Emily confessa o crime, que diz ter cometido praticamente sozinha. “Sozinha, segurei os dois e matei (…) Só foi puxar para a mata, fui eu mesmo”. “Não dei tiro, só foi faca”.
Segundo a Polícia Civil, ela seria integrante de uma facção criminosa do Rio de Janeiro que tenta se estabelecer no estado da Paraíba.
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Presa por matar e decapitar dois jovens em Bayeux, na Paraíba, a ex-lutadora de karatê Emily Gabriely da Silva Vieira, de 20 anos, confessou o crime à polícia e também assumiu a autoria de outro assassinato na região.
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As vítimas, identificadas como Wendes de Caldas Silva, de 24 anos, e Renan Douglas da Silva Xavier, de 16, desapareceram no início de julho. Seus corpos foram encontrados dias depois, em uma área de mata.
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Vítimas encontradas decapitadas. Foto: Reprodução Redes Sociais
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Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra o momento em que Emily confessa o crime, que diz ter cometido praticamente sozinha.
A criminosa seria gerente do tráfico de drogas na região de Bayeux e está envolvida em uma série de homicídios.
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“Sozinha, segurei os dois e matei (…) Só foi puxar para a mata, fui eu mesmo”, diz a mulher em um trecho da filmagem. Ao ser indagada sobre as armas utilizadas no crime, ela responde: “Não dei tiro, só foi faca”.
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Ex-lutadora e campeã de karatê, Emily foi presa por agentes da 4ª Delegacia Seccional e do Núcleo de Homicídios de Bayeux. Segundo a Polícia Civil, ela seria integrante de uma facção criminosa do Rio de Janeiro que tenta se estabelecer no estado da Paraíba.
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No ato da prisão, os policiais apreenderam drogas, duas armas de fogo e roupas camufladas. Um homem que estava no local com Emily também foi preso, e portava um revólver.
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Foto: Polícia Civil / Divulgação
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O delegado Diego Garcia, responsável pelas investigações, afirmou que Emily diz ter matado e decapitado Wendes e Renan por ter encontrado figurinhas de uma facção rival no celular deles.
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Segundo Diego, a mulher abordou os jovens, os interrogou e decidiu verificar o aparelho de celular. Ao se deparar com as figurinhas que faziam referência a outra facção, decidiu executá-los.
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Ainda de acordo com a emissora paraibana, Emily foi atleta de karatê e fez seletiva para a Seleção Brasileira de Karatê, época na qual chegou a representar a Paraíba em campeonatos.
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Foto: Polícia Civil / Divulgação
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Foto com fuzil
Após a prisão de Emily, uma imagem na qual ela aparece com um fuzil na mão viralizou nas redes sociais.
Segundo a Polícia Civil, o registro foi feito em uma favela do Rio de Janeiro, onde a criminosa esteve para aprender com os grandes chefes da facção à qual pertence.
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Foto: Reprodução Redes Sociais
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Passado como carateca
Emily foi atleta de karatê e já fez seletiva para Seleção Brasileira de Karatê, representando a Paraíba em campeonatos.
Em interrogatório, ele disse ter ido ao Rio de Janeiro para aprender com o Comando Vermelho e que acabou ganhando confiança dos chefes da organização. Ela abandonou o esporte e entrou para o mundo do crime há cerca de um ano.
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Foto: Reprodução Redes Sociais
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Veja o vídeo quando ela confessa os crimes:
Vídeo: Reprodução Redes Sociais
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Entenda o caso: Perícia confirma que corpos encontrados em Bayeux são de jovens desaparecidos
Análise das impressões digitais realizada pelos papiloscopistas Carlo Viegas e Carlos Renan confirmou a identidade dos corpos encontrados, no município de Bayeux, região metropolitana de João Pessoa.
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Trata-se de Renan Douglas Silva Xavier, de 16 anos, e Wendes de Caldas Silva, de 25 anos, que foram localizados amarrados e decapitados, enterrados em uma cova rasa na Mata do Xém-Xém. Os jovens estavam desaparecidos.
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A confirmação da identidade dos corpos foi possível devido ao trabalho meticuloso dos especialistas, considerando o estado avançado de decomposição.
O desaparecimento dos jovens foi registrado pela família. Um protesto realizado por familiares cobrava respostas sobre o caso. Uma outra manifestação pedia justiça pela morte da dupla.
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A Polícia Civil continua a investigação para esclarecer as circunstâncias do crime e identificar os responsáveis.
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Foto: Reprodução
Algumas informações: TV Tacima / Polícia Civil da Paraíba
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