A família que morreu após o carro em que estavam ser atingido por uma prancha de reboque, na MGC-452. (Veja o vídeo no final da matéria).
Foto: Reprodução Redes Sociais
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A família viajava para Uberlândia para realizar um tratamento dentário.
O trágico acidente ocorreu no perímetro de Tupaciguara, no Triângulo Mineiro, na tarde da quarta-feira (19 de fevereiro).
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De acordo com a Polícia Militar Rodoviária (PMR), o motorista da caminhonete relatou que o carro da família seguia no sentido contrário da via, quando houve uma batida lateral.
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Foto: Polícia Militar Rodoviária / Divulgação
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Com o impacto, o reboque que estava acoplado na caminhonete se desprendeu e atravessou o carro das vítimas. A versão foi a mesma relatada pelo passageiro da caminhonete.
Nenhum dos ocupantes do carro de passeio sobreviveu e três das vítimas foram decapitadas. Entre as vítimas estavam um casal, sendo o motorista e a companheira dele, e o bebê deles. Também estavam no carro a mãe do motorista e o filho mais novo dela, uma criança de 10 anos.
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Da esquerda para a direita: Ana Paula Lopes, Cesar Augusto, Maria Eduarda Marques, Juliano Lopes e Eduardo Augusto — Foto: Redes sociais/Reprodução
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As vítimas são:
- César Augusto Lopes Silva, de 25 anos (motorista do carro),
- Ana Paula Lopes de Oliveira, de 41 anos (mãe de César e passageira do banco da frente),
- Maria Eduarda Silva Marques, de 22 anos (companheira de César e passageira do banco traseiro),
- Eduardo Augusto Marques Lopes, faria 2 anos no próximo mês (filho do casal, que estava na cadeirinha infantil),
- Juliano Cesar Lopes da Silva, de 10 anos (filho de Ana Paula e irmão do motorista)
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A família era de Tupaciguara e estava viajando para Uberlândia para o acompanhamento de tratamento dentário de uma das vítimas.
Os cinco estão sendo velados na cidade natal desde a madrugada da quinta-feira (20 de fevereiro), na Funerária Liv, e o sepultamento ocorreu ainda nesta manhã no cemitério da cidade.
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Motorista tentou prestar socorro
O motorista da caminhonete, de 42 anos, ficou desesperado ao ver o que tinha acontecido. Ele tentou prestar socorro às vítimas, mas não permaneceu no local.
O homem foi identificado e se apresentou em uma base policial em seguida, afirmando que deixou a cena por medo de represálias dos familiares das vítimas.
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Ele foi submetido ao teste do etilômetro, mas não foram encontrados resquícios de álcool. Ainda conforme a polícia, ele foi liberado por ter tentado prestar socorro e se apresentar espontaneamente na delegacia.
Segundo a polícia rodoviária, todos os veículos estavam em situação regular.
A suspeita é de que parte do estrutura que conectava o reboque à caminhonete tenha quebrado com o impacto, fazendo a prancha se soltar e causando o trágico acidente.
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Foi verificado ainda, pelos militares, que o acessório que acoplava os dois veículos ainda estava fixo no engate da caminhonete. Ele foi apreendido para perícia.
Polícia Civil está investigando o caso e irá determinar se a caminhonete poderia estar tracionando o reboque na rodovia.
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Veja o vídeo:
Vídeo: Reprodução Redes Sociais
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10 dicas fundamentais para o uso correto da carretinha reboque
Quem precisa levar um volume de carga maior do que o carro comporta, tanto a lazer quanto a trabalho, pode recorrer as reboques, popularmente chamados de carretinhas. Eles necessitam de algumas orientações e dicas para usar.
Para início de conversa os reboques são como um “puxadinho” do carro. Por esta razão, têm de atender às regras do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Além disso, o uso do equipamento requer cuidados por parte do motorista, não só na sua instalação e uso, como no comportamento ao volante
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Confira agora 10 dicas para usar a carretinha quando for pegar a estrada nas férias.
Itens básicos da carretinha
O CTB estabelece que os reboques devem ser equipados com diversos itens de segurança para poderem circular corretamente. O não cumprimento destas exigências prevê multa no valor de R$ 195,23, além de cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Foto: Reprodução
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Veja quais são os equipamentos obrigatórios nas carretinhas.
