Sem consentimento, indústria farmacêutica vigia milhões de receitas médicas
O ciclo vicioso da medicina. Começa de forma inocente: você vai até o balcão da farmácia com uma receita, o balconista consulta a disponibilidade dos produtos e, sem você saber, anota o número do registro profissional médico, o CRM. Foi dada a largada para um esquema multimilionário de captura de dados, escreve Amanda Rossi, "espécie de Big Brother das receitas", que segue para duas empresas especializadas.