Comissão processante terá prazo inicial de 30 dias para apurar conduta de servidor(a) na Unidade de Acolhimento do município.
O Prefeito de Leopoldina, Pedro Augusto Junqueira Ferraz, determinou a abertura de uma sindicância administrativa para investigar possíveis irregularidades cometidas por um(a) servidor(a) público(a) no exercício de suas funções. O alvo da apuração é a "Unidade de Acolhimento Casa do Aconchego". A medida foi oficializada através da Portaria Nº 123, publicada na última quarta-feira (06 de maio).
A decisão de instaurar a comissão processante foi motivada por memorandos internos emitidos pela Secretaria Municipal de Assistência Social e pelo Departamento de Políticas de Recursos Humanos da Secretaria de Administração. O documento ressalta a necessidade de apurar os fatos respeitando os princípios constitucionais do devido processo legal, da ampla defesa e do contraditório, conforme prevê o Estatuto dos Servidores Públicos do município.
Para conduzir as investigações, a prefeitura nomeou uma comissão composta por três membros. Os trabalhos serão presididos pelo servidor Eduardo Ramos Duarte, tendo Josiane Alves