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Vídeos (Pesadelo no Mar): Empresário e Pescador Capixaba ficam Perdidos, Gravam Vídeo Emocionante de Despedida e são Resgatados por Rebocador

Após pesadelo no mar, empresário do ES pede companheira em casamento. Ele e o amigo saíram para pescar em Anchieta / ES. O motor da lancha parou de funcionar e eles ficaram à deriva até serem resgatados em São João da Barra, no Norte do Rio de Janeiro. 

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Depois de voltar para casa após ficar 50 horas à deriva em alto-mar, o empresário Maikel Araujo dos Santos, criador do Macakids, pediu a companheira Fernanda Duarte em casamento. A surpresa foi flagrada pela cunhada dele, a capitão do Corpo de Bombeiros Carla Andresa, que publicou o momento nas redes sociais na noite de quarta-feira (1º de outubro).

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"Queria aproveitar esse momento, ver a guerreira que você é, e te pedir em casamento", disse ele, após contar que, quando estava em alto-mar, gravou um vídeo se despedindo da companheira por achar que não seria mais resgatado. "O arrependimento que eu sentia era algo tão grande, porque eu sabia que a chance de eu morrer era muito grande e eu não poderia falar para ela o quanto que ela é especial, que mudou minha vida e o quanto eu amava ela", lembrou.

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Fernanda está grávida de uma menina.

Veja o vídeo:

Vídeo: Reprodução Redes Sociais

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"Vou lutar para voltar", diz empresário em vídeo de despedida

O empresário Maikel Araújo, criador do 'Macakids', gravou um vídeo se despedindo da família, enquanto ele e o amigo Ronald Menezes estavam desaparecidos em alto-mar, após a embarcação dar pane no último domingo (28 de setembro), em Anchieta, no Litoral Sul capixaba. Registros também foram feitos quando eles foram resgatados, na terça-feira (30), na altura do município de São João da Barra, no Norte Fluminense.

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No vídeo de despedida, Maikel se emociona ao lembrar que não poderia ver a filha nascer. Ele também se declarou à esposa Fernanda e pediu desculpas aos familiares por tudo.

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O empresário também destacou que iria seguir firme até conseguir o resgate. "Eu vou lutar bravamente para poder voltar", disse. Maikel ainda destacou os problemas causados pela pane da lancha e que estava cogitando em nadar até a costa para conseguir resgate.

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Veja o vídeo emocionante de despedida gravado por ele:

Vídeo: Reprodução Redes Sociais

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Pescadores do ES improvisaram vela com roupas após pane em lancha em alto-mar

Após o motor da lancha em que estavam sofrer uma pane em alto-mar, Maikel Araujo dos Santos, criador do Macakids, e o montador de móveis Ronald Menezes improvisaram uma vela, usando roupas, para que a embarcação continuasse se movendo com a força do vento. Eles fizeram um vídeo mostrando a "gambiarra".

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A dupla, que havia saído para pescar em Anchieta, no Sul do Espírito Santo, no domingo (28), foi empurrada até São João da Barra, no Estado do Rio de Janeiro, onde foram localizados na terça-feira (30) por um navio mercante. Para sobreviver, os dois comeram peixe cru que pescaram no oceano e racionaram água.

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Empresário e pescador resgatados no RJ narram apreensão vivida em alto-mar

O empresário Maikel Araujo dos Santos, criador do Macakids, e o montador de móveis Ronald Menezes, resgatados com vida após dois dias à deriva em alto-mar, narraram, nesta quarta-feira (1º), os momentos de angústia e apreensão após o motor da lancha em que estavam sofrer uma pane na volta para casa.

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A dupla, cuja embarcação foi arrastada pelo vento até o Estado do Rio de Janeiro, foi resgatada por um rebocador na tarde de terça (30), e foi trazida de volta ao Espírito Santo pelo Corpo de Bombeiros capixaba.

'Muito desesperador': confira relato de criador do Macakids e piloto resgatados

Foto: Reprodução

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Em que momento vocês perceberam (que não iam conseguir voltar)?

Ronald: Em cinco minutos que começamos a voltar para casa, o motor parou total. Aí o Maikel disse: 'meu Deus do céu'. Ele foi olhar e falou: 'deu ruim'. Quando olhei para trás, ele disse que o motor tinha parado. Tentamos descobrir a causa para ter parado o motor, mas infelizmente não achamos o motivo real, apagou tudo. Até o rádio apagou. Se o rádio não tivesse apagado, a gente teria como acionar o socorro. A gente conseguiu fazer uma chamada com o rádio antes de apagar, tinha duas embarcações bem próximas da gente, (a cerca de) uma milha (1,6 km).

