Confira ao vivo a coletiva da Polícia Civil sobre o caso da professora Soraya. Matteos França, de 32 anos, confessa ter matado a mãe, a professora de historia Soraya Tatiana Bonfim França. (Veja o vídeo no final da matéria)
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O filho da professora Soraya Tatiana Bomfim encontrada morta sob um viaduto em Vespasiano, na Grande BH, confessou à Polícia Civil de Minas Gerais ter cometido o assassinato da mãe.
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Em entrevista coletiva à imprensa na tarde desta sexta-feira, a delegada Ana Paula Rodrigues de Oliveira, do Núcleo de Feminicídio, disse que Matteos França disse que dívidas relacionadas a jogos online teriam resultado em uma série de desavenças entre os dois nos últimos dias.
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Matteos foi preso em casa na tarde desta sexta-feira (25 de julho). Segundo a polícia, vários pontos do crime ainda precisam ser esclarecidos. O filho da vítima teria a esganado até a morte e uma suspeita é que ele teria forjado um estupro para não ser incriminado. A professora foi encontrada sem calcinha no local em que ele desovou o corpo.
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Segundo a Polícia Civil, não há indícios de que Soraya tenha sido vítima de violência sexual. O próprio filho teria levado o corpo para Vespasiano no porta-malas para desová-lo.
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Foto: Reprodução Redes Sociais
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Choro durante entrevista
Na última terça-feira (22/7) Matteos chorou ao falar a respeito da relação que tinha com a mãe. Ele chegou a classificá-la como uma pessoa amorosa e que não tinha desavenças com ninguém. O homem chegou a afirmar que a família não tinha ideia do que pode ter acontecido com a mulher.
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Matteos teria sido a última pessoa a vê-la, ainda na noite da sexta-feira (18/7), quando saía para uma viagem para a Serra do Cipó, Distrito de Santana do Riacho, na Região Central do estado.
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Desde o primeiro momento, as pessoas próximas da professora procuraram imagens de segurança que pudessem responder a alguma pergunta sobre onde ela estaria e como saiu de casa.
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À Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), durante registro de pessoa desaparecida, na noite de sábado (19/7), Matteos afirmou que chegou a olhar as câmeras do prédio em que Tati morava e não havia sinais de que ela teria saído do prédio, de carro ou a pé.
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De acordo com ele, as gravações mostraram que, entre a noite de sexta-feira e a manhã de sábado, dois veículos ficaram parados próximo ao portão social. No entanto, conforme relato do filho, não foi possível identificar a placa e se alguma pessoa entrou ou saiu dos carros.
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“Estamos esperando alguma resposta. Não consigo expressar o que estamos sentido de outro jeito que não seja perdidos e devastados. Queremos respostas. Queremos conseguir que ela descanse em paz”, disse o filho, à reportagem.
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Foto: Reprodução Redes Sociais
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Entenda o caso
Segundo a Polícia Militar, o corpo de Soraya Tatiana Bonfim foi encontrado no dia 20, parcialmente coberto por um lençol e a vítima vestia apenas a parte de cima de uma roupa, uma blusa cinza. A perícia da Polícia Civil, que esteve no local, constatou marcas que se assemelham a queimaduras na parte interna das coxas da vítima.
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Ainda segundo o registro policial, havia manchas de sangue e há suspeita de que a professora possa ter sofrido violência sexual. A causa da morte, no entanto, só será confirmada após exames no Instituto Médico-Legal (IML). Nenhum documento foi encontrado junto ao corpo, apenas um óculos escuro.
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O desaparecimento
O filho da professora, um homem de 32 anos, registrou o desaparecimento da mãe no sábado (19). Ele relatou à polícia que a viu pela última vez por volta das 20h de sexta-feira, quando saiu de casa para uma viagem. Segundo o filho, Soraya estava na sala, vestindo uma camisola cinza.
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O homem sentiu falta da mãe quando tentou falar com ela, por telefone, durante a manhã de sábado, mas não teve sucesso. Ele pediu que uma tia fosse até o apartamento da família, mas o imóvel estava trancado. Um chaveiro foi chamado para arrombar a porta e o local estava intacto, sem sinais de crime.
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O filho voltou para a capital mineira e registrou um boletim de ocorrência. Após a localização de um corpo em Vespasiano, no domingo, a polícia suspeitou que poderia ser da professora desaparecida em BH. O filho foi chamado e fez o reconhecimento do corpo da mãe no IML.
Veja o vídeo:
Vídeo: Reprodução Redes Sociais
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Confira ao vivo a coletiva da Polícia Civil sobre o caso da professora Soraya:
Vídeo: Reprodução Redes Sociais
Veja o vídeo:
Vídeo: Reprodução Redes Sociais
Algumas informações: Estado de Minas / O Tempo / BHAZ
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