Por: Cerqueiras Publicidades

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Apagão cibernético global: apps de bancos brasileiros apresentam falhas e voos são atrasados

Um apagão cibernético está provocando atrasos em voos, além de prejudicar serviços bancários e de comunicação ao redor do mundo, na sexta-feira (19 de julho).

Diversos países relataram problemas técnicos que afetaram redes de televisão nacionais, aeroportos internacionais, operadoras ferroviárias, bolsas de valores e outros serviços. Não há indícios de que o apagão esteja relacionado a um ataque hacker.

A queda dos sistemas foi aparentemente causada por uma atualização da empresa de cibersegurança CrowdStrike, segundo funcionários da Microsoft e profissionais de tecnologia externos ouvidos pela Dow Jones Newswires.

A CrowdStrike é uma empresa de segurança cibernética cujo software é usado por dezenas de indústrias ao redor do mundo para proteger contra hackers e violações externas. Uma atualização de software emitida pela CrowdStrike estaria na raiz do problema, resultando em travamentos de máquinas que executam o sistema operacional Microsoft Windows.

Aeroportos pelo mundo tiveram voos interrompidos. Foto: Reprodução Redes Sociais

 

Em comunicado, a empresa americana Microsoft afirmou que está adotando medidas para solucionar a situação.

O CEO da CrowdStrike, George Kurtz, postou na plataforma de mídia social X que a empresa “está trabalhando ativamente com os clientes afetados por um defeito encontrado em uma única atualização de conteúdo para hosts do Windows”.

“Isso não é um incidente de segurança ou ciberataque. O problema foi identificado, isolado e uma correção foi implementada”, disse Kurtz.

No pré-mercado de Nova York, a ação da CrowdStrike tinha queda de 14,2% às 7h48 (de Brasília), enquanto a da Microsoft caía 2%.

Foto: Reprodução Redes Sociais

 

Apagão gera falhas em apps de bancos brasileiros

Ao menos quatro aplicativos de bancos brasileiros apresentam falhas na manhã desta sexta, mas ainda não se sabe se as falhas nos bancos do País têm relação com este evento.

Relatos compilados pela plataforma Downdetector, que reúne notificações de usuários, dão conta de problemas no acesso dos aplicativos do Bradesco e de sua marca digital Next, do Banco Pan e do Neon. As notificações ganharam tração após às 6h (de Brasília), horário em que os relatos sobre o apagão global começaram.

O Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, procurou os bancos mencionados, mas ainda não houve retorno. Aplicativos de outras instituições seguiam funcionando normalmente nesta manhã.

Foto: Reprodução Redes Sociais

 

CEO da CrowdStrike desculpas pela pane em uma atualização de software da empresa que resultou em um apagão global

George Kurtz, presidente e CEO da CrowdStrike, veio a público pedir desculpas pela pane em uma atualização de software da empresa que resultou em um apagão global, interrompendo sistemas e causando transtornos em diversos países na sexta-feira (19 de julho).

O CEO esclareceu que a pane foi causada por um “defeito na atualização de conteúdo” da plataforma Falcon, e não por um ataque cibernético. No X, Kurtz afirmou que “CrowdStrike está trabalhando ativamente com seus clientes para resolver um defeito encontrado numa única atualização para servidores Windows.”

Foto: Reprodução Redes Sociais

O apagão cibernético afetou serviços em vários países do mundo, incluindo o Brasil, como aeroportos, telecomunicações e finanças.

“Lamentamos profundamente o impacto que causamos aos clientes, aos viajantes e a qualquer pessoa afetada, incluindo nas nossas empresas. Sabemos qual é o problema e o resolvemos. Pode levar algum tempo para que alguns sistemas se recuperem, mas é nossa missão garantir que todos os (serviços para os) clientes sejam totalmente recuperados”, disse George Kurtz.

George Kurtz é o CEO e cofundador da CrowdStrike, uma empresa de cibersegurança fundada em 2011. Kurtz é reconhecido como um especialista em segurança cibernética, com uma longa carreira na área.

Antes de fundar a CrowdStrike, ele foi CTO e vice-presidente executivo da McAfee, onde liderou a estratégia tecnológica da empresa.

Kurtz também é autor de livros sobre segurança cibernética e frequentemente participa de conferências e eventos da indústria, compartilhando seu conhecimento e experiência sobre ameaças digitais e proteção cibernética.

Algumas informações: Tribuna de Minas


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