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Adiar início do pagamento da dívida de Minas com União evita 'colapso financeiro', diz Governo Zema; Entenda o caso

Atualmente, a dívida está em R$ 165 bilhões.

A liminar que prorroga a suspensão do pagamento da dívida de Minas com a União foi comemorada pelo Governo do Estado. Segundo o Executivo estadual, a medida evita um colapso financeiro. A decisão foi dada nesta quinta-feira (1) pelo ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF). A ampliação vai até o julgamento pelo Plenário da Corte, previsto para 28 de agosto. 

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Atualmente, a dívida está em R$ 165 bilhões. Segundo o Estado, caso a medida não fosse tomada, seria necessário arcar com o pagamento de R$ 8 bilhões, em 2024, e R$ 22 bilhões, em 2025. Conforme o governo mineiro, os pagamentos têm sido feitos, com parcelas mensais de R$ 200 milhões. Até o momento foram quitados R$ 6,7 bilhões.

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"O Governo de Minas agradece a sensibilidade do ministro Nunes Marques", informou nota do governo Zema, que ainda destaca o papel de deputados estaduais que poderiam ter votado o Regime de Recuperação Fiscal (RRF) no primeiro dia de retorno do recesso legislativo, caso necessário.

Em sua decisão, Nunes Marques destacou que é preciso "privilegiar a busca por uma solução consensual entre os entes políticos, sobretudo em virtude da possibilidade de homologação de acordo nos autos". 

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Entenda mais sobre o caso:

STF adia prazo para Minas começar pagar dívida com União

Prorrogação da data votação de regime fiscal.

O ministro Kássio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), adiou para 28 de agosto o prazo para adesão de Minas ao Regime de Recuperação Fiscal (RFF). É a quinta vez que a data para retomada do pagamento é prorrogada. A dívida do Estado com a União chega a R$ 165 bilhões. 

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Nesta quinta-feira (1º), Nunes Marques atendeu, parcialmente, o pedido feito pelo governador Romeu Zema (Novo) e remeteu a decisão para análise no Plenário da Corte. A decisão em Brasília afetou os trabalhos na Assembleia Legislativa de Minas (ALMG), que voltou às atividades nesta quinta após recesso de férias.

A reunião de Plenário foi encerrada pelo presidente da Casa, deputado Tadeu Martins Leite (MDB), imediatamente após a divulgação de decisão do ministro.

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O PL 1.202/19, de autoria do governador Romeu Zema, foi apresentado como uma alternativa para evitar a retomada desse pagamento, algo que o chefe do Executivo mineiro aponta como uma ameaça de colapso financeiro, que poderia impedir até mesmo a devida prestação de serviços públicos pelo Estado.

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Apesar de o presidente da Assembleia de Minas, deputado Tadeu Martins Leite, não ter descartado a aprovação do projeto, ele já afirmou que a proposta de adesão ao Regime de Recuperação Fiscal é vista pelos deputados como uma última opção. Isso porque ela apenas suspende o pagamento da dívida principal, que é retomado paulatinamente ao longo de nove anos.  Ao final desse processo, estima-se que o problema seria ainda maior, com uma dívida acumulada de R$ 210 bilhões.

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A proposta preferida dos deputados estaduais é o Programa de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados (Propag), apresentado pelo presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), após negociações entre os governos estadual e federal, com a participação direta da Assembleia de Minas e do Senado.

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Irmãos Gonçalves

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A previsão é de que o Propag comece a tramitar no Senado neste mês de agosto. No entanto, o prazo fixado pelo Supremo Tribunal Federal para a adesão de Minas Gerais ao RRF terminava nesta quinta-feira (1º/8/24). Com a nova prorrogação decidida nesta quinta-feira pelo ministro Nunes Marques, a Assembleia ganha mais tempo para decidir a respeito da votação do PL1.202/19.

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A crítica dos deputados ao Regime de Recuperação Fiscal é no sentido de que ele só permite um alívio temporário no pagamento da dívida do Estado com a União, não ocorrendo qualquer abatimento no montante a ser pago ou mudança nos indexadores. Isso ampliaria o débito de Minas dos atuais R$ 165 bilhões para R$ 210 bilhões ao final dos nove anos de duração do RRF.

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Já o Propag oferece um abatimento de mais de 20% da dívida por meio da federalização de empresas públicas. Além disso, entre outros pontos, prevê que até 1% dos juros da dívida seja revertido em investimentos no estado devedor e a aplicação da mesma porcentagem em fundo compartilhado, que atenderia a todos os estados.

Prorrogação da Data de Votação do Regime Fiscal

O ministro Kássio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), adiou para 28 de agosto o prazo para adesão de Minas ao Regime de Recuperação Fiscal (RFF). É a quinta vez que a data para retomada do pagamento é prorrogada. A dívida do Estado com a União chega a R$ 165 bilhões.

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Nesta quinta-feira (1º), Nunes Marques atendeu parcialmente o pedido feito pelo governador Romeu Zema (Novo) e remeteu a decisão para análise no Plenário da Corte. A decisão em Brasília afetou os trabalhos na Assembleia Legislativa de Minas (ALMG), que voltou às atividades nesta quinta após recesso de férias. A reunião de Plenário foi encerrada pelo presidente da Casa, deputado Tadeu Martins Leite (MDB), imediatamente após a divulgação da decisão do ministro.

