Por: Cerqueiras Publicidades

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Policial penal preso por tráfico também é pastor e fazia palestras contra drogas

Allan Koch foi preso junto com o filho com quase 300 quilos de maconha e duas pistolas ilegais.

Allan Koch, policial penal e pastor evangélico de 44 anos, foi preso acusado de narcotráfico em sua residência em Dourados, Mato Grosso do Sul, na segunda-feira (30 de outubro). 

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As autoridades confiscaram 290 quilos de maconha, dois quilos de cocaína pura, duas pistolas ilegais calibre 40 e R$ 11.650,00 em dinheiro. Junto a ele, seu filho foi detido.

Allan Koch

O policial penal Allan Koch, preso em Dourados com maconha, cocaína e armas (Foto: Reprodução)

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Allan chegou a palestrar em escolas, como em agosto deste ano em Mundo Novo (MS), sobre “conscientização e prevenção das drogas e da criminalidade”. O material da palestra divulgado pela escola apresentou Allan como “pastor da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil, bacharel em teologia pela Faculdade Luterana de Teologia de São Bento do Sul (SC), bacharel em teologia pela Faculdade Batista Anna Wollerman, Dourados (MS) e pós-graduando em Gestão Penitenciária e Gerenciamento de Crises, pelas Faculdades Cassilândia (MS)”.

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O que intensifica a surpresa da prisão é o fato de Allan estar vinculado ao sistema penitenciário. Desde 2017, ele trabalha no PED (Presídio Estadual de Dourados) e é membro do GEP (Grupamento de Escolta Penitenciária). Antes disso, desempenhou funções no sistema penitenciário de Nova Andradina.

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As informações apontam que Allan já estava sob o radar das autoridades. A detenção ocorreu após uma denúncia anônima, indicando a residência em Dourados como um possível entreposto de drogas. Ao ser abordado, o filho de Allan confessou guardar os narcóticos em casa e distribuí-los com o auxílio do pai.

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O diretor do departamento, coronel Everson Rozeni, disse que o flagrante havia sido encaminhado para a Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira).

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Allan está lotado no PED (Presídio Estadual de Dourados) desde 2017, onde faz parte do GEP (Grupamento de Escolta Penitenciária). Antes, trabalhou no sistema penitenciário de Nova Andradina. 

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Em nota oficial, o DOF informou que as prisões ocorreram após os policiais receberem informação, via disque-denúncia, de possível entreposto de drogas em Dourados. Ao chegarem ao local, viram o momento em que um motociclista saiu bruscamente de frente da residência.

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O filho do policial recebeu os PMs do DOF. Diante do forte odor do entorpecente, disse que guardava na residência cerca de 300 quilos de maconha no quintal da casa. Ele contou que guardava e distribuía a droga com a ajuda de seu pai, que chegou logo em seguida ao local e confirmou a versão do filho.

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Foram apreendidos na casa:

  • R$ 11.650,00 em espécie, 
  • uma balança de precisão, 
  • dois quilos de cloridrato de cocaína (cocaína pura), 
  • 290 quilos de maconha, 
  • uma pistola Imbel calibre 40, 
  • uma pistola Taurus também calibre 40, e 
  • 91 munições de calibre 40. 

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Irmãos Gonçalves

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Allan e o filho disseram que as drogas vieram de Ponta Porã e teriam como destino o Estado do Paraná.

Pacotes de drogas, pistolas e munições apreendidos com policial penal e o filho (Foto: Divulgação)

Foto: Reprodução

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Nova rota do tráfico que liga fronteira e capital de MS com o Pará é investigada

Investigação em conjunto das polícias civis de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso descobriu uma nova rota de tráfico de drogas, que sai da fronteira do Estado com o Paraguai e chega no Pará.

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A nova rota do tráfico de drogas, segundo a Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar), utiliza rodovias e seu traçado começa na fronteira com o Paraguai (Ponta Porã) e passa por Campo Grande.

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Por meio da BR-163, os entorpecentes são levados aos municípios de Cuiabá e Aripuanã, em Mato Grosso, de onde seguem para o destino final, o estado do Pará.

O trajeto, que passa por três estados e cinco municípios, tem 4.480 quilômetros e dura 67 horas, quase três dias de viagem (sem contabilizar paradas para descanso e alimentação), considerando que o destino final da droga fosse a cidade de Belém, capital do Pará.

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Prisões de pessoas ligadas a este esquema de tráfico foram feitas em Campo Grande, dentro Operação Mato Seco.

