Por: Cerqueiras Publicidades

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Ônibus da UFJF param de circular por tempo indeterminado e greve avança

Os ônibus internos da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) pararam de circular na quarta-feira (03 de abril) por tempo indeterminado, como efeito do movimento grevista dos técnicos administrativos em educação (TAEs) da instituição. Desde 11 de março, esses trabalhadores suspenderam suas atividades, e a greve segue avançando.

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Diante desse cenário, a comunidade universitária, que precisa se locomover dentro do campus, não poderá fazer isso utilizando os ônibus gratuitos da instituição, já que os coletivos estão lacrados. O movimento de greve da categoria ocorre principalmente pela reestruturação da carreira dos funcionários e pelo reajuste salarial.

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De acordo com nota divulgada pela universidade, a administração central da instituição está trabalhando junto ao comando de greve “para que a situação seja resolvida o mais breve”.

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Paralisação do RU é ‘fake news’, diz coordenador

Circulou em grupos de WhatsApp na manhã desta quarta um comunicado atribuído aos TAEs de que estaria no horizonte a paralisação do restaurante universitário na próxima semana. 

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O coordenador geral do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino no Município de Juiz de Fora (Sintufejuf), Flávio Sereno, negou a existência de tal plano: “Nós não emitimos nenhuma nota. Isso é uma fake news que rodou em grupos de WhatsApp e não tem nada a ver com a greve”.

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Greve dos docentes

No mês passado, os professores da UFJF aprovaram indicativo de greve, que pode ser deflagrada a partir do dia 15. Na próxima terça-feira (09 de abril), às 19h, será realizada assembleia para deliberar sobre o movimento paredista de professores da UFJF e do IF Sudeste.

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Nela, será decidido se a classe docente das instituições irá, de fato, aderir à greve. A reunião será realizada no Anfiteatro de Estudos Sociais da UFJF em Juiz de Fora e, também, na sede da Liga Operária em Governador Valadares.

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Entenda o caso da Greve nas Instituições Federais de Ensino

TAE’s (Técnicos Adimistrativos em Educação) da UFJF e do IF Sudeste anunciam greve

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Irmãos Gonçalves

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Na segunda-feira (11 de março), entraram em greve os servidores Técnico-Administrativo em Educação (TAEs) dos dois campi da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), bem como do Instituto Federal (IF) dos campi de Juiz de Fora e de Santos Dumont. Os serviços foram interrompidos e não há previsão de prazo para o retorno das atividades.

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A informação é do coordenador do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação (Sintufejuf), Flávio Sereno, que aponta uma fissura no que tange a reestruturação da carreira dos servidores. Segundo ele, a intenção da manifestação é que o Governo federal “negocie a valorização dos trabalhadores da educação”.

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“A greve é para tentar pressionar o Governo para termos uma resposta e conseguirmos negociar. Foi inevitável caminharmos para o movimento. Há um fenômeno muito forte de evasão de TAEs: as pessoas estão entrando e saindo da categoria, pela defasagem salarial de muito tempo e carreira desatualizada (desde 2005). Se conversar com gestores, eles concordam que a pauta é justa, já que ninguém para mais na carreira; a usam de passagem para o setor privado ou outra categoria do serviço público”, afirma Sereno.

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De acordo com Sereno, em outubro foi enviada uma proposta dos TAE’s para o Governo e, em fevereiro, um grupo de trabalho para estudar a sugestão foi criado, com o prazo de 30 dias para conclusão dos trabalhos. Contudo, não houve retorno ou proposição de data para uma reunião. Nesse sentido, a greve seria também pela falta de respostas.

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“O Governo negocia com servidores públicos do Poder Executivo federal em ‘mesas de negociação’. São duas diferentes: uma com todas as categorias ao mesmo tempo, em que se debate o índice do reajuste salarial para todo o funcionalismo; a outra é específica da nossa carreira de TAE, onde o assunto é a reestruturação do plano de carreira”, explica.

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“Fomos o terceiro lugar na plataforma ‘Brasil Participativo’, que o Governo criou para ouvir a sociedade em suas prioridades de investimento. Porém, até o momento, não foi apresentada nenhuma proposta que traduza isso em realidade”, argumenta o coordenador do Sintufejuf.

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W Aluminium

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Paralização em todo o Brasil

Greve deve paralisar 230 colégios e institutos federais de 18 estados

Sindicato dos professores e servidores técnicos aprovou paralisação há uma semana por reajuste salarial

Foto: Agência Brasil

Uma greve de professores e servidores deve paralisar as atividades de cerca de 230 instituições da rede de ensino federal. A paralisação foi definida em assembleia plena do Sindicato Nacional dos Servidores da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) há uma semana e tende a afetar o funcionamento de escolas e institutos federais em 18 estados.

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Dentre as instituições afetadas estão o Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro; o Instituto Nacional de Educação de Surdos; o Instituto Benjamin Constant; colégios e escolas federais vinculadas ao Ministério da Defesa; além de toda rede de institutos federais, que oferecem aulas gratuitas do ensino médio, ensino técnico e até ensino superior.

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Mundo das Utilidades

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Os servidores estão mobilizados por, basicamente, quatro pautas: reposição de perdas salariais acumuladas durante os governos dos presidentes Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL), reestruturação dos planos de carreiras, mais investimentos nas instituições e realização de um concurso para contratação de mais trabalhadores.

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Essas reivindicações, aliás, são comuns de outros grupos de servidores que trabalham na rede federal de ensino. Junto com técnicos e professores da universidades federais, os professores e técnicos dos colégios e institutos federais prometem realizar uma greve geral a partir do dia 15 de abril.

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BibiCar

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Os servidores técnicos administrativos (TAEs) das universidades já estão em greve desde o último dia 11. A mobilização é organizada pela Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra) e afeta pelo menos 30 universidades.

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Já os professores das universidades federais, representados pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), estão preparando uma greve a partir do dia 15. Se essa paralisação se confirmar, as atividades em todo o sistema federal de ensino poderiam ser afetadas.

Trabalhadores na ativa e aposentados dessas instituições somam cerca de 400 mil pessoas. Correspondem, portanto, a cerca de um terço de todo efetivo de servidores federais, considerando os ativos e os aposentados.

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Mobilização geral

O Fórum das Entidades Nacionais de Servidores Públicos Federais (Fonasefe) promoveu uma mobilização nacional de funcionários públicos federais em diferentes locais para pressionar o governo por reajustes. Foi realizado um ato em frente ao Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI).

A mobilização foi convocada em resposta à proposta do governo de não conceder nenhum reajuste salarial aos servidores federais em 2024.

Procurado pela reportagem, o Ministério da Educação não se pronunciou sobre as greves.

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Irmãos Gonçalves

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Já o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos informou que, em 2023, além dos 9% de reajuste salarial, concedeu aumento de 43,6% no auxílio alimentação dos servidores. Esse foi o primeiro acordo para reajustes fechado entre o governo e servidores em oito anos.

O órgão acrescentou que, especificamente para a carreira de técnicos-administrativos educacionais, os Ministérios da Gestão e o da Educação criaram um Grupo de Trabalho (GT) para tratar da reestruturação do plano de carreiras. O relatório final do GT foi entregue na quarta-feira (27 de março) à ministra Esther Dweck e servirá como insumo para a proposta do governo para o assunto, que será apresentada na mesa de negociação que o poder público mantém com os servidores.

Algumas informações: Tribuna de Minas / Carta Capital / Brasil de Fato


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