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Vídeo: Minas Gerais - Pastor Estuprava Mulheres Após Culto e se Diz "Ungido de Deus"

Ao menos sete mulheres denunciaram Marco Aurélio da Silva Aires, de 51 anos. Ele presidia a Igreja Pentecostal Gideões de Fogo da Última Hora do bairro Jardim Vitória, em Belo Horizonte, e renunciou ao cargo após a repercussão dos casos. (Veja o vídeo no final da matéria).

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A Polícia Civil de Minas Gerais pediu a prisão preventiva do pastor Marco Aurélio da Silva Aires, de 51 anos. Ele é investigado por abusos sexuais de fiéis.

Imagem colorida, Polícia Civil pede prisão de pastor suspeito de abusar de fiéis em MG

Foto: Reprodução

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O líder religioso presidia a Igreja Pentecostal Gideões de Fogo da Última Hora do bairro Jardim Vitória, na Região Nordeste de Belo Horizonte, e renunciou ao cargo após a repercussão dos casos. Ao menos sete vítimas foram à delegacia para relatar os crimes

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Uso da palavra de Deus 
A Polícia Civil enviou sete inquéritos contra o pastor à Justiça, na segunda-feira (19 de maio), por estupro, violação sexual mediante fraude e importunação sexual. Os crimes teriam ocorrido entre 2003 e 2023, com mulheres que têm entre 31 e 50 anos atualmente.

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"Em todos os casos, ele agia com um modo de execução muito semelhante, enganando as vítimas. Esse pastor se utilizava da palavra de Deus, cometia esses atos nas dependências da igreja, antes ou após os cultos e durante momentos de oração", detalhou a delegada Larissa Mascotte.

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Segundo a instituição, o homem citava versículos bíblicos durante os abusos, dizia ser um "ungido de Deus" e afirmava que as vítimas não poderiam se opor a ele, sob pena de serem amaldiçoadas.

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"Ele tinha uma estratégia para se manter impune durante todo esse tempo, que era colocar as vítimas uma contra as outras. Ele criava uma inimizade entre elas para que uma não contasse do abuso para a outra e também para que, caso uma denunciasse, para que ninguém acreditasse", completou Mascotte.

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Conforme a delegada, Marco Aurélio da Silva Aires foi intimado a prestar depoimento ao longo das investigações, mas apresentou uma manifestação alegando que estava doente e se reservaria o direito de permanecer em silêncio.

Imagem

Marco Aurélio da Silva Aires. Foto: Reprodução Internet

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O pedido de prisão preventiva — medida cautelar que restringe a liberdade de uma pessoa durante o processo criminal, antes da condenação — será analisado pela Justiça.

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Relatos de violência 
"Eu indagava a Deus, será que ele fazia só comigo? Foi um momento de fraqueza que o servo de Deus teve, mas deve ser que ele não faz com mais ninguém". Com essas palavras, uma das mulheres que buscaram a Polícia Civil para denunciar o pastor relembrou os supostos abusos cometidos por ele.

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As vítimas disseram que os crimes teriam começado depois que o homem conquistou a confiança das frequentadoras dos cultos. Ao menos sete mulheres foram à Delegacia Especializada de Combate à Violência Sexual buscar amparo.

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"Ele falava que eu não precisava ficar assustada, que ele fazia tudo aquilo direcionado por Deus", disse uma das vítimas, que pediu para não ter a identidade revelada.

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De acordo com as denúncias, algumas violências ocorreram há mais de 15 anos. De lá para cá, o pastor teria feito ameaças e usado a fé de forma indevida, como a citação de passagens da Bíblia, para que as fiéis ficassem com medo e permanecessem caladas.

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Mundo das Utilidades

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"Ali eu era convertida, né?! Eu não tinha noção da vida ainda e tudo que era falado para mim eu acreditava", contou uma das mulheres. "Falava também que, se levantasse contra um ungido de Deus, a gente ia pagar por isso", relatou outra.

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O que fazer em caso de violência sexual?

  • Cuide da sua saúde física e psicológica, procurando um serviço de saúde para fazer a prevenção de infecções sexualmente transmissíveis, HIV/Aids, além da prevenção de uma gravidez indesejada. Para que os tratamentos tenham eficácia, o recomendado é iniciá-los no menor prazo possível, no máximo até 72 horas após a violência. Caso não consiga ir dentro desse período, ainda assim é importante buscar o atendimento de saúde para obter também apoio psicológico e encaminhamento para a assistência social, que são essenciais no processo de fortalecimento. 

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BibiCar

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  • Caso os postos de saúde não estejam devidamente preparados para recebê-la, solicite encaminhamento para um hospital de referência local ou ao hospital de emergência (pronto-socorro). 
  • No caso de uma gravidez decorrente do estupro, você tem o direito de interromper essa gestação em um hospital de referência no seu estado. É importante destacar que não é preciso apresentar boletim de ocorrência policial ou autorização judicial para ter acesso ao procedimento. Todos os documentos necessários serão coletados no próprio hospital. O importante é que você seja respeitada e não julgada em sua decisão. 

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  • Estupro é um crime: pela lei, toda pessoa submetida a ato sexual sem o seu consentimento é vítima de estupro, independentemente de seu comportamento social ou sexual. Portanto, se você foi vítima, saiba que tem o direito de buscar a responsabilização de quem cometeu a violência por meio da denúncia às autoridades policiais e do devido processo penal. 
  • Por mais difícil que seja, também é preciso pensar em uma questão importante: a preservação dos vestígios que comprovem o estupro. Embora possa ser doloroso, o recomendado é que, se possível, além das roupas usadas no momento da violência, sejam conservados todos os tipos de vestígios, em especial no corpo; é por isso que se recomenda que a vítima procure não tomar banho ou fazer qualquer tipo de higiene pessoal antes do registro e exame pericial. 

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Irmãos Gonçalves

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  • Quando for denunciar o crime em uma delegacia da polícia civil, por ser um momento difícil e doloroso, é muito importante contar com a companhia e o apoio de alguém de sua confiança. Após a denúncia, caso não tenha passado antes pelo atendimento médico, as autoridades policiais irão encaminhá-la a um hospital para realizar exames e receber os medicamentos necessários.
  • Denuncie para as autoridades policiais: quando se sentir preparada, você pode fazer uma denúncia nas delegacias da polícia civil e também pelo Ligue 180. Por ser um momento difícil e doloroso, é muito importante contar com a companhia e o apoio de alguém de sua confiança. Caso a autoridade policial se recuse a registrar o boletim de ocorrência, registre uma reclamação na ouvidoria do órgão.

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Irmãos Gonçalves

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Veja o vídeo:

Vídeo: Reprodução Redes Sociais

Algumas informações: G1 / Metrópoles


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A Palavra Morde no Portal

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