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Vídeo: Dica de Saúde - Cecília Monnerat - Exame Preventivo

ADEUS PAPANICOLAU? Entenda por que o Ministério da Saúde recomenda novo exame para rastreio do câncer de colo do útero

Ginecologista Cecília Monnerat explica que o teste molecular (PCR) para HPV passa a ser o principal método de prevenção; exame é mais preciso e permite intervalos maiores entre as coletas.

Muitas mulheres têm se perguntado: "Eu não preciso mais fazer o preventivo?". A dúvida surge em meio às novas diretrizes do Ministério da Saúde para o rastreamento do câncer de colo do útero. Para esclarecer essa mudança fundamental na saúde feminina, a ginecologista e obstetra Cecília Monnerat explicou como funciona o novo protocolo e por que ele é considerado mais seguro.

Tradicionalmente, o exame de rastreio utilizado era o Papanicolau (ou Citologia Oncótica). Segundo a médica, esse método avaliava as células do colo do útero em busca de lesões causadas pelo vírus HPV que pudessem evoluir para um câncer. No entanto, a nova recomendação técnica substitui o Papanicolau como exame inicial pelo PCR do HPV.

Como funciona o novo método?
A grande diferença é que, em vez de procurar a lesão já instalada, o novo exame busca a presença do vírus. "O PCR do HPV vai avaliar se tem HPV no colo do útero", explica Dra. Cecília. O fluxo de atendimento muda da seguinte forma:

  • Realiza-se o PCR do HPV.
  • Se der Negativo: A paciente só precisa repetir o exame daqui a 5 anos.
  • Se der Positivo: Somente neste caso a paciente será submetida ao Papanicolau para investigar se o vírus causou alguma lesão.

Por que mudou?
A especialista destaca que a mudança visa aumentar a segurança do diagnóstico. O teste molecular (PCR) é muito mais específico e possui uma taxa menor de resultados "falsos negativos". Ou seja, o método antigo (Papanicolau) apresentava um risco maior de a paciente ter uma lesão e ela não ser detectada no exame visual das células.

Alerta importante
Apesar da evolução tecnológica no rastreio do câncer, Dra. Cecília Monnerat faz um alerta fundamental: nem o Papanicolau e nem o PCR do HPV servem para diagnosticar infecções ginecológicas comuns. "Reforçando o óbvio, exames de rastreio não servem para ver candidíase, vaginose ou infecções sexualmente transmissíveis", conclui.

Veja o vídeo:

Vídeo: Reprodução Redes Sociais

Dra. Cecília Monnerat – Ginecologista e Obstetra 
📍 Endereço: Clínica Monerat – Rua Belizário Silva, 90 – Bairro Fátima 
📱 WhatsApp: (32) 3449-4319

📝 Síntese da reportagem
🏥 A Mudança: O Ministério da Saúde recomenda o PCR do HPV como exame preferencial de rastreio, substituindo o Papanicolau na triagem inicial.
🧬 O Novo Exame: O PCR detecta a presença do vírus HPV. Se for negativo, o próximo exame é só em 5 anos.
🔬 O Papanicolau: Agora só é feito se o PCR der positivo, para investigar lesões.
✅ Vantagem: O PCR é mais seguro e tem menos risco de "falso negativo" (erro de diagnóstico).
⚠️ Atenção: Esses exames não detectam candidíase, vaginose ou outras ISTs, apenas rastreiam o câncer/HPV.


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