Avanço acelerado da doença em 2026 já supera números da última década, leva à ampliação da vacinação e coloca autoridades em alerta após morte suspeita
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Juiz de Fora vive um cenário preocupante na saúde pública com o avanço expressivo dos casos de hepatite A ao longo de 2026, consolidando-se como o principal epicentro da doença em Minas Gerais.
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Dados recentes apontam que o município já registra 729 casos confirmados, sendo 114 novos diagnósticos em apenas oito dias, ou seja, um ritmo que evidencia a rápida disseminação do vírus.
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Com isso, a cidade passou a concentrar cerca de 70% de todos os casos registrados no estado neste ano, acendendo um alerta entre autoridades de saúde.

Foto: Reprodução
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O crescimento é considerado fora do padrão. O número atual já ultrapassa a soma de todos os casos registrados entre 2016 e 2025 e representa um aumento de 1.925% em comparação com 2025, quando houve apenas 36 confirmações.
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A situação chama ainda mais atenção pelo fato de que, em anos recentes como 2021 e 2022, Juiz de Fora não registrou nenhum caso da doença.
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A circulação do vírus ocorre em diversas regiões da cidade, com maior concentração nas áreas Central e Sul, onde há maior fluxo de pessoas.
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Em meio ao aumento dos casos, a Prefeitura investiga a morte de uma mulher de 60 anos com suspeita de hepatite A. Ela estava internada no Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus e morreu na madrugada de quinta-feira.
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Diante do avanço, o município ampliou a estratégia de vacinação, incluindo novos grupos prioritários para tentar conter a transmissão.

Foto: Reprodução
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Podem se vacinar crianças de 15 meses a menores de 5 anos não imunizadas, gestantes, pessoas com doenças hepáticas, imunossuprimidos e usuários de PrEP.
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Também estão incluídos contatos domiciliares não vacinados, entre 11 e 39 anos, e contatos sexuais de pessoas infectadas, independentemente da idade.

Foto: Reprodução
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A hepatite A é uma infecção viral que atinge o fígado e é transmitida principalmente por via fecal-oral, geralmente associada ao consumo de água ou alimentos contaminados, além de poder ocorrer por contato íntimo.
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O período de incubação varia entre 15 e 50 dias, o que pode dificultar a identificação da origem da infecção.
Entre os principais sintomas estão:
- pele e olhos amarelados (icterícia);
- urina escura e fezes claras;
- cansaço, náuseas e vômitos;
- dor abdominal e febre baixa.
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Ao apresentar esses sinais, a orientação é procurar imediatamente atendimento em uma unidade de saúde para diagnóstico e acompanhamento adequado.

Foto: Reprodução
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Para conter o avanço da doença, as autoridades intensificaram medidas como testagem, distribuição de hipoclorito de sódio, inspeções sanitárias e campanhas de conscientização, reforçando a importância da higiene, do consumo de água tratada e do cuidado no preparo dos alimentos.
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Algumas informações: Folha JF
📝 Síntese da Matéria
📈 Surto Histórico: A cidade de Juiz de Fora enfrenta um avanço alarmante de hepatite A em 2026, concentrando 70% de todos os registros da doença em Minas Gerais. O município já contabiliza 729 casos (um aumento de 1.925% em relação a 2025), superando a soma de infecções de toda a última década.
⚠️ Óbito e Disseminação: A transmissão acelerada — com 114 novos diagnósticos em apenas oito dias — atinge com maior força as regiões Central e Sul da cidade. As autoridades de saúde investigam a morte de uma mulher de 60 anos com suspeita da infecção.
🦠 Transmissão e Sintomas: A hepatite A afeta o fígado e é transmitida principalmente por via fecal-oral (consumo de água/alimentos contaminados ou contato íntimo). Os principais sintomas incluem pele e olhos amarelados (icterícia), urina escura, fezes claras, dor abdominal, fadiga e náuseas.
💉 Medidas de Contenção: Para frear o contágio, a Prefeitura ampliou os grupos prioritários para vacinação (incluindo crianças pequenas, gestantes, imunossuprimidos, contatos domiciliares não vacinados e contatos sexuais de infectados). Também foram intensificadas ações de testagem, inspeções sanitárias e distribuição de hipoclorito de sódio.
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