Francisco Wanderley Luiz, 59, foi candidato a vereador pelo PL. Tiu França, como era conhecido, atacava políticos de esquerda nas redes
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O homem que causou explosões na frente do Supremo Tribunal Federal (STF), na noite da quarta-feira (13 de novembro), é Francisco Wanderley Luiz, 59 anos. Ele morreu durante o ocorrido.
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Francisco Wanderley Luiz usava o codinome Tiu França nas redes sociais. Ele morava em Rio do Sul (SC) e foi candidato a vereador pelo município catarinense em 2020. Com 98 votos, não conseguiu se eleger.
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Nas redes sociais, Francisco escreveu mensagens sugerindo um ataque com bombas contra alvos políticos que ele chama de “comunistas de merda”.
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Foto: Reprodução
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O corpo de Francisco ficou completamente desfigurado. O lado direito da cabeça e a mão direita do homem parecem ter sido atingidos pela explosão. Restos mortais dele foram arremessados a metros do corpo.
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Ele chegou a divulgar prints que mandava a si próprio com várias ameaças. “Vocês poderão comemorar a verdadeira proclamação da República”, diz uma das mensagens. No post, ele alegou que o “jogo só acaba 16/11/2024”.
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“Vamos jogar??? Polícia Federal, vocês têm 72 horas para desarmar a bomba que está na casa dos comunistas de merda: William Bonner, José Sarney, Geraldo Alckmin, Fernando Henrique Cardoso… Vocês 4 são VELHOS CEBÔSOS nojentos”, escreveu ele, em imagem publicada no Facebook.
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Cuidado ao abrir gavetas, armário, estantes, depósito de matérias etc. Início 17h48 horas do dia 13/11/2024… O jogo acaba dia 16/11/2024. Boa sorte!!!”, prosseguiu.
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Em uma outra publicação, Francisco Wanderley está dentro do plenário do STF e diz “deixaram a raposa entrar no galinheiro”, contou.

Foto: Reprodução
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Candidato a vereador
Francisco Wanderley Luiz foi candidato a vereador de Rio do Sul (SC) pelo Partido Liberal em 2020.
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Conhecido como Tiü França, Francisco é o dono do carro carregado de fogos de artifício que explodiu no estacionamento do Anexo IV da Câmara dos Deputados, na noite desta quarta-feira (13/11).
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Segundo relatos de pessoas que estavam no local, foram ouvidas fortes explosões em diferentes pontos da Praça dos Três Poderes, na Esplanada dos Ministérios.

Foto: Reprodução
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Entenda o Caso:
Uma pessoa morre após explosão no STF; carro pega fogo próximo à Câmara
Duas explosões, uma em frente ao STF (Superior Tribunal Federal) e outra próxima à Câmara dos Deputados, aconteceram no início da noite da quarta-feira (13 de novembro). Bombeiros confirmaram a morte de uma pessoa.
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O que aconteceu
Segundo primeiras informações, uma pessoa com explosivos se aproximou da entrada do STF. A explosão foi ouvida de dentro do prédio, após o fim da sessão do plenário. O prédio foi evacuado.
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Bombeiros confirmaram morte de uma pessoa em frente ao STF. Dezenas de seguranças e policiais cercaram o STF. Eles cercaram o prédio e pediram para que todas as pessoas se afastassem das janelas do edifício.
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A segunda explosão aconteceu próxima a Câmara dos Deputados. Em vídeos nas redes sociais, é possível ver um carro explodindo com fogos no estacionamento do anexo 4 da Câmara. A Praça dos Três Poderes foi isolada.
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Câmara está em votação nesse momento. PEC das igrejas está em pauta. Deputados reclamaram que a sessão do plenário continua apesar da "banalização da violência e dos ataques de 8 de Janeiro".
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Foto: Reprodução Redes Sociais
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Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) está presidindo a sessão. "Estou aguardando o chefe da segurança da Câmara dos Deputados. Assim que ele me passar a recomendação, seguiremos a orientação dele", disse, após pedido de deputados de encerrar a sessão.
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O STF divulgou uma nota dizendo que "ministros foram retirados do prédio em segurança". "Ao final da sessão do STF desta quarta-feira (13), dois fortes estrondos foram ouvidos e os ministros foram retirados do prédio em segurança. Os servidores e colaboradores do edifício-sede foram retirados por medida de cautela. Mais informações sobre as investigações devem aguardar o desenrolar dos fatos. A Segurança do STF colabora com as autoridades policiais do DF", diz a nota.
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Sessão do STF de hoje era sobre operações policiais nas favelas do Rio. A sessão contou com autoridades e representantes da sociedade civil. Por conta disso, o plenário estava mais cheio do que o normal — na hora das explosões, muitas delas ainda estavam no prédio. O tema ainda será julgado pelo STF.
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Veja os vídeos:
Vídeo: Reprodução Redes Sociais
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Vídeo: Reprodução Redes Sociais
Algumas informações: Universo On Line / Metrópoles
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