- lanternas de posição traseiras na cor vermelha
- luzes de freio na cor vermelha
- setas indicadoras de direção traseiras
- faixas refletivas vermelhas e brancas nas laterais e na traseira
- para-choque traseiro
- protetores das rodas traseiras
- freios de estacionamento e de serviço
- placa de identificação traseira com iluminação
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Qual o tamanho da carretinha?
Apenas veículos com capacidade máxima de tração com peso bruto total (PBT) de até 3.500 kg estão aptos a acoplarem carretinhas. O CTB estabelece limites de dimensões para os reboques. A largura máxima deve ser de até 2,6 metros, a altura máxima não deve exceder 4,4 metros, enquanto o comprimento máximo do veículo trator precisa ser de até 19,8 metros
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Não adianta comprar um reboque enorme e ele ficar com vários espaços vazios. Nem uma carretinha pequena e querer levar a casa dentro dela. Antes de escolher o equipamento, considere a quantidade média de bagagens e objetos que você queira levar.
Ainda é importante considerar bicicletas, motos náuticas, quadriciclos, motos etc. Ou, se for o caso, o tipo de carga que você precisa transportar, seja em caixas, pallets ou outro tipo de embalagem. Fique atento para não exceder a carga útil do reboque.
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Instalação
Para ter um reboque, é preciso ter a ponta de engate para tal. Esta deve ser instalada em oficina especializada e presa à estrutura do veículo – e não à chapa como o pino-bola que muita gente põe irregularmente por aí.
Os engates também devem obedecer algumas regras:
- ser de esfera maciça apropriada para o reboque
- ter instalação elétrica e tomada para conexão entre o veículo e a carretinha
- ter dispositivo para fixação da corrente de segurança do reboque
- o engate não pode ter pontas, superfícies cortantes e instrumentos de iluminação
- o fabricante do engate deve ser registrado no Inmetro
- o veículo deve ser apto a receber engate
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Como arrumar a carretinha?
Apesar de ter eixo e suspensão, a carretinha jamais terá um comportamento dinâmico como o do automóvel. Por isso, é importante fazer uma distribuição correta das bagagens ou da carga pelo reboque para não comprometer o equilíbrio do equipamento.
Tente preencher toda a superfície da carretinha de forma uniforme, com o centro de gravidade mais baixo e peso distribuído. O ideal é que, se for o caso, a maior parte dos objetos fique no fundo do reboque.
Lembre-se que nenhum objeto pode exceder os limites do equipamento e toda a carga/bagagem tem de estar fixada e amarrada para evitar deslocamentos durante o trajeto. Se estiver levando motocicletas e motos náuticas, posicione-as mais ao centro.
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Pneus e rodas da carretinha
Os pneus da carretinha têm calibragem específica, que deve ser obedecida conforme orientação do fabricante do reboque. Assim como o veículo, as rodas também devem ser balanceadas.
Ao volante
O uso da carretinha demanda outro comportamento do motorista. É importante ter ciência que o veículo está maior, mais pesado e com um “corpo estranho” que afeta toda a dinâmica do automóvel.
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A primeira ressalva é quanto às ultrapassagens na estrada. O carro ficou maior e mais pesado, o que demanda mais tempo para uma retomada do que em um automóvel sem o reboque. Então, em rodovias de pistas simples e mão dupla, só faça ultrapassagens em locais realmente permitidos e seguros, com boa visibilidade e sem nenhum veículo realmente na direção contrária.
Nas curvas
Atenção redobrada nas curvas também. A carretinha afeta a estabilidade do carro, que tende a “soltar” mais a traseira. Por isso, ande devagar e evite movimentos bruscos no volante – seja em curvas ou também em trechos retos.
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Velocidade máxima
Por falar em velocidade, a partir do momento em que se instala uma carretinha, o automóvel passa a ser enquadrado como um veículo de carga. Ou seja: está sujeito aos limites de velocidade da via para pesados.
Estacionamento
Vagas demarcadas na rua geralmente não permitem o estacionamento de veículos com reboque. A dica é parar o carro em uma área de carga e descarga, esvaziar a carretinha e depois se dirigir a um estacionamento. Lá, desengate o puxadinho e o estacione em local apropriado, assim como o veículo.
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Registro e documentação
Como visto, a carretinha demanda “vida própria”. O equipamento deve ser registrado no Detran para emissão do Certificado de Registro de Veículo (CRV), do Certificado de Registro de Licenciamento do Veículo (CRLV) e posterior emplacamento. Além disso, assim como o carro, o reboque também tem de pagar IPVA.
Algumas informações: TV Integração / Notícias Ubá / AutoPapo
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