De acordo com o delegado Hoffman D’Ávila, titular da Denar, a operação contra esta organização criminosa começou no dia 22 de janeiro, com uma apreensão de 15 kg de maconha em Cuiabá, feita pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE).

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W Aluminium

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“Foi preso um homem em Cuiabá autuado por tráfico, e, segundo as investigações da DRE, os entorpecentes foram enviados de Campo Grande. Com isso, foi feito o trabalho em conjunto, com um relatório de inteligência da Denar, em que cumprimos seis mandados de busca e prisão em Campo Grande”, declarou o delegado.

Na operação feita na Capital, a Polícia Civil identificou e prendeu um homem de 40 anos que repassou a droga para o envolvido no esquema, preso em Cuiabá.

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Segundo o delegado da Denar Roberto Guimarães, o homem é morador do bairro Dom Antônio Barbosa e um dos responsáveis pela distribuição de drogas na região, além de armazenar e enviar os entorpecentes para outros municípios de Mato Grosso do Sul e estados, como Mato Grosso.

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Irmãos Gonçalves

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“Durante o cumprimento do mandado de prisão, com ele não foi encontrado nada de ilícito, mas encontramos drogas enterradas em um terreno localizado ao lado da casa dele. O homem de 40 anos já tinha passagem pela polícia por tráfico de drogas”, relatou o delegado.

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De acordo com Guimarães, foram apreendidos nesta fase da operação em Campo Grande 256 gramas de maconha, 522 gramas de cocaína, uma balança de precisão e aproximadamente 200 pinos eppendorfs, nos quais o preso colocava as drogas para venda.

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Mundo das Utilidades

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Uma mulher que também está envolvida com a facção criminosa foi detida em um dos locais com mandado de busca. Ela portava uma pequena quantidade de drogas, dinheiro e um simulacro (arma de brinquedo).

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BibiCar

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A investigação dessa rota de tráfico seguirá no Estado e, segundo a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, há indícios de ligação dos investigados com facções criminosas dos dois estados.

Ao todo, seis pessoas estão sendo investigadas nesta operação, das quais três são de Mato Grosso do Sul, e 17 mandados de busca a apreensão estão sendo cumpridos.

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APREENSÕES EM MS 
De acordo com os dados de apreensão de drogas da Secretaria do Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), só em Campo Grande, de janeiro a abril deste ano, já foram apreendidos 4.589,722 kg de maconha.

Neste mês de abril, 1.024,78 kg de cocaína foram interceptados na capital de Mato Grosso do Sul.

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De acordo com a Sejusp, foi constatado um aumento nas apreensões de cocaína em Campo Grande, uma vez que foram apreendidas 2,5 toneladas da droga em 2021 e 6,1 toneladas em 2022, um aumento de 97%.

Apenas nas quatro primeiras semanas de abril, foram interceptados 851 kg na Capital.

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Em todo o Estado, a polícia já apreendeu 6.041,313 kg de cocaína e 71.184,002 kg de maconha. Segundo a Sejusp, a região da fronteira com a Bolívia e com o Paraguai detém 34% das apreensões de maconha e 32% de cocaína da quantidade total de drogas apreendidas em Mato Grosso do Sul.

Foto: Reprodução 

TRÁFICO NA CAPITAL 
Na maior apreensão de cocaína já feita em Campo Grande, equipes do Batalhão de Choque e da 10ª Companhia Independente da Polícia Militar descobriram 839 kg da droga em um galpão, na Avenida Gury Marques, na noite do dia 13 de abril deste ano.

Conforme o subcomandante do Batalhão de Choque da Polícia Militar, major Anderson, equipes do pelotão foram acionadas pela 10ª Companhia da PM, por volta das 19h do dia 13, para abordar um veículo que havia descarregado um grande volume de material em caixas.

Informações apontavam que as caixas encontravam-se em um galpão no Bairro Universitário, na Capital.

Em diligência, a polícia conseguiu ter acesso às caixas, nas quais foram encontrados 20 kg de skunk e cocaína.

Com casos recorrentes de apreensão de cocaína e novos recordes, o subcomandante do 5º Batalhão de Polícia de Choque, major Anderson, afirmou em reportagem do Correio do Estado que Campo Grande se tornou um entreposto para a distribuição de drogas para o restante de Mato Grosso do Sul e também para outros estados do País.

Algumas informações: CAMPO GRANDE NEWS / RP10 / Correio do Estado



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