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O PL 1.202/19, de autoria do governador Romeu Zema, foi apresentado como uma alternativa para evitar a retomada desse pagamento, algo que o chefe do Executivo mineiro aponta como uma ameaça de colapso financeiro, que poderia impedir até mesmo a devida prestação de serviços públicos pelo Estado.

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Apesar de o presidente da Assembleia de Minas, deputado Tadeu Martins Leite, não ter descartado a aprovação do projeto, ele já afirmou que a proposta de adesão ao Regime de Recuperação Fiscal é vista pelos deputados como uma última opção. Isso porque ela apenas suspende o pagamento da dívida principal, que é retomado paulatinamente ao longo de nove anos. Ao final desse processo, estima-se que o problema seria ainda maior, com uma dívida acumulada de R$ 210 bilhões.

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W Aluminium

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A proposta preferida dos deputados estaduais é o Programa de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados (Propag), apresentado pelo presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), após negociações entre os governos estadual e federal, com a participação direta da Assembleia de Minas e do Senado.

A previsão é de que o Propag comece a tramitar no Senado neste mês de agosto. No entanto, o prazo fixado pelo Supremo Tribunal Federal para a adesão de Minas Gerais ao RRF terminava nesta quinta-feira (1º/8/24). Com a nova prorrogação decidida nesta quinta-feira pelo ministro Nunes Marques, a Assembleia ganha mais tempo para decidir a respeito da votação do PL1.202/19.

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A crítica dos deputados ao Regime de Recuperação Fiscal é no sentido de que ele só permite um alívio temporário no pagamento da dívida do Estado com a União, não ocorrendo qualquer abatimento no montante a ser pago ou mudança nos indexadores. Isso ampliaria o débito de Minas dos atuais R$ 165 bilhões para R$ 210 bilhões ao final dos nove anos de duração do RRF.

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Mundo das Utilidades

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Já o Propag oferece um abatimento de mais de 20% da dívida por meio da federalização de empresas públicas. Além disso, entre outros pontos, prevê que até 1% dos juros da dívida seja revertido em investimentos no estado devedor e a aplicação da mesma porcentagem em fundo compartilhado, que atenderia a todos os estados.

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Comparação com Outros Estados

Outros estados brasileiros também enfrentam desafios semelhantes no gerenciamento de suas dívidas com a União. O Rio de Janeiro, por exemplo, aderiu ao Regime de Recuperação Fiscal e, embora tenha obtido algum alívio temporário, enfrenta críticas por não conseguir reduzir efetivamente sua dívida de longo prazo. Estados como Goiás e Rio Grande do Sul também estão em processos semelhantes, buscando alternativas para equilibrar suas finanças sem comprometer a prestação de serviços públicos.

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BibiCar

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A comparação com a situação de Minas Gerais mostra que, embora o RRF ofereça um alívio imediato, ele não resolve o problema estrutural da dívida. Em contraste, estados que implementaram programas de reestruturação de dívidas com abatimentos significativos e mudanças nos indexadores das dívidas têm mostrado resultados mais promissores a longo prazo.

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Impactos Sociais e Econômicos

A dívida crescente de Minas Gerais tem impactos diretos sobre a população. A necessidade de alocar recursos para o pagamento da dívida limita a capacidade do estado de investir em áreas essenciais como saúde, educação e infraestrutura. Se a adesão ao RRF for aprovada, há um risco de que, ao final dos nove anos, o estado enfrente um colapso financeiro ainda maior, afetando a qualidade e a disponibilidade de serviços públicos.

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Por outro lado, a implementação do Propag pode liberar recursos significativos para investimentos, melhorando a economia local e proporcionando um ambiente mais favorável para o desenvolvimento social. A federalização de empresas públicas e o reinvestimento de parte dos juros da dívida podem estimular o crescimento econômico e criar empregos, beneficiando diretamente a população mineira.

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Visão Política e Legislativa

O debate sobre o Regime de Recuperação Fiscal versus o Propag tem gerado divisões significativas na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Enquanto o governador Romeu Zema defende o RRF como uma medida necessária para evitar um colapso imediato, muitos deputados veem essa solução como uma medida paliativa que apenas adia o problema.

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Irmãos Gonçalves

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O presidente da Assembleia, Tadeu Martins Leite, juntamente com outros deputados, argumenta que o Propag oferece uma solução mais sustentável a longo prazo. A prorrogação da data para a decisão, concedida pelo STF, permite um tempo adicional para que os legisladores considerem todas as opções e busquem um consenso que melhor atenda aos interesses do estado.

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A Palavra Morde no Portal

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A prorrogação da data de votação do Regime de Recuperação Fiscal oferece uma oportunidade crucial para Minas Gerais reavaliar suas opções. Comparando com outros estados e considerando os impactos sociais e econômicos, fica claro que a decisão não deve ser tomada de forma precipitada. A escolha entre o RRF e o Propag terá implicações profundas para o futuro financeiro e social do estado. A visão política e legislativa desempenha um papel fundamental nesse processo, e é essencial que todas as partes envolvidas trabalhem em conjunto para encontrar a solução mais viável e sustentável. O futuro de Minas Gerais depende de uma decisão informada e estratégica que equilibre o alívio imediato com a sustentabilidade a longo prazo.

Algumas Informações: Portal Hoje em Dia
Direitos Autorais Imagem de Capa: Felipe Sampaio / SCO / STF/ Divulgação


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