, explicou o chefe da Delegacia Regional de Cachoeiro de Itapemirim, delegado Rômulo Carvalho Neto.
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Na quinta-feira (02 de outubro), durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, o suspeito confessou o crime e levou os policiais até o depósito. No local, peritos da PCIES, juntamente com um especialista da Abrabe, constataram a falsificação de diversas garrafas de marcas conhecidas. Exames preliminares, incluindo análise por cromatografia, confirmaram a adulteração dos produtos, que apresentam riscos à saúde.
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Na residência do suspeito foram apreendidos dinheiro, aparelhos celulares, equipamentos de informática, adesivos da distribuidora clandestina e uma máquina de cartão.
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Foto: Polícia Civil / Divulgação
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Foto: Polícia Civil / Divulgação
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Foto: Polícia Civil / Divulgação
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Foto: Polícia Civil / Divulgação
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Foto: Polícia Civil / Divulgação
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Foto: Polícia Civil / Divulgação
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Posso beber neste fim de semana? Veja a orientação das autoridades
Ministro da Saúde alerta para risco de intoxicação por metanol; população deve verificar procedência
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Se a ideia era curtir um drinque neste fim de semana, talvez seja hora de pensar duas vezes. Com os recentes casos de intoxicação por metanol em bebidas alcoólicas, o Ministério da Saúde recomenda cautela, especialmente com destilados cuja origem não possa ser comprovada.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reforçou que a bebida alcoólica não é um item essencial e que o consumo deve ser evitado neste momento.
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A preocupação é maior com destilados, porque a adulteração nesses produtos é mais difícil de perceber, ao contrário de outras bebidas, como vinhos, que têm lacres difíceis de violar.
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Eliane Gandolfi, coordenadora do núcleo de toxicovigilância, orienta que bares e consumidores Bebida com metanol: falsificador tinha galpão com "montanhas" de garrafas
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“Melhor seria que não bebessem, mas se vai beber, que procure comprar em lugares idôneos e observar se está lacrado mesmo, para que ela não corra risco de saúde e nem de vida”, afirmou em entrevista
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O Brasil passou da marca de 100 casos suspeitos de intoxicação por metanol. Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, são 113 casos suspeitos em todo o país.
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São cinco estados com casos suspeitos - São Paulo, Pernambuco, Bahia, Paraná e Mato Grosso do Sul - além do Distrito Federal. Em todo o país, são 11 casos confirmados e 102 em investigação.
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Casos por estado:
- 101 em São Paulo (11 confirmados e 90 em investigação);
- 6 casos em investigação em Pernambuco;
- 2 em investigação na Bahia e no Distrito Federal;
- 1 caso está sendo investigado no Paraná e Mato Grosso do Sul.
Algumas informações: TV Guarapari / CNN Brasil
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