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Então vocês já iam voltar? 
Maikel: Sim, por volta das 16h falei: 'vamos voltar'. O barco estava cheio, foi uma pescaria abençoada. Aí navegamos cinco milhas voltando e deu a pane. Na mesma hora joguei os ferros porque sabia que o vento estava bem mais forte. Mas tarde o vento começou a entrar e no dia seguinte sabia que o vento ia ser mais bravo ainda. Quando joguei os ferros para segurar a lancha, ele parou ali e foi a hora que fiz contato com os quatro barcos próximos, só que ninguém respondeu. Eu sinalizei, mas não estavam vendo (a gente). Aí escureceu. Falaram com meu irmão que as embarcações viram a nossa lanterna, mas acharam que outro (barco) estava mais perto e foram deixando paro outro, e ninguém foi atrás. Na manhã seguinte tive noção da grandeza das ondas e estávamos mais longe. Andamos sete milhas em uma noite. Em São Tomé eu ia me arriscar nadando, porque mais para frente ia ser mais difícil ser encontrado. O rebocador que me fez mudar de ideia. Um momento de desespero foi o avião da FAB passando em cima da gente e não nos viu. Ontem, por volta de 11h, ele passou pertinho. AÍ desesperamos porque, se eles não nos vissem, ninguém ia ver e nós acenamos. Os rebocadores nos viram, mas acharam que nós estávamos pescando. Eu pensava em como a cabeça deles (família) estava sem saber uma notícia nossa. A situação deles era mais desesperadora que a nossa por nem saber se iam achar o nosso corpo.

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Enquanto vocês não viam avião, não viam barco, nada, o que vocês faziam? 
Maikel: Nós orávamos, orávamos muito. Tínhamos feito uma pescaria muito farta, não tínhamos levado comida, mas ele (Ronald) limpou os peixes, fez filés, aí a gente molhava na água salgada e comíamos. O peixe dava uma força para gente ainda. No segundo dia a gente estava exausto, porque a gente jogava ferro, puxava ferro, montava vela e fazia sinal, e ia cansando porque não tinha nem água (suficiente). 

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A gente ficou mais de 24 horas sem beber água. Essa pescaria é muito rápida, eu faço toda semana. Eu vou, levo três, quatro horas, volto. A gente levou o básico. Aí ficou difícil a situação. A gente aguenta ficar, mas sem a água… a gente não sabia quanto tempo ia ficar. Ronald usou as roupas para fazer um veleiro, como se fosse uma vela. Costurou as roupas com a habilidade dele. Se não fosse isso, nem sei aonde a gente ia chegar. Ele improvisou uma vela com as camisas e essa vela criava um balão assim que empurrava a gente, nos aproximando um pouco da costa.

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E como era a lancha de vocês? 
Maikel: Usamos há quatro ou cinco anos, e o motor nunca fez um barulho diferente. O mecânico que cuida do motor é extremamente diligente (cuidadoso) com trabalho dele. Eu só quero comemorar, agradecer por estar vivendo de novo. Acho que a primeira coisa que vem é isso e, depois, com a perícia, tentar entender o que aconteceu.

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O que motivou vocês a não desistir? 
Ronald: Jesus. A fé da gente era muito grande. Muitas vezes estávamos conversando, eu desanimava e ele me animava. Fomos agarrando um no outro. Eu tenho certeza, falei com ele, que na segunda à tarde tem muita gente orando pela nossa vida e Deus vai dar uma solução, ele não vai desamparar a gente, ele vai enviar um anjo para resgatar a gente. Até me surpreendi porque, geralmente, no mar, eu sinto muita fome e passo mal se não como, mas não senti fome nem sede.

É mesmo? 
Maikel: A gente se perguntava se tava com sede e não estávamos. No segundo dia senti o corpo muito fraco e vi que teria que comer e aí comi o peixe

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Como foi o contato com o resgate? 
Maikel: Foi muito emocionante, eu filmei ele (Ronald), filmei a vela falando “olha a vela que ele fez e onde nos levou”. O rebocador estava com a mesma reação dos outros e andarem um pouco para frente, a gente ficou gelado, era a última esperança de não precisar nadar vários quilômetros, e aí eles deram ré. Eu mergulho há trinta anos, e nunca tinha pegado o mar que peguei na segunda-feira. A velocidade do vento, eu nunca tinha pego dessa forma. E não diminuiu. Na terça-feira estava mais ou menos da mesma forma. E para gente ser resgatado pelo rebocador, a lancha ia lá em cima e voltava, caia uns quatro, cinco metros de queda livre. E eu não queria nem saber da lancha, eu falei que podia deixar a lancha porque eu só queria pegar o celular e ligar para e falar que estava vivo. A sensação era só de comemorar e que se dane a lancha. E quando jogaram a escadinha, eu me agarrei para não cair, meio fraco, e eu sentei no chão do rebocador e só chorava. A sensação de alívio. Os rebocadores me abraçaram e eu só chorando. Tentaram me dar água, mas nem bebi água, eu só pedi o telefone, pedi para me deixarem ligar para o meu pai, eu não lembrava o número da minha esposa. Eles sabiam do nosso desaparecimento, mas estavam “ah, era só mais um pescador (nas proximidades), que acontece sempre”. Aí quando nos olharam falaram “ah, acho que são vocês que estão anunciando toda hora.”

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Irmãos Gonçalves

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Veja o vídeo do momento do resgate:

Vídeo: Reprodução Redes Sociais

Algumas informações: A Gazeta


A Palavra Morde no Portal

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