Por: Cerqueiras Notícias

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Médico cura surdez com primeiro transplante de ouvido

Mashudu Tshifularo é um educador e otorrinolaringologista sul-africano, especialista em medicina que liderou a primeira equipa a usar ossos impressos em 3D para implantes reconstrutivos do ouvido médio, proporcionando uma cura para diferentes tipos de surdez.

Tshifularo fez história ao criar implantes que substituem os ossículos: martelo, bigorna e estribo durante a cirurgia reconstrutiva do ouvido médio, ou timpanoplastia, que são mais acessíveis em comparação aos implantes tradicionais de titânio.

 

O especialista realizou o primeiro transplante em 2019, no Hospital Acadêmico Steve Biko em Pretória, que durou aproximadamente 2 horas. O paciente que foi submetido ao transplante bem-sucedido era um homem de 35 anos que perdeu a audição devido a um acidente de carro que danificou gravemente o interior da orelha.

Mashudu é chefe do Departamento de Cirurgia de Otorrinolaringologia, Cabeça e Pescoço do Departamento de Otorrinolaringologia da Universidade de Pretória.Um processo cirúrgico pioneiro no mundo permitiu que um homem de 35 anos voltasse a ouvir após perder a audição em um acidente quase fatal.

 

A solução encontrada pela equipe do médico sul-africano Mashudu Tshifularo foi o transplante de ouvido.Para a realização do procedimento, o médico usou a tecnologia de impressoras 3D para reconstruir os ossos do ouvido quebrados no trauma. Foram recriados a bigorna, o martelo, o estribo e os ossículos, que compõem a parte interna.

 

 

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“Ao substituir apenas os ossículos que não estão funcionando adequadamente, o procedimento acarreta riscos significativamente menores do que as próteses conhecidas e seus procedimentos cirúrgicos associados. Nós usamos titânio para este procedimento, que é biocompatível”, explicou Tshifularo, que é professor e chefe do Departamento de Otorrinolaringologia da Universidade de Pretória.

 

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Após o resultado bem-sucedido, a cirurgia vem sendo apontada como uma solução de longo prazo para a perda auditiva condutiva, um problema no ouvido médio causado por defeitos congênitos, infecção, trauma ou doenças metabólicas. Além disso, a cirurgia pode ser realizada em pessoas de qualquer idade, incluindo recém-nascidos.

 

O professor Thifularo passou os últimos dez anos estudando a perda auditiva condutiva e, nos últimos dois anos, começou a investigar o uso da tecnologia de impressão 3D. “A tecnologia 3D nos permite fazer coisas que nunca pensamos que poderíamos fazer, mas eu preciso de patrocinadores e financiamento para fazer esta invenção decolar”, diz.

De acordo com o Instituto Sul-Africano de Audição, a audição declina naturalmente a partir dos 30 ou 40 anos. A perda auditiva pode ser atribuída a muitos fatores: envelhecimento, doenças, infecções e traumas.


Algumas informações: Catraca Livre.


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