Ação do Gaeco e da Polícia Militar cumpre mandados de prisão na Zona da Mata; explosivos, armas e munições foram apreendidos.
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A manhã da quarta-feira, 4 de março, foi marcada por uma intensa mobilização policial na Zona da Mata mineira. As forças de segurança deflagraram a segunda fase da Operação Arlequina, uma grande ofensiva que tem o objetivo central de desarticular uma perigosa organização criminosa atuante na cidade de Viçosa e nos municípios vizinhos.
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A força-tarefa é coordenada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) — por meio da atuação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) regional e da 4ª Promotoria de Justiça de Viçosa — em ação conjunta com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG).
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Para garantir o sucesso das buscas, o contingente empregado na operação de hoje é robusto: participam da ação cerca de 80 policiais militares, diversos servidores do Ministério Público e quatro promotores de Justiça.
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Foto: Reprodução
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Execução na APAC e arsenal do crime
A organização criminosa alvo da operação desta quarta-feira é investigada por espalhar violência na região. Segundo as autoridades, o grupo é suspeito de envolvimento direto em diversos homicídios que ocorreram recentemente na microrregião.
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O crime de maior repercussão atribuído à facção foi uma execução realizada dentro das próprias dependências da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC) de Viçosa.
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Durante o cumprimento dos mandados de busca, apreensão e de prisão preventiva expedidos para hoje, duas pessoas acabaram presas em flagrante pelas equipes policiais.
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O material apreendido em posse dos criminosos revela o nível de periculosidade do bando. Foram localizados artefatos explosivos, diversas munições, um revólver calibre .38, uma espingarda calibre .20, uma capa de colete, uma balança digital e quatro aparelhos celulares, além de outros itens que auxiliarão no andamento das investigações.
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APAC de Viçosa. Foto: Reprodução
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Retrospecto: O cerco à líder do tráfico
A ação de hoje é a continuidade de um duro golpe aplicado ao crime organizado no ano passado. A primeira fase da Operação Arlequina ocorreu em 25 de setembro de 2025. Na época, o alvo principal era capturar a maior traficante da região de Viçosa e o seu grupo.
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As investigações do Gaeco descobriram que a quadrilha possuía laços com uma organização criminosa interestadual e estava planejando executar um policial penal que trabalhava na Zona da Mata.
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Durante a tentativa de prisão naquela primeira fase, a líder do esquema criminoso reagiu à abordagem da polícia, entrou em confronto com as guarnições e acabou morrendo. A investida de setembro cumpriu 15 mandados de busca e apreensão, sete mandados de prisão preventiva e interditou um imóvel usado para fins criminosos nas cidades de Viçosa e Cajuri.
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Somando as duas fases da Operação Arlequina, o Poder Judiciário da Comarca de Viçosa já expediu 16 mandados de busca e oito ordens de prisão a pedido do MPMG. A expectativa é que o Ministério Público divulgue mais detalhes e o balanço final da ação de hoje nas próximas horas.
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Foto: MPMG / Divulgação
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Fontes das Informações: Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG)
📝 Síntese: Operação Arlequina II
🚓 A Operação: MPMG (via Gaeco) e a Polícia Militar deflagraram nesta quarta-feira (4) a segunda fase da operação em Viçosa.
🎯 Os Crimes: O grupo é suspeito de cometer assassinatos recentes na região, incluindo a execução de uma pessoa dentro da APAC de Viçosa.
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💣 Prisões e Apreensões: Além dos mandados cumpridos, houve duas prisões em flagrante. A polícia apreendeu explosivos, um revólver .38, uma espingarda .20, munições e colete.
👥 Efetivo: A ação de hoje conta com cerca de 80 PMs, 4 promotores de Justiça e servidores do MP.
⏪ Relembre a Fase 1: Deflagrada em setembro de 2025 para prender a principal traficante da região, que planejava matar um policial penal. A líder da facção reagiu à abordagem policial e morreu em confronto.
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