Por: Cerqueiras Publicidades

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Prefeito Fenômeno nas Redes Sociais desviada de Saúde, Transporte, Lixo e Segurança aponta Polícia Federal

Operação Copia e Cola revela planilhas cifradas de propina em contratos de Saúde e Lixo; Justiça mantém afastamento de Rodrigo Manga, Prefeito de Sorocaba, até abril de 2026.

A Polícia Federal (PF) divulgou novos detalhes da Operação Copia e Cola que investiga um suposto esquema de corrupção na Prefeitura de Sorocaba (SP), revelando que o prefeito afastado, Rodrigo Manga (Republicanos), utilizava sua projeção nas redes sociais enquanto, supostamente, comandava um esquema de desvio milionário. O esquema envolveria contratos públicos essenciais nas áreas de saúde, transporte, coleta de lixo, engenharia e vigilância.

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O gestor, conhecido como "prefeito tiktoker", foi afastado do cargo em 6 de novembro por decisão da Justiça Federal. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou um pedido de habeas corpus, mantendo a medida cautelar e garantindo que Manga permaneça fora da função até abril de 2026, com o objetivo de impedir interferências na investigação criminal.

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A Operação Copia e Cola resultou na prisão de pessoas próximas a Manga, incluindo um empresário e um pastor que, segundo as investigações, atuariam como operadores financeiros no esquema de lavagem de dinheiro. Uma cunhada do prefeito, Simone Rodrigues Frate, também investigada no caso, segue foragida da Justiça.

A PF reforçou que o cunhado de Manga, Josivaldo Batista de Souza, preso na segunda fase da operação, seria o operador financeiro central. Ele mantinha uma "contabilidade paralela" com registros cifrados de propinas ligadas aos diversos contratos municipais, uma evidência crucial apreendida pela polícia.

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Os documentos detalham a participação de secretários e servidores do alto escalão da administração municipal, que supostamente teriam recebido propina e contratos fictícios para lavar dinheiro. A esposa de Manga, Sirlange Frate Maganhato, também foi exonerada do cargo de presidente do Fundo Social de Solidariedade da cidade (FSS) após ser incluída nas investigações.

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Foto: Reprodução

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🤳 "Espetáculo de Deboche": Monetização do Caso nas Redes 
Uma das acusações mais graves e inéditas é a de que Manga e sua esposa exploraram economicamente o caso. A Polícia Federal classificou a conduta do prefeito afastado como um "espetáculo de deboche e desdém" para com as autoridades, postura que teria começado poucas horas após a equipe policial deixar a residência.

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A PF aponta que o casal buscou monetizar vídeos sobre a operação na plataforma TikTok. Conversas anexadas ao relatório mostram que a esposa de Manga orientou o prefeito sobre técnicas para aumentar o engajamento e a audiência, sugerindo publicar conteúdos com mais de um minuto para maximizar a monetização.

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A narrativa de "perseguição política", insistida pela defesa de Rodrigo Manga, seria, para a PF, parte da estratégia para gerar audiência e, consequentemente, dinheiro com a exposição da investigação nas plataformas digitais.

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A Justiça, visando proteger a integridade do processo, determinou que Manga não pode ter contato com diversas pessoas, incluindo ex-secretários e servidores da prefeitura, também investigados no esquema. Paralelamente, a Câmara de Sorocaba abriu uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar o caso.

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Foto: Reprodução

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💵 O Alto Escalão e a Contabilidade Paralela 
A "contabilidade paralela" encontrada no celular do operador Josivaldo Batista de Souza detalha pagamentos ilícitos a membros do "alto escalão" da prefeitura, segundo a PF. Os registros não constam na contabilidade oficial do município.

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A PF afirma que o cunhado Josivaldo, que também é bispo evangélico, atuava como o principal operador financeiro do esquema, sendo o responsável por sacar valores superfaturados para repassá-los aos envolvidos. O esquema teria se iniciado em 2021.

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O ex-secretário Paulo Henrique Marcelo também foi citado na planilha com um suposto recebimento de R$ 100 mil, sendo que ele já foi condenado por propina em outro caso na cidade.

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A defesa de Rodrigo Manga nega as acusações, insiste na narrativa de perseguição política e questiona a competência da Justiça Federal no caso. Todos os secretários citados e o operador financeiro negam categoricamente os apontamentos da Polícia Federal.

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Foto: Reprodução

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A seguir, veja 10 pontos que explicam os desdobramentos mais recentes e as novas suspeitas levantadas pela Polícia Federal:

1. Afastamento mantido até abril de 2026 
O pedido de habeas corpus, protocolado pela defesa de Rodrigo Manga no STJ, em 10 de novembro, foi negado. O prefeito de Sorocaba, afastado em 6 de novembro, segue fora do cargo até abril de 2026. A medida cautelar de 180 dias visa impedir interferências na investigação criminal.

A esposa dele, Sirlange Frate Maganhato, também investigada no caso, foi exonerada do cargo de presidente do Fundo Social de Solidariedade da cidade (FSS) na quinta-feira (13). Na mesma data, a Câmara de Sorocaba abriu uma CPI para investigar o caso.

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2. PF detalha nomes do alto escalão 
O relatório da Polícia Federal cita secretários, ex-secretários e servidores da Prefeitura de Sorocaba em um suposto esquema de propina envolvendo contratos municipais.

