Pode cortar o verme em 10 pedaços e 10 novos vermes irão aparecer, de acordo com biólogo. Animal é comum no sudeste da Ásia, mas chegou ao Brasil.
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O biólogo Henrique Abrahão reforçou o alerta em relação à presença do verme de martelo em terras brasileiras. Esse animal é originário do sudeste da Ásia, mas está se espalhando pelo mundo, chegando ao Brasil.
É uma ameaça considerável, em razão do seu poder destrutivo.
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-Animal é imortal: corte em 10 pedaços e 10 outros aparecerão-
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Trata-se de um verme chato, uma espécie de planária que devora outros vermes, se alimenta de semelhantes e até de si próprio.
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Verme cabeça de martelo: imortal
O curioso é que, para matar esse animal, não basta ações como cortá-lo ao meio, por exemplo. Isso nem mesmo é recomendável, porque ela se regenera.
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Quer dizer que, ao cortar um verme cabeça chata ao meio, estaremos gerando dois deles.
Esse animal é portador de uma toxina que pode matar.
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Não diretamente, mas, por exemplo, em caso de manuseio, levando a mão à boca em seguida. Além disso, sua presa favorita é a minhoca, importante na saúde da terra.
Daí a preocupação com o ecossistema.
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Veja também: Cuidado com o peixe-leão: espécie invasora e venenosa ameaça mar brasileiro
Animal é considerado um risco para a sobrevivência de espécies marítimas do Brasil.
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Apesar da beleza sem igual do peixe-leão, a espécie invasora que foi encontrada no mar brasileiro preocupa especialistas.
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Isso porque o animal come diversos tipos de peixes, pequenos e grandes, mas por não fazer parte da cadeia alimentar dos animais marinhos do Brasil, pode trazer desequilíbrio ambiental.
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Peixe-leão é admirado pela beleza
Pescadores de Itamaracá, no litoral norte do Grande Recife, em Pernambuco, capturaram dois peixes-leão. Os animais caíram em uma armadilha de pesca conhecida como corvo. No dia seguinte, mais um foi encontrado no estado vizinho da Paraíba.
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Conforme o Portal R7, os dois exemplares do litoral pernambucano foram entregues às autoridades da prefeitura da cidade. Isso porque o peixe-leão é uma espécie invasora, venenosa, com alta capacidade de reprodução e apetite raro para devorar pequenos frutos do mar e peixes até maiores do que ele.
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Como mencionado anteriormente, a espécie invasora não tem predadores na cadeia alimentar no mar do país. Como ela não faz parte da biodiversidade brasileira, os peixes e animais maiores locais ainda não a reconhecem como presa.
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Por isso, se não for contida, ela poderá se transformar, em pouco tempo, numa ameaça real ao equilíbrio de vários animais da biodiversidade marítima do Brasil.
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O estrago poderá ser considerável, sobretudo, no entorno de ilhas e arquipélagos, alertam os pesquisadores. Infelizmente, o ritmo da invasão começa a acelerar.
Ironicamente, o peixe-leão é um dos mais belos seres vivos dos oceanos.
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Desejado anteriormente por criadores de todo o mundo, tem barbatanas exuberantes e o corpo marcado por pequenas bolas e cores, do marrom ao amarelo, passando por vermelho e azul, às vezes alternadas por listras brancas ou em tons mais claros. Sua beleza atrai desavisados para o perigo.
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Ele nada pausadamente, com elegância suprema. Adulto, atinge em média entre 25 e 30 centímetros de comprimento. No contato com o ser humano, o risco se deve ao conjunto dos 18 espinhos venenosos que carrega, naturalmente disfarçados, no dorso e nas regiões pélvica e anal.
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-Peixe Leão-
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Acidentes com humanos
“O peixe-leão não toma a iniciativa de atacar humanos, mas interagir com ele é perigoso. Seus espinhos têm uma peçonha, um veneno que provoca vermelhidão, dor de cabeça, necrose na área atingida e, no limite, gera convulsões e choque anafilático”, alerta a coordenadora do Projeto Conservação Recifal, Gislaine Lima. Náuseas, fraqueza e disfunção muscular, respiração ofegante, dor intensa e edema no local são outros sintomas comuns.
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O primeiro acidente com um peixe-leão na costa brasileira foi registrado em Barroquinha, no litoral norte do Ceará, em abril de 2022.
Um pescador teve sete perfurações num pé ao pisar em um deles num cercado de pesca, informou o Diário do Nordeste. Foi internado com febre e convulsões. Barroquinha fica na divisa com o Piauí, outro estado onde ao menos um exemplar da espécie foi encontrado.
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Peixe-leão é nativo do Indo-Pacífico
No caso de Arraial do Cabo, especialistas suspeitam que o exemplar tenha sido deixado no mar por algum criador, mas isso não foi comprovado. Em um estudo publicado pela revista especializada internacional Biological Invasions, sete pesquisadores brasileiros analisaram as possibilidades de entrada, soltura ou nascimento da espécie na faixa oceânica do país.
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O peixe-leão é uma espécie nativa do Indo-Pacífico, faixa oceânica que vai desde o Pacífico, entre a costa da América do Sul e a Austrália, até o litoral leste da África. Na década de 1980, ele conseguiu se estabelecer no oceano Atlântico. Antes das localizações em Pernambuco, Paraíba, Piauí e Ceará, cinco exemplares haviam sido capturados em águas brasileiras.
Dois no litoral de Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do estado do Rio, um no arquipélago de Fernando de Noronha e os outros dois em armadilhas de pescador a 200 quilômetros de distância do litoral do Amapá, na pluma do Amazonas, área de contato da água doce do rio com sal do mar.
Algumas informações: NDMais
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