Paciente número um da "Polilaminina", Bruno Drummond, já alcança quase 100% de reabilitação física após tratamento pioneiro desenvolvido pela UFRJ.
Reportagem Aristides dos Santos / Crédito das informações e imagens: UFRJ, FAPERJ e informações institucionais do Laboratório Cristália
A ciência brasileira acaba de protagonizar um dos maiores marcos da história da saúde global. Em um feito inédito e revolucionário, o país celebra a recuperação do primeiro paciente tetraplégico totalmente curado na história da humanidade.
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O grande protagonista dessa superação é o paciente Bruno Drummond de Freitas, de 31 anos. Sendo o indivíduo "número um" a receber a medicação experimental no mundo, ele concedeu uma entrevista que revela detalhes essenciais sobre a pesquisa científica e a resiliência que mudaram completamente o seu destino.
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A conversa histórica e detalhada foi transmitida ao vivo na manhã da sexta-feira, 20 de fevereiro, às 10h20, pela rádio Difusora 97,3 FM. Durante o programa, Bruno relembrou sua jornada dolorosa desde o dia do trauma até o milagre científico da recuperação física.
Foto: Arquivo Pessoal
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O drama de Bruno teve início no ano de 2018, quando ele foi vítima de um grave acidente automobilístico. No momento do sinistro violento, ele estava acompanhado de seu irmão caçula, que na época tinha apenas 7 anos de idade. Felizmente, a criança saiu ilesa da tragédia, sem ferimentos.
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Para Bruno, no entanto, as consequências físicas foram devastadoras. Os médicos constataram que ele sofreu uma lesão cervical completa na medula espinhal. O diagnóstico severo determinou uma condição de tetraplegia, o que significa que ele perdeu de imediato todos os movimentos do corpo dos ombros para baixo.
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Essa drástica mudança interrompeu uma rotina que era marcada pelo intenso dinamismo. Antes do acidente nas estradas, o jovem levava uma vida cheia de atividades, repleta de esportes, aventuras ao ar livre e inúmeros planos para o futuro.
De forma abrupta, essa realidade vibrante foi substituída por um diagnóstico que a ciência e a evolução da humanidade sempre encararam como uma sentença absoluta e irreversível.
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Historicamente, a tetraplegia e a paraplegia representavam não apenas a dramática perda motora, mas também, na maioria das vezes, a anulação completa da vida social e da autonomia do indivíduo afetado.
Foto: Arquivo Pessoal
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Pelos dogmas da medicina que perduraram por séculos, pessoas com lesões medulares completas tornavam-se integralmente dependentes de terceiros para sobreviver. Passavam a necessitar de assistência constante para todas as tarefas básicas e diárias, como a alimentação, higiene pessoal, o uso de fraldas e a própria movimentação na cama.
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O cenário inicial desenhado para o caso de Bruno apontava exatamente para essa triste realidade de dependência total e sem qualquer expectativa de reversão do quadro clínico. Contudo, o destino do paciente começou a mudar radicalmente quando ele foi selecionado e incluído no teste de um tratamento experimental inédito no mundo.
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A esperança materializou-se na forma da "polilaminina", uma substância revolucionária desenvolvida ao longo de anos pela pesquisadora e bióloga Dra. Tatiana Lobo Coelho de Sampaio, de 59 anos. A cientista atua como professora no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e seu audacioso projeto contou com o indispensável apoio da FAPERJ e a parceria estrutural do Laboratório Cristália.
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A Polilaminina é conceituada cientificamente como um medicamento derivado da placenta humana. Ao ser aplicada, a molécula atua dentro do organismo agindo como um verdadeiro "andaime molecular", sendo o suporte capaz de reconstruir as frágeis conexões interrompidas entre os neurônios e conseguir restabelecer a essencial condução elétrica da medula espinhal.
Foto: Arquivo Pessoal
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Diferentemente de tratamentos convencionais, que tradicionalmente focavam apenas em administrar a redução inflamação logo após o trauma, essa nova substância atua de forma direta na reconstrução e reparo das conexões nervosas, as chamadas sinapses, no exato local da lesão.
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O mecanismo da pesquisadora visa criar o ambiente ideal para que os neurônios voltem a crescer, buscando transpor e curar a cicatriz que se forma na medula lesionada – barreira esta que sempre impediu a passagem e o tráfego dos impulsos e informações motoras para os membros.
