Ação do casal, Eduardo e Paloma, levantou suspeitas no dia do crime. Eles foram presos tentando fugir do país, em um automóvel com 14g de skunk, uma variação de droga mais potente que maconha. (Veja o vídeo no final da matéria)
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A Polícia Civil do Espírito Santo divulgou, na quinta-feira (21 de novembro), um vídeo do ex-funcionário do Banco do Brasil, preso com R$ 1,5 milhão em dinheiro, agindo na agência, no dia do furto.
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Eduardo Barbosa Oliveira, de 43 anos, trabalhava na tesouraria da instituição financeira há 12 anos.

Paloma aparece de roxo no vídeo enquanto Eduardo, de vermelho. (Foto: PCES)
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De acordo com as autoridades, algumas ações chamaram a atenção, como:
- a alteração da senha do cofre da agência,
- a compra de um carro usado na fuga – com o dinheiro furtado – e
- a preparação de uma mudança, com objetos da casa embalados e quitação de dívidas.
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Além de Eduardo, a esposa dele, Paloma Duarte Tolentino, de 29 anos, também foi presa.
As gravações mostram o homem saindo da agência, no final do expediente, por volta das 17h, com uma caixa de papelão.
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Segundo a polícia, o dinheiro furtado da tesouraria estava dentro do objeto. Nas imagens, também foi possível ver que, naquele dia, Paloma esteve no local para depositar R$ 74 mil.
A investigação indicou que o valor também foi levado do banco e utilizado para a compra do veículo utilizado na fuga do casal.
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Paloma Duarte Tolentino, de 29 anos, fez a publicação um mês antes do crime que,
segundo a polícia, ela planejou com Eduardo Barbosa Oliveira. — Foto: Reprodução
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Denúncia
Eduardo trabalhava na Agência Estilo, na Praia do Canto, em Vitória.
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A investigação começou após a gerente da Agência Central do Banco do Brasil, na capital do Espírito Santo, procurar a polícia, na tarde da segunda-feira (18 de novembro), e registrar o furto.
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“Fomos à agência, na Praia do Canto, e percebemos que, de fato, havia sido subtraído um valor de aproximadamente R$ 1,5 milhão. Quando visualizamos imagens das câmeras vimos que se tratava de um gerente da instituição."
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"Não tivemos acesso ao cofre, porque além de furtar, ele também trocou a senha“, contou o chefe do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic) e titular da Delegacia Especializada de Roubo a Banco (DRB), Delegado Gabriel Monteiro.
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Para descobrir o modelo do carro alugado pelo casal, as autoridades foram à concessionária onde Paloma efetuou a compra e conseguiram identificar a placa do automóvel.
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Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), eles foram presos em menos de três horas após a denúncia.
A dupla foi detida no mesmo dia da denúncia, no Rio Grande do Sul, após dirigir por 2 mil e 200 quilômetros, de Vitória até Santa Cruz, no estado gaúcho.
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Eduardo e Paloma estavam a, aproximadamente, 247 quilômetros da fronteira do Brasil com o Uruguai, destino traçado para a fuga.
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No veículo, também estavam dois animais de estimação, um cachorro e um gato. Segundo Monteiro, a forma como os suspeitos agiram reforça a ideia de que todo o crime havia sido premeditado.
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“Na delegacia, ele se reservou ao direito de ficar em silêncio, mas com todo esse material probatório não resta dúvida de que ele estava querendo fugir com o esse numerário. O que causou estranheza, pois era um indivíduo que ocupava uma função alta no banco, com salário bom“, ressaltou o delegado.
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A polícia ainda apreendeu R$ 20 mil reais com a ex-esposa de Eduardo, que recebeu o valor antes da fuga do casal.
Segundo ela, o dinheiro era referente a um acordo do divórcio. A quantia furtada e o carro foram devolvidos para o Banco do Brasil.
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Eduardo e Paloma foram presos em flagrante pelos crimes de receptação, furto continuado e tentativa de evasão de dividas. O momento da apreensão do dinheiro também foi compartilhado pela PRF.
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Foto: Reprodução
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Versões diferentes para a origem do dinheiro
Diferentes versões também foram apresentadas na hora em que o casal foi abordado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul.
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Eduardo informou que os valores encontrados no carro eram provenientes da venda de um imóvel e da rescisão contratual com o banco em que trabalhava.
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Já Paloma disse que trabalhava como frentista em um posto de gasolina. Também afirmou ter comprado à vista o veículo em que eles estavam.
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No porta-luvas do veículo, dentro de uma nécessaire, foram encontrados 14g de skunk, uma variação de droga mais potente que maconha, que Paloma disse ser dela.
Foto: Reprodução
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Veja o momento em que Eduardo sai do banco com o dinheiro em uma caixa de papelão:
Vídeo: Reprodução Redes Sociais
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Veja o momento da prisão do casal, feita pela Polícia Rodoviária Federal:
Vídeo: Reprodução Redes Sociais
Algumas informações: Universo OnLine / TV Gazeta
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