Os nomes aparecem na contabilidade paralela mantida por Josivaldo Batista de Souza e no controle feito pela cunhada do prefeito, Simone Rodrigues Frate, também investigada e foragida da Justiça. Entre os citados que ainda ocupam cargos estão:

  • Clayton Cesar Marciel Lustosa (secretário do Empreendedorismo)
  • Luciana Mendes da Fonseca (secretária de Administração)
  • Marcelo Duarte Regalado (secretário da Fazenda)
  • Samyra Toledo Egêa (secretária de Governo)

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3. Luciana Mendes aparece em mensagens 
A secretária de Administração, Luciana Mendes, é identificada como "Dra" em prints anexados ao relatório da PF.

As conversas mostram que Luciana compartilhava informações internas com Josivaldo, cunhado do prefeito, que não tem cargo público — o que, segundo a PF, indica influência dele na gestão.

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4. Assessor aparece com R$ 100 mil 
Márcio Bortolli Carrara, ex-secretário da Educação e hoje assessor de gabinete, é citado em relatório da PF com menção a pagamentos que somam R$ 100 mil. A contabilidade paralela registra quatro transferências para "Carra" e "Carrara".

Carrara também é investigado em outro processo sobre licitação de kits de robótica, caso em que Rodrigo Manga teve os bens bloqueados, desde 2023.

5. Restrição de contato com ex-secretários 
A Justiça determinou que Rodrigo Manga não pode ter contato com várias pessoas, incluindo os ex-secretários Vinícius Tadeu Sattin Rodrigues e Fausto Bossolo, também investigados pela Polícia Federal, além de outros servidores.

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6. PF acusa "espetáculo de deboche" 
A Polícia Federal classificou a conduta de Rodrigo Manga como um "espetáculo de deboche e desdém" para com as autoridades. Segundo a PF, essa postura começou poucas horas após a equipe deixar a residência do prefeito. Manga e sua esposa, Sirlange Rodrigues Frate Maganhato, são acusados de explorar economicamente o caso.

7. Monetização nas redes sociais 
A PF aponta ainda que Manga e sua esposa buscaram monetizar vídeos sobre a operação no TikTok. Conversas mostram que Sirlange orientou o prefeito sobre técnicas para aumentar engajamento, como publicar vídeos com mais de um minuto.

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8. Quem são os citados pela PF e quanto teriam recebido 
A Polícia Federal detalhou nomes do "alto escalão" da prefeitura na "contabilidade paralela" encontrada no celular de Josivaldo Batista de Souza, cunhado do prefeito e apontado como operador financeiro. Veja os principais citados e os valores atribuídos a eles:

Clayton Cesar Marciel Lustosa (secretário do Empreendedorismo) 
Codinome: "BP Cleyton" (BP = bispo). 
Suposto recebimento: R$ 55 mil em três registros.

Marcelo Duarte Regalado (secretário da Fazenda) 
Codinome: "Regalado", "Regado" e "Rega". 
Suposto recebimento: quatro registros de R$ 3.500.

Márcio Bortolli Carrara (ex-secretário de Educação, hoje assessor) 
Codinome: "Carra" e "Carrara". 
Suposto recebimento: R$ 100 mil em quatro pagamentos.

Paulo Henrique Marcelo (ex-secretário de Desenvolvimento Econômico) 
Codinome: "PH". 
Suposto recebimento: R$ 100 mil. Já condenado por propina em outro caso. 

Glauco Enrico Bernandes Fogaça (diretor-presidente do Saae) 
Codinome: "Glauco". 
Suposto recebimento: R$ 4.150 e R$ 4.700.

Luciana Mendes da Fonseca (secretária de Administração) 
Codinome: "Dra". 
Detalhes: prints mostram troca de informações internas com Josivaldo.

A PF afirma que esses registros indicam pagamentos ilícitos porque não constam na contabilidade oficial, mas em uma planilha paralela.

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Irmãos Gonçalves

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9. Pastor cunhado como operador financeiro 
Josivaldo Batista de Souza, cunhado do prefeito, e preso na segunda fase da operação, é apontado como operador financeiro do esquema.

Ele mantinha uma "contabilidade paralela" com registros de supostas propinas pagas por empresas contratadas pelo município. Josivaldo é bispo evangélico de uma igreja que possui duas unidades em São Paulo, uma no Brás e outra em Santo Amaro.

10. Narrativa de perseguição política 
A defesa de Rodrigo Manga insiste que a investigação é "completamente nula" e fruto de perseguição política. Para a PF, essa narrativa é usada pelo prefeito para gerar audiência e, consequentemente, dinheiro. Todos os citados negam categoricamente os apontamentos da Polícia Federal.

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📝 Síntese da reportagem 
🚨 Operação: PF investiga corrupção milionária (Operação Copia e Cola) na Prefeitura de Sorocaba (SP). 
👤 Prefeito: Rodrigo Manga ("tiktoker") foi afastado do cargo até abril de 2026. 
💸 Esquema: Desvio em contratos de Saúde, Transporte, Lixo e Vigilância. 
🧾 Prova: PF apreendeu uma "contabilidade paralela" com codinomes de secretários e registros de propina. 
👨‍⚖️ Operador: Josivaldo Batista de Souza, cunhado de Manga e pastor, é apontado como operador financeiro e está preso. 
🤳 Grave Acusação: Manga e a esposa são acusados pela PF de monetizar vídeos de "deboche" sobre a operação no TikTok para gerar receita. 
🏛️ Implicações: Diversos secretários e ex-secretários foram citados no esquema, sendo restringidos de contato pelo Judiciário.

Algumas informações: Polícia Federal / Diário de Quixadá / TV Tem


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