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O êxito dessa terapia avançada não é fruto da sorte, mas o resultado incontestável de mais de duas décadas de dedicação exclusiva da equipe da Dra. Tatiana Sampaio aos estudos da complexa regeneração neural, lutando muitas vezes contra as limitações de recursos. Por seu brilhantismo, ela foi eleita "Destaque do Ano" e é vista por inúmeros especialistas do cenário científico como amplamente merecedora do cobiçado Prêmio Nobel de Medicina.

Foto: Reprodução Redes Sociais
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Sendo o primeiríssimo paciente no globo a receber tal aplicação, Bruno tem maravilhado a comunidade com seus resultados. Na rádio, ele comemorou estar próximo de atingir 100% de sua reabilitação motora. O paciente, contrariando séculos de prognósticos médicos, já consegue novamente ficar de pé, andar com as próprias pernas, correr, nadar e praticar variados exercícios físicos com total normalidade.
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Uma informação reconfortante trazida por Bruno diz respeito à manutenção do tratamento. Ao ser questionado, o paciente esclareceu que não precisa ingerir ou tomar doses do medicamento rotineiramente ao longo da vida. Segundo ele, a terapia exigiu apenas uma única aplicação da dose de Polilaminina no ato da cirurgia, transferindo o foco do progresso para a dedicação às intensas sessões de fisioterapia.
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O caminho desbravado por Bruno não ficou apenas em sua própria cura. Ele compartilhou a excelente notícia de que seu caso pioneiro tem sido acompanhado de sucessivos triunfos envolvendo outros pacientes de quadros semelhantes que integram o atual experimento. Esse índice de sucesso reiterado sedimenta a real revolução operada na área da medicina regenerativa.
Tamanha quebra de paradigmas rendeu projeção global à história. Atualmente, o paciente é intensamente procurado por toda a imprensa mundial, tendo a agenda tomada por palestras e grandes entrevistas a portais, agências de notícias e importantes redes de televisão de fora do país.
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Apesar do sucesso estelar e do frenesi causado na comunidade global, há um grave alerta social emitido durante a conversa na rádio. O paciente denunciou a existência de golpistas e informou categoricamente que a cientista Dra. Tatiana Lobo não mantém nenhum perfil ativo em redes sociais. A reportagem confirmou que as contas existentes hoje no Instagram atribuídas a ela configuram perfis falsos e de propagação de fake news.

Bruno, o primeiro tetraplégico a receber a polilaminina, está reabilitado. Foto: Arquivo Pessoal
Por fim, vale ressaltar que as autoridades sanitárias e os pesquisadores mantêm protocolos estritos. O medicamento transformador segue catalogado em rígida fase experimental. Até o atual momento, a substância é indicada e autorizada apenas para pessoas vítimas de lesões medulares do tipo "completa". A janela ideal estipulada para a aplicação da polilaminina é de até 72 horas seguintes ao trauma grave, havendo, no entanto, certa margem de manobra para o "uso compassivo" no prazo máximo de até 90 dias – sempre com exigência de detalhado laudo e prescrição médica. Casos onde a lesão já se tornou crônica, infelizmente, ainda não fazem parte do escopo atual deste experimento.
Veja o vídeo:
Vídeo: Reprodução Redes Sociais
Reportagem Aristides dos Santos / Crédito das informações e imagens: UFRJ, FAPERJ e informações institucionais do Laboratório Cristália
Algumas informações: 📶 Difusora SJN 📻 97,3 FM / BRMetaverso / Terra Fatos / UFRJ
📝 Síntese da Notícia
🧬 Avanço Científico: O brasileiro Bruno Drummond (31) tornou-se o primeiro paciente na história humana a reverter um quadro de tetraplegia completo.
🔬 O Medicamento: A responsável pelo feito é a "Polilaminina", derivada da placenta humana, desenvolvida ao longo de mais de 20 anos pela Dra. Tatiana Sampaio, pesquisadora da UFRJ.
🏃 O Resultado: Bruno relatou em entrevista que já está quase 100% recuperado, realizando proezas impensáveis antes, como andar, correr e nadar, precisando apenas de uma única dose durante a cirurgia.
⚠️ Restrições: O tratamento segue experimental, sendo indicado apenas para lesões medulares completas recentes (ideal até 72h do acidente, máximo de 90 dias). Lesões crônicas ainda não estão contempladas nesta fase.
🚫 Alerta de Fraude: Foi denunciado que perfis atribuídos à Dra. Tatiana Sampaio no Instagram são falsos, pois a pesquisadora não utiliza redes sociais.
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