Por: Cerqueiras Portal de Notícias

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Entenda: Manteiga é mais saudável do que Margarina?

Uma tem origem em gordura animal, enquanto a outra é composta por gordura vegetal. Descubra qual a melhor opção de consumo.

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Uma das primeiras mudanças na rotina alimentar de quem busca ter uma dieta mais saudável é substituir a manteiga pela margarina. Isso porque é comum acreditar que a primeira opção é melhor para a saúde. No entanto, antes de definir exatamente qual é a mais indicada, é preciso entender as diferenças entre os dois produtos.

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Segundo a nutricionista e diretora técnica na rede Emagrecentro, Sylvia Ramuth, apesar das duas opções serem comuns na cozinha, ambas apresentam diferenças significativas em sua composição, sabor e processamento. 

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“A manteiga é feita principalmente de gordura do leite, enquanto a margarina é feita de óleos vegetais, geralmente de fontes como a soja, canola e girassol ou até mesmo uma mistura desses óleos hidrogenados para solidificar a uma temperatura ambiente”, explica.


Ou seja, enquanto a manteiga tem origem na gordura animal, a margarina é proveniente da gordura vegetal. Isso por si só, no entanto, ainda não esclarece o potencial dos produtos à saúde. 

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Vale destacar que a margarina é um alimento ultraprocessado. “Ela é produzida por meio do processo de hidrogenação, que cria gorduras trans artificiais e aumenta o prazo de validade e a durabilidade da margarina. Quanto mais sólida for a consistência da margarina, maior será o percentual de gordura trans”, revela a nutricionista.

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Afinal, qual é mais saudável?


Conforme Sylvia, nas décadas anteriores, a opinião científica era de que a manteiga tinha um elevado teor de gordura e, portanto, era prejudicial à saúde. Foi neste contexto que a margarina surgiu como uma alternativa mais saudável.

“Mais tarde, porém, especialistas perceberam que a manteiga é mais saudável do que a margarina. Isso porque esta última é fortemente processada a partir de óleo vegetal”, afirma.

Ela lembra que existe uma quantidade recomendada de consumo de gorduras, incluindo as provenientes de fontes como a margarina e a manteiga. 

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“As diretrizes alimentares variam de acordo com as autoridades de saúde e as necessidades individuais. Contudo, geralmente as recomendações se baseiam em um consumo moderado de gorduras, priorizando as gorduras insaturadas e evitando as gorduras trans”, aponta.

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Manteiga ou margarina: como escolher


Embora a manteiga já tenha sido a “vilã” por conter gordura saturada, Sylvia aponta que ela é um produto muito mais natural para o nosso corpo do que a margarina. 

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Irmãos Gonçalves

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“Portanto, trata-se de uma opção mais interessante para o consumo, principalmente por a manteiga, que é um produto lácteo obtido após a separação da nata do leite, apresentar em sua composição proteínas, cálcio e fósforo com algumas vitaminas essenciais solúveis em gordura, como vitaminas A, D e E”, diz a profissional.

Já no quesito sabor, a manteiga tende a se destacar por apresentar um sabor mais rico, enquanto a margarina tende a ser mais neutra, principalmente nas versões sem sal.

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Leia Mais: Qual a manteiga ideal para ter em casa?

Manteiga lembra pão quentinho acompanhado daquele cheiro inconfundível de café passado no coador. E quem também já não comeu pipoca com manteiga no cinema?

Muito admirada pelos brasileiros, ela também é um ingrediente essencial para diversas receitas deliciosas, como massas, doces, bolos e empadões. Mas você consegue reconhecer uma boa manteiga? Sabe qual a ideal para você ter em casa?
 

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Neste artigo, explicamos como a manteiga é fabricada e comentamos sobre os tipos existentes no mercado. Também esclarecemos algumas dúvidas que giram em torno deste produto e ajudamos você a saber qual delas combina mais com seu gosto.

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Como a manteiga é produzida?


A manteiga, propriamente dita, é aquela de origem animal, produzida a partir da gordura do leite (a nata) batida. O resultado é uma massa pasteurizada pronta para o consumo e rica em gordura (a regulamentação exige o mínimo de 80%).

