Um policial militar foi baleado na cabeça durante uma abordagem realizada contra suspeitos na noite da sexta-feira (05 de janeiro), em BH. Após os disparos, o autor fugiu do local.
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O PM foi atingido com dois tiros. Câmeras de segurança flagraram o momento dos tiros. -Veja o vídeo no final-
Segundo informações da Polícia Militar (PM), equipes do 13º Batalhão perseguiam um carro com dois homens armados pela Avenida Risoleta Neves quando o veículo atropelou um motociclista.
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Após o acidente, os suspeitos desembarcaram e correram.O sargento Roger Dias da Cunha conseguiu alcançar um dos criminosos.
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Ele deu ordem de parada diversas vezes, mas foi surpreendido pelo homem, que sacou uma arma e atirou várias vezes em direção à cabeça do policial.
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Um cabo da PM, que estava na condução de uma viatura, continuou a perseguir o suspeito, de 25 anos, que foi baleado e encaminhado para atendimento médico.
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Ele tem várias passagens pela polícia e, na data do crime, estava usufruindo do benefício de saída temporária da prisão.
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O outro suspeito, de 33 anos, conseguiu fugir, mas acabou sendo encontrado e preso horas depois. A PM montou uma grande operação para localizar o fugitivo.
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Segundo o boletim de ocorrência, houve troca de tiros entre os policiais e o criminoso. Ele foi baleado e localizado com a ajuda de cães da corporação em uma mata.
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O sargento foi socorrido e levado inicialmente para o Hospital Risoleta Tolentino Neves, na Região de Venda Nova. Depois, foi transferido para o Hospital João XXIII, na Região Centro-Sul da capital.
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Na manhã deste sábado (6), o estado de saúde de Roger Dias da Cunha era gravíssimo. Ele tem 10 anos de experiência na PM e é pai de um bebê recém-nascido.
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Em nota, a Polícia Civil afirmou que "requisitou a presença da perícia oficial ao local para realizar os trabalhos de praxe e coletar elementos que irão subsidiar a investigação".
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Indignado com tal ocorrido, Pedro Aihara - Deputado Federal por MG - faz postagem em seu Instagram:
“1 - Meu respeito, tristeza, sentimentos e continência ao militar e sua família, pelo cumprimento do juramento mesmo com o sacrifício da própria vida.”
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"2 - Saidinha tem que acabar. Já existe projeto aprovado na Câmara e emperrado no Senado por falta de culhão e de compromisso de alguns senadores com os servidores da segurança pública e com a própria sociedade. Toda semana eu e outros estamos na Comissão de Seg.
Pública cobrando isso, mas depende do Senado."
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"3 - Se fosse o contrário (bandido alvejado), já existiriam notas de repúdio de mil conselhos, ordens, fóruns, ONGs e etc.
Policial no Brasil vale menos que bandido e a sociedade não se escandaliza mais quando é PM que morre.
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Existe uma ideia ridícula como se morrer fizesse parte do escopo de trabalho dos servidores da segurança pública. Ninguém sai pra trabalhar para não voltar, até porque todo mundo tem família e ninguém aqui é super-herói."
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"4 - Toda vida tem valor (acredito nisso não só pelas minhas convicções jurídicas mas também cristãs). Mas achar que a vida de um policial (servidor com poderes legitimamente atribuídos pelo Estado e em cumprimento de seu dever legal) está no mesmo patamar da vida de um marginal que deliberadamente atira para matar esse servidor é uma hipocrisia gigantesca, embora tenha muita gente que viva no mundo de Alice.
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Não sou a favor de nenhum tipo de violência ou abuso, mas fato é que hoje o policial deixa de repelir legitimamente injustas agressões porque qualquer disparo que ele realiza já é uma condenação social. Quando a sociedade não reconhece aqueles que a protegem, todo mundo ajuda a puxar o gatilho (contra o policial)."
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"5 - Desconheço outras profissões (que não da Segurança Pública) que tantas vezes o profissional saia pra trabalhar e não volte porque morreu em serviço.
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Lembrete importante para os hipócritas que adoram expressar seu luto mas são os primeiros a dizer que "esse pessoal tem muito privilégio", "aposentam cedo" e etc. Mais um que deu a própria vida em serviço pra ganhar 6 ou 7 mil líquidos por mês."
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"6 - Por fim, diante de tanto absurdo acontecendo, vejo um triste fenômeno que comprova a desvalorização da Segurança Pública no Brasil: praticamente todos meus amigos e companheiros de tropa querem que os próprios filhos sigam para outras carreiras, mas que não sigam os passos dos pais. "Não vale a pena" é o que mais tenho ouvido."
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"7 - Falando em filho, o Sgt Dias deixa um filho recém-nascido de dez meses orfão.
Um filho. De dez meses. Orfão."
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"Um país que mata seus heróis e libera seus bandidos, diante de uma sociedade inerte e uma mídia silenciosa, é um país que carece de transformações URGENTES."

Pedro Aihara - Deputado Federal por Minas Gerais
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Veja os vídeos:
Vídeo: Reprodução Redes Sociais
Algumas informações: CNN Brasil / Redes Sociais do Deputado Federal Pedro Aihara
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