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Caso de Coqueluche em Bebê é Confirmado em Visconde do Rio Branco

A Secretaria Municipal de Saúde de Visconde do Rio Branco confirmou, na segunda-feira (15 de outubro), um caso de coqueluche.

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Trata-se de um bebê, do sexo feminino, de um mês de idade, que foi atendido no Hospital São João Batista no dia 9/10 por um pediatra, que suspeitou da doença e procedeu com a internação. O bebê já recebeu alta hospitalar e apresenta boa evolução, prosseguindo com cuidados em casa.

Foto: Reprodução

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A Secretaria recomenda atenção em relação à vacinação e ao protocolo sanitário para doenças respiratórias, observando medidas como uso de máscaras por pessoas com sintomas respiratórios, higienização das mãos, arejar ambientes e evitar aglomerações. 

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A recomendação para quem pretende visitar bebês é que em caso de sintomas respiratórios, o ideal é adiar a visita.

É importante reforçar que a medida mais eficaz para a prevenção à doença é a vacinação. Todas as gestantes devem se vacinar. O número de doses dependerá da sua situação vacinal. 

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Em crianças menores de um ano, devem ser aplicadas três doses da vacina pentavalente, que imuniza contra difteria, tétano, coqueluche, haemophilus influenzae do tipo b e hepatite B, administrada aos dois, quatro e seis meses de vida.

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Aos 15 meses e aos quatro anos de idade, são realizados os reforços contra a doença com vacina DTP, que é indicada para prevenir a difteria, o tétano e a coqueluche (ou pertussis). A vacina contra a coqueluche está disponível nas nove unidades de saúde de Visconde do Rio Branco.

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Em consonância com o Ministério da Saúde, em caráter excepcional, a Secretaria segue a indicação da vacina dTpa (vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (acelular) tipo adulto, para os trabalhadores da saúde que atuam nos serviços de saúde públicos e privados, ambulatorial e hospitalar, em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) neonatal convencional, UCI Canguru, e em berçários (baixo, médio e alto risco) como complemento ao esquema vacinal da dT.

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Aumento de casos de coqueluche em Minas Gerais alerta para risco de surto

Minas Gerais enfrenta um aumento preocupante de casos de coqueluche, com 26 novas infecções confirmadas em apenas quatro dias, de acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG).

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Irmãos Gonçalves

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Este aumento significativo ocorre em meio a preocupações sobre um possível surto da doença, que já causou a morte de dois pacientes no país, incluindo um bebê de dois meses em Poços de Caldas.

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A coqueluche, uma doença respiratória altamente contagiosa, pode ser prevenida pela vacinação, disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

No entanto, a cobertura vacinal tem sido insuficiente, com a vacina pentavalente, que também protege contra difteria, tétano e hepatite B, sendo aplicada em apenas 71,09% da população, bem abaixo da meta de 95%.

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Em âmbito nacional, o Ministério da Saúde registrou 608 casos confirmados de coqueluche até 26 de julho de 2024, mais que o dobro dos casos reportados em 2023.

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O aumento das infecções levanta preocupações sobre uma possível subnotificação, já que os sintomas da coqueluche podem ser facilmente confundidos com outras doenças respiratórias, como a pneumonia.

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A situação é agravada pelo fato de que o inverno e o tempo seco favorecem a transmissão da doença. A vigilância epidemiológica está sendo reforçada para acompanhar os novos casos e evitar a propagação do surto.

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W Aluminium

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Autoridades de saúde alertam que o avanço da coqueluche não é um fenômeno isolado no Brasil, com aumentos significativos também registrados na Europa, Ásia e América do Sul, como na Bolívia.

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A última grande epidemia de coqueluche no Brasil ocorreu em 2014, e desde então, o número de casos havia diminuído, até o recente ressurgimento.

Foto: Reprodução

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Mundo das Utilidades

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Quais são os sintomas?

Os sintomas da coqueluche geralmente começam como um resfriado comum, com coriza, tosse e febre baixa. No entanto, após uma ou duas semanas, a tosse piora e se torna mais frequente, podendo levar a acessos de tosse violentos e prolongados.

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Outros sintomas comuns incluem fadiga, perda de apetite e episódios de apneia, especialmente em bebês. Em casos graves, a coqueluche pode levar a complicações como pneumonia, convulsões e danos cerebrais.

Não deixe de conferir nosso guia essencial sobre febre infantil e saiba exatamente quando procurar ajuda para garantir o bem-estar do seu filho.

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BibiCar

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Como é a transmissão da coqueluche em crianças?

A transmissão da coqueluche em crianças ocorre principalmente por meio do contato direto com uma pessoa infectada. A bactéria Bordetella pertussis, responsável pela doença, é transmitida por meio de gotículas respiratórias liberadas quando a pessoa infectada tosse, espirra ou fala.

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Em regra, o período de exposição da doença varia de 7 a 10 dias, podendo, em alguns casos, estender-se por até 21 dias.

Em ambientes fechados, como escolas e creches, a transmissão da coqueluche em crianças pode ser facilitada devido à proximidade entre os alunos e a falta de ventilação adequada. Por isso, as medidas preventivas e de vigilância são fundamentais.

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Por que os bebês são mais suscetíveis ao coqueluche?

Os bebês são os mais vulneráveis ao coqueluche devido à sua imunidade limitada e à fragilidade de suas vias respiratórias. As medidas de prevenção são fundamentais para proteger os bebês contra essa doença potencialmente perigosa.

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Como é feito o tratamento?

Para combater a infecção em sua fase inicial é indicado o uso de antibióticos receitados pelo médico, além de antitérmicos para aliviar os sintomas de dores e febre.

Contudo, é importante procurar uma unidade de saúde para receber o diagnóstico e receber o tratamento adequado.

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Irmãos Gonçalves

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Foto: Reprodução

Prevenção da coqueluche

De acordo com o Manual MSD, a maneira mais eficaz de prevenir a coqueluche é através da vacinação. A vacina contra a coqueluche é geralmente administrada como parte do esquema de vacinação infantil, sendo incluída na tríplice acelular (DTPa), que protege contra difteria, tétano e coqueluche.

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É importante garantir que as crianças recebam todas as doses recomendadas, de acordo com o calendário de vacinação do país, dessa forma, as chances de contraírem a doença são reduzidas.

Além disso, medidas de higiene e precauções também desempenham um papel importante na prevenção dessa infecção. Lavar as mãos regularmente, cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar, e evitar o contato próximo com pessoas doentes são formas simples, mas eficazes, de reduzir o risco de contrair e transmitir a doença.

Algumas informações: Guia Miraí / JF Informa


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