Existem vários tipos do produto, criados a partir de modificações pontuais no modo de fabricação (a maneira como é aquecida, por exemplo).

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Porém, de modo geral, a EMBRAPA considera como manteiga o produto que passa pelas seguintes etapas de elaboração:

Preparo do creme: essa etapa é a responsável por separar a gordura do leite e é formada, principalmente, pelo processo de desnate. Isso pode ser feito naturalmente, deixando o líquido em repouso por 24 horas, ou mecanicamente por meio de centrífugas. Depois disso, o produto é filtrado;

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Tratamento do creme: para garantir a conservação da manteiga, o creme passa pelos processos de padronização, neutralização, pasteurização, resfriamento e maturação. É nessa etapa que água ou leite desnatado é adicionado ao creme e também sua acidez é regulada;

Batedura: o creme é resfriado e levado a uma batedeira com temperatura entre 8 e 13ºC. É aqui que os grãos da manteiga são formados;
 

Lavagem: é a remoção de restos do leitelho, a fase líquida da gordura;

Malaxagem: a massa da manteiga é amassada até chegar à consistência que você conhece.


O processo opcional da salga da manteiga, em que o sal é adicionado ao produto, acontece entre a lavagem e a malaxagem.

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Uma breve história da manteiga


Segundo o escritor norte-americano especialista em história da alimentação Harold Mcgee, a manteiga existe desde o início da história dos laticínios. No início, era feita com leite de ovelha ou cabra, em uma época em que não existia ainda o costume de domesticar vacas. 

A Península Escandinava, na Europa, é historicamente conhecida por sua tradicional comercialização de manteiga, que data do século 12. Entre os séculos 11 e 14, povos europeus que moravam em regiões pantanosas armazenavam o produto em barris, chamados de firkins, e enterravam eles sob a turfa para conservar a manteiga. 

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Durante a Idade Média, era um alimento consumido principalmente pelos camponeses. Aos poucos ela foi invadindo as cozinhas dos nobres, principalmente após o século 16, quando a Igreja Católica permitiu que a manteiga fosse o único alimento de origem animal a ser consumido durante a Quaresma.

A decisão partiu do cardeal Georges d’Amboise em uma época em que óleos utilizados para iluminação eram escassos e a manteiga passou a substituí-los como combustível. 

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Mundo das Utilidades

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Pouco tempo depois, os ingleses passaram a ser conhecidos por servirem carnes e legumes banhados em manteiga. Chefs de cozinha europeus logo começaram a explorá-la como ingrediente em molhos e para confeitaria.

Por volta de 1870, em um período de escassez de manteiga na França, a margarina foi inventada misturando gordura animal barata e gordura vegetal.

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Foi também nas últimas décadas do século 19 que surgiram as primeiras fábricas de manteiga – até então produzida manualmente em fazendas. O que permitiu o avanço da industrialização desse produto foi a criação da centrífuga, máquina que separa mecanicamente a gordura do leite.

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Em 1920, o especialista em laticínios suíço Otto Hunziker publicou um texto com instruções para a fabricação da manteiga que serviria como base para a indústria padronizar a produção.

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Durante o século 20, o consumo da manteiga foi superado pelo da margarina em diversos países do mundo, como os Estados Unidos, e isso continua até hoje. Isso se deve ao custo da margarina, normalmente mais econômica, e uma impressão coletiva (não necessariamente correta) de que ela é mais saudável.

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Como reconhecer uma boa manteiga?


É possível reconhecer a qualidade de uma manteiga prestando atenção em algumas de suas características.  Confira:

ela deve ser firme e consistente quando refrigerada e pastosa em uma temperatura de 20ºC;
sua textura ideal é lisa e uniforme (sem irregularidades);
é untuosa (oleosa);

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a coloração pode ir do branco amarelado ao amarelo, dependendo da alimentação das vacas que produziram o leite;
não deve apresentar manchas ou pontos de coloração diferentes da cor original;
seu sabor é suave, característico, de aroma delicado e sem odor.


Comece a testar as manteigas que compra para saber se o seu dinheiro está sendo bem investido.

Algumas Informações: Portal Saúde em Dia / Radar Proteste


 

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