Três pessoas da mesma família foram encontradas mortas dentro de um apartamento no Bairro Barro Preto, Região Centro-Sul de Belo Horizonte, na tarde desta sexta-feira (09 de Maio).

Foto: Divulgação/ Google Maps
Segundo a Polícia Militar, os corpos da avó, Cristina Antonini de 66 anos, a mãe, Daniela Antonini de 40 anos, e a neta, Giovanna de 2 anos, estavam em cima da cama junto com quatro cachorros mortos. O apartamento fica no 13º andar de um prédio localizado na Rua Mato Grosso.
A criança sofria de uma doença chamada “atresia do esôfago”, condição em que o esôfago não se desenvolve completamente, e precisava de uma sonda no estômago para se alimentar.
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Foto: Divulgação/ Google Maps
No interior do apartamento foi encontrada uma carta escrita por Daniela, na carta Daniela pedia desculpas e ralatava estar passando por dificuldades financeiras, disse que vivia uma situação conturbada com o pai de seua filha e que estava sem dinheiro para custear o tratamneto da criança.
A Polícia Militar foi acionada pela síndica do prédio, Raquel Moreira, depois de ter recebido uma ligação da avó paterna do bebê, no final da manhã desta sexta-feira. A avó dizia que não estava conseguindo fazer contato com a família.
A administradora do condomínio conta que também havia notado a ausência das moradoras, que teriam sido vistas pela última vez no último sábado (03 de Maio).
Os policiais precisaram arrombar a porta, que estava trancada pelo lado de dentro, para entrar no apartamento que fica no 13º andar do prédio. Todas as janelas estavam fechadas. Os corpos não tinham sinais de violência.
Segundo a síndica, a avó foi até o prédio em busca de informações sobre a ex-nora, nesta quinta-feira (08 de Maio). O porteiro disse a ela que desde o último domingo não via a família.
No interior do apartamento, os policiais encontrataram três bandejas com carvão queimado, o que levanta a hipótese de intoxicação por monóxido de carbono como possível causa das mortes.

Foto: Divulgação
Acidentes envolvendo gás e fumaça tóxica, como o monóxido de carbono (CO), são silenciosos e potencialmente fatais. A exposição ao gás CO pode causar sintomas leves, como dores de cabeça e tontura, até efeitos graves, incluindo perda de consciência e morte.
Caso em Uberlândia
Em agosto de 2024, quatro pessoas da mesma família — pai, mãe e dois filhos — morreram em circunstâncias parecidas, em Uberlândia. Segundo a Defesa Civil, o vazamento de gás de um aquecedor doméstico mal instalado teria causado a liberação de monóxido de carbono no ambiente.
Na época, a residência também apresentava sinais de isolamento inadequado, o que impediu a dissipação do gás. Assim como em Belo Horizonte, todas as vítimas foram encontradas já sem vida dentro do apartamento.
As circunstâncias das mortes estão sendo averiguadas, mas investigação aponta possível intoxicação. Segundo uma amiga da família, avó e filha sofriam de depressão.
Os corpos das vítimas foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para exames de necropsia, que poderão ajudar a esclarecer as circunstâncias da tragédia. A Polícia Civil de Minas Gerais assumiu a investigação e busca entender o contexto da mortes.
Assita o vídeo da retirada dos corpos:
Veja o vídeo:
Vídeo: Reprodução Redes Sociais
Algumas Informações: G1.globo/ Record News
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