Isabel Veloso, de 17 anos, participou do podcast Inteligência Ltda, nessa terça-feira (9/4), e contou a sua história. A influenciadora vive com um câncer terminal.
No papo com o apresentador Rogério Vilela, a jovem respondeu a uma pergunta sobre a morte e emocionou.
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“Eu sei que quando eu me for, vai ser um momento muito de alívio, mas eu sei que eu não vou ter mais lembrança nenhuma, mas eles vão, vocês vão. Eu nem falaria nada, eu só pediria que vivam, que respirem por mim o que eu não pude respirar, que vivam o que eu não mude viver, que amem o que eu não pude amar. Aproveitem seu filho como eu nunca vou poder viver a experiência… Só vivam”, disse ela.
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Na entrevista, Isabel Veloso também respondeu sobre como os pais e a família lidam com a situação. “Foi um choque pra todo mundo. Apesar de eu estar muito tempo doente, quando veio o diagnóstico foi um choque pra todo mundo. Quando me falaram, eu dei risada, mas minha risada é de nervoso, de desespero”, disse ela.
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“Foi um choque muito grande. Minha família foi a minha base, se não fosse o amor da minha família, eu não estaria aqui. Minha mãe abriu mão do trabalho dela pra ficar comigo no hospital, minha irmã me dando apoio também, meu pai… Você ver que a sua família tá ali por você é o que mais vale”, completou.
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(...)pior que na primeira vez. Por um lado, eu fico um pouco aliviada com o diagnóstico por saber que não vou ficar sofrendo e nem me sentindo um rato de laboratório”, disparou.
A jovem que hoje acumula mais de 1 milhão de seguidores, contou que a família não gosta de exposição, mas sabe o quanto eles sofrem.
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“As pessoas perguntam porque eu não mostro a minha família. Minha família não gosta de exposição, e eu respeito. Eu posto foto, os vejo todo dia, mas se eles não gostam, não vou ficar forçando. Mas a minha família sofre muito. Sei que na minha frente não, mas nas costas sim. Não conseguem imaginar a filha deles morrendo”, disse ela.
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Veja o vídeo:
Vídeo: Reprodução Redes Sociais
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Quem é Isabel Veloso, jovem de 17 anos que está com câncer terminal

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A história de uma adolescente de 17 anos, nascida no Paraná, que enfrente um câncer terminal e tem apenas 4 meses de vida tem conquistado cada vez mais seguidores nas redes sociais.
E a própria paciente, Isabel Veloso, é quem tem compartilhado com o público sobre seu diagnóstico e outras realizações em sua vida.
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A jovem recebeu o diagnóstico de um linfoma de Hodgkin aos 15 anos. Ela chegou a fazer quimioterapia e transplante de medula óssea, e, em novembro de 2023, alcançou a cura. Mas, três meses depois, a doença voltou de forma mais agressiva.
De acordo com Isabel, os exames apresentaram um tumor de 17 centímetros que pega parte do coração e pulmão.
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Além de querer viajar bastante enquanto ainda está “por aqui”, como ela costuma falar, Isabel vai realizar outro sonho nos próximos dias: no sábado (13/4), ela vai se casar com o noivo, Lucas Borbas. Já festa será realizada no domingo seguinte, dia 22.
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No dia 1º de março, a jovem contou que recebeu uma previsão dos médicos e se declarou para o noivo: “Dessa vez o câncer conseguiu. Apenas desejo que esses próximos e últimos 6 meses sejam os mais felizes e mais sinceros dos nossos corações. Meu amor, hoje eu entendo que não vim ao mundo para ser curada, mas para curar”, começou.
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E completou: “Mas, mesmo assim, saiba que você foi a cura mais bonita da minh’alma. Eu o amo, mais que tudo que possa existir nessa terra. Meu eterno marido, namorado, melhor amigo fiel e companheiro. Até que a morte nos separe. Desde sempre e para sempre. Eu te amo, Lucas Borbas ”, finalizou.
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Isabel Veloso e seu companheiro Lucas Borbas / Foto: Redes Sociais
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Tumor estabilizado
Isabela também usou a rede social para dar uma boa notícia. A jovem informou que o crescimento do seu tumor está estabilizado.
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"Fui fazer uma tomografia e estou bem feliz com o resultado, mostrou que o tumor está estabilizado no crescimento, ainda está pequeno, está dando certo, quem sabe fico mais tempo por aqui. Estou muito feliz com isso. Queria agradecer vocês por cada mensagem de carinho que recebi antes de realizar a tomografia", revelou.
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Isabel Veloso / Foto: Redes Sociais
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Estabilização do Câncer Terminal: Controlando a Progressão para uma Melhor Qualidade de Vida
Quando se fala em câncer terminal estabilizado, estamos nos referindo a uma situação em que a progressão do câncer é interrompida ou desacelerada de forma significativa. Isso pode ocorrer através de tratamentos médicos, como quimioterapia, radioterapia, imunoterapia, terapia-alvo ou uma combinação dessas abordagens.
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Quando um câncer é considerado terminal, significa que ele atingiu um estágio avançado e que não há mais cura possível. No entanto, mesmo nesses casos, é possível controlar a doença, melhorar a qualidade de vida do paciente e prolongar sua sobrevida através de tratamentos paliativos.
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A estabilização do câncer terminal é um conceito importante, pois indica que, embora a doença ainda esteja presente, ela não está se espalhando tão rapidamente ou causando tantos danos ao corpo do paciente. Isso pode permitir que o paciente viva por um período mais longo com uma melhor qualidade de vida.
Os médicos avaliam a estabilização do câncer através de vários métodos, como exames de imagem (como tomografias e ressonâncias magnéticas), marcadores tumorais no sangue e avaliação dos sintomas relatados pelo paciente. Quando esses indicadores mostram que a doença não está progredindo de forma agressiva, é considerado que o câncer está estabilizado.
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É importante ressaltar que a estabilização do câncer não significa cura. O câncer ainda está presente no corpo e pode continuar a crescer ou se espalhar no futuro.
Por isso, é fundamental que o paciente continue a receber acompanhamento médico regular e siga o plano de tratamento recomendado para controlar a doença da melhor maneira possível.
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Além dos tratamentos médicos, o suporte emocional e psicológico também desempenha um papel crucial no cuidado de pacientes com câncer terminal estabilizado. Isso inclui o apoio da família, cuidadores, grupos de apoio e profissionais de saúde especializados em cuidados paliativos.
Em resumo, a estabilização do câncer terminal representa uma fase em que a progressão da doença é controlada, permitindo que o paciente viva com uma melhor qualidade de vida por um período prolongado. No entanto, é importante manter um acompanhamento médico contínuo e cuidados integrados para garantir o bem-estar físico, emocional e social do paciente.
Algumas informações: Jornal Metrópole / Gshow
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