Por: Cerqueiras Notícias - Felipe

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Vídeo: Ex-atleta da Seleção de Basquete 3x3 é preso após agredir namorada com 61 socos em Natal (RN)

Crime registrado por câmeras de segurança gera comoção nacional e é investigado como tentativa de feminicídio.

O ex-jogador da seleção brasileira de basquete 3x3, Igor Eduardo Pereira Cabral, de 29 anos, foi preso em flagrante no último sábado, dia 26 de julho, por volta das 16h, após agredir violentamente sua namorada, Juliana Garcia dos Santos, de 27 anos, dentro do elevador de um condomínio de luxo localizado no bairro de Ponta Negra, em Natal, capital do Rio Grande do Norte.

Homem que espancou covardemente a ex-namorada em Natal é ex-jogador de  basquete | Portal 96fm

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Segundo informações da Polícia Civil, o agressor desferiu 61 socos contra a vítima, que saiu do elevador com o rosto desfigurado e foi socorrida por moradores. Juliana permanece internada em estado grave no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel. Logo após o ocorrido, Igor Cabral foi detido pela polícia no local e preso em flagrante.

mixvale.com.br/2025/07/2...

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As câmeras de segurança do edifício registraram toda a sequência da agressão, que aconteceu em um curto espaço de tempo e sem possibilidade de defesa por parte da vítima. O vídeo circulou nas redes sociais e causou forte comoção entre internautas, autoridades e entidades de direitos humanos.

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A Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (DEAM) está conduzindo as investigações. O crime foi inicialmente registrado como tentativa de feminicídio, e a prisão em flagrante de Igor Cabral foi convertida em preventiva durante audiência de custódia realizada no domingo (27 de Julho).

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Juliana, segundo boletim médico, segue internada, apresentando múltiplas fraturas na face, além de hematomas e lesões internas. Ela passou por procedimentos de estabilização e deve ser submetida a cirurgias reparadoras nos próximos dias.

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O delegado responsável pelo caso classificou o ato como "extremamente violento" e destacou que a investigação corre em caráter prioritário. A Polícia ainda avalia se houve episódios anteriores de agressão que não foram denunciados.

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Após a repercussão do caso, Igor desativou seus perfis nas redes sociais. O ex-atleta havia representado o Brasil em competições internacionais de basquete na categoria 3x3, mas estava afastado do esporte profissional.

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Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Norte informou que o caso será tratado com o rigor previsto pela Lei Maria da Penha e que novas diligências estão em curso para reunir elementos adicionais.

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O caso provocou reações de indignação em diferentes setores da sociedade. Movimentos feministas e organizações de defesa dos direitos das mulheres realizaram manifestações virtuais exigindo punição exemplar e mais efetividade nas políticas de proteção à mulher.

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A ONG Mulheres por Justiça, com atuação nacional, afirmou em comunicado que "a violência de gênero precisa ser enfrentada com firmeza pelas instituições, e o país não pode mais tolerar a impunidade nesses casos".

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Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que, em 2024, o Brasil registrou mais de 1.400 feminicídios. Especialistas afirmam que a subnotificação e a dificuldade de acesso a medidas protetivas contribuem para a escalada desses crimes.

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O condomínio onde ocorreu a agressão declarou, por meio de sua administração, que está colaborando com as investigações e que já entregou todas as imagens de segurança às autoridades.

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A família de Juliana ainda não se pronunciou oficialmente. Amigos próximos disseram que a vítima não havia relatado episódios anteriores de violência, mas que recentemente vinha demonstrando sinais de isolamento.

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Mundo das Utilidades

O Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte acompanha o caso e pode apresentar denúncia formal nos próximos dias. A expectativa é de que o inquérito policial seja concluído dentro do prazo legal.

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Até o momento, Igor Cabral permanece custodiado em unidade prisional da capital potiguar, à disposição da Justiça. O processo tramita em segredo de Justiça, como previsto em casos que envolvem violência doméstica.

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BibiCar

Casos de violência contra a mulher, como o ocorrido em Natal, infelizmente fazem parte de uma realidade recorrente no Brasil. Muitas agressões acontecem dentro de ambientes privados, onde o agressor se sente protegido pela intimidade do relacionamento e pela impunidade. Em diversas situações, há um histórico de abuso psicológico, controle emocional e ameaças que precedem a agressão física, dificultando que a vítima consiga denunciar com segurança.

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De acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o país registra uma média de um feminicídio a cada sete horas. A maioria desses crimes é cometida por companheiros ou ex-companheiros, revelando um padrão estrutural de violência baseada em desigualdade de poder, machismo e possessividade. A normalização de comportamentos abusivos ainda é um grande obstáculo para a prevenção eficaz desses crimes.

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Irmãos Gonçalves

A prevenção da violência de gênero exige uma combinação de políticas públicas, educação e ação comunitária. É essencial investir em campanhas de conscientização, formação sobre equidade de gênero desde o ensino básico, capacitação de agentes públicos e fortalecimento da rede de proteção à mulher. A aplicação efetiva da Lei Maria da Penha e o acesso rápido a medidas protetivas também são cruciais para impedir a escalada da violência.

Veja o vídeo:

Vídeo: Reprodução Redes Sociais

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Irmãos Gonçalves

Além disso, é necessário criar ambientes onde mulheres se sintam seguras para relatar abusos, sem medo de represálias ou julgamentos. A sociedade tem papel fundamental em acolher essas denúncias e romper o silêncio que muitas vezes protege os agressores. Somente com envolvimento coletivo e compromisso institucional será possível reduzir os índices alarmantes de violência contra a mulher no Brasil.

Algumas Informações: CNN Brasil / notorios.pod (Instagram)


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A Palavra Morde no Portal

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