Entre as reivindicações, categoria pede recomposição salarial dos docentes e aumento salarial do corpo técnico-administrativo.
Professores da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) entraram em greve por tempo indeterminado a partir da quinta-feira (02 de maio).
O movimento afeta todas as unidades do estado, incluindo as unidades de:
- Abaeté,
- Araguari,
- Barbacena,
- Carangola,
- Cláudio,
- Divinópolis,
- Frutal,
- Ituiutaba,
- Leopoldina e
- Ubá.

UEMG Leopoldina. Foto: Reprodução Redes Sociais
Segundo a Associação dos Docentes da Universidade do Estado de Minas Gerais (Aduemg), a greve foi aprovada em assembleia na segunda-feira (29 de abril) "devido à intransigência do governo em negociar e atender as reivindicações da categoria".
Ainda conforme a Aduemg, os professores, através do sindicato, tentam um acordo por melhores condições de trabalho, tais como:
1 - o cumprimento do acordo de greve firmado em 2018 e nunca implementado;
2 - cumprimento da Constituição Mineira sobre o orçamento das universidades do Estado;
3 - o aumento do orçamento para a universidade;
4 - a recomposição salarial dos docentes, o aumento salarial do corpo técnico-administrativo;
5 - a realização de concursos públicos;
6 - defesa da autonomia universitária;
7 - integralidade dos salários em casos de licença e pela ampliação das políticas de permanência e assistência estudantil.
A Secretaria de Estado de Educação (SEE-MG) ainda não se pronunciou sobre o assunto.
Algumas informações: TV Integração
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