Veículo transportava alunos do 2º grau de uma escola de Pirapora que estavam em Ouro Preto, para uma excursão. (Veja o vídeo no final da matéria)
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Um ônibus de viagem perdeu o freio e bateu em diversos carros no Anel Rodoviário de Belo Horizonte, na tarde da sexta-feira (29 de novembro), o veículo estava repleto de estudantes que faziam uma excursão.
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A informação foi confirmada, no local do acidente, por militares do Corpo de Bombeiros que participaram do resgate dos feridos. Quinze carros foram atingidos pelo coletivo, e três deles capotaram.
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As informações da corporação indicam que os estudantes são da cidade de Pirapora, no Norte de Minas Gerais, que faziam uma viagem com a escola e passaram a noite em Ouro Preto, na região Central do Estado.
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A batida teria ocorrido durante a volta dos alunos para casa. Apesar do susto, nenhum dos passageiros do coletivo se feriram, conforme o capitão Luiz Fernando, da Polícia Militar Rodoviária (PMRv).
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Conforme as informações prestadas pelo motorista aos bombeiros, ele percebeu que perdeu o controle na altura do radar, já na descida do Betânia, em um ponto cerca de 800 metros após a área de escape.
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"Do que pudemos apurar, está tudo regular com o veículo. Não há nenhuma providência criminal para adotar contra o condutor. Mas ainda carece de perícia, para análise detalhada", detalhou o capitão.
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Foto: Divulgação
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Alunos estavam dormindo na hora da batida
No local do acidente, a reportagem conversou com alguns dos alunos que estavam dentro do ônibus que causou o acidente. Eles contaram que todos estavam dormindo e acordaram com o impacto.
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"Na hora que bateu no primeiro carro, todo mundo já acordou e começou a gritar. E aí começou a sucessão de batidas. Foi desesperador", contou uma das estudantes, que não será identificada.
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Foto: Divulgação
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O acidente
A batida aconteceu na altura do viaduto do Betânia, na região Oeste da capital mineira, por volta das 17h. Diversos veículos acabaram atingidos pelo ônibus, sendo que três deles acabaram capotando.
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Ao todo, cerca de 20 pessoas sofreram ferimentos leves e procuraram socorro por conta própria.
Outras quatro foram atendidas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), sendo que duas foram liberadas e outras duas encaminhadas para o Hospital de Pronto-Socorro (HPS) João XXIII, no Centro da capital mineira.
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Um motorista que passava pelo Anel Rodoviário na hora percebeu que o ônibus estava sem freio e fez uma filmagem que mostra o momento exato do impacto contra os veículos, que estavam parados no congestionamento na via.
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Veja o vídeo:
Vídeo: Reprodução Redes Sociais
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Anel Rodoviário (Belo Horizonte)
Anel Rodoviário (oficialmente, "Anel Rodoviário Celso Mello Azevedo") é uma via expressa da grande Belo Horizonte, construída nos anos 50 para desafogar o crescente tráfego de carga que passava pelo Centro de Belo Horizonte.
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Atualmente recebe fluxo diário de 120 mil veículos com aproximadamente 27km de extensão, se iniciando na união das rodovias BR-262 e BR-381, na altura dos bairros Goiânia e Nazaré, na porção Nordeste, e se terminando no encontro da BR-040 com a BR-356, no bairro Olhos d'Água (Região Oeste).
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O objetivo principal dessa via é permitir que veículos atravessem a capital sem passarem pelo Centro, da mesma forma que também permite que um habitante do sul chegue mais facilmente do oeste ao norte da cidade, e vice-versa.
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O Anel cruza algumas das principais vias da cidade, pela ordem: Linha Verde / Cristiano Machado, Antônio Carlos, Catalão, Pedro II, Via Expressa e Avenida Amazonas. A BR-040 adentra a região metropolitana oriunda de Brasília via bairro Califórnia, a noroeste do centro de Belo Horizonte.
Foto: Reprodução
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O trecho que corresponde a justaposição da BR-262 e da BR-381 segue até a confluência com a BR-040 e com a Avenida Verador Cicero Idelfonso, próximo ao Alto dos Pinheiros. A partir dali a rodovia, correspondendo agora à confluência das 3 BRs, segue até o cruzamento com a Avenida Amazonas, ponto a partir do qual a BR-040 segue sozinha até o fim do Anel.
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Muitas pessoas chamam o anel somente de BR-262, sendo a referência visível até mesmo em endereços de fabricas próximo ao Olhos d'Água, mesmo em trecho já desvinculado da BR-381 e da BR-262 propriamente dita, que segue justaposta à BR-381 em direção ao bairro Cidade Industrial em Contagem, vindo essas a se desvencilharem somente em viaduto bem avante, já no limite ocidental da cidade de Betim.
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O anel concentra 45,5% dos acidentes registrados pela Polícia Militar Rodoviária (PMRv) na região metropolitana em 2012, e estes são frequentes principalmente no trecho de 5 Km entre os bairros Olhos d'Água e Betânia.
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Os riscos são aumentados por um alto número de ocupações desordenadas e irregulares próximas à pista, chegando a 3 mil famílias. Obras de reforma e ampliação do anel estão há muito planejadas, mas encontram-se essas frequentemente suspensas e/ou adiadas em virtude de denúncias de irregularidades no edital e de desvio de verbas junto ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), órgão federal prioritariamente responsável pela via, além de impasses acerca da remoção das ocupações.
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Foto: Reprodução
Algumas informações: O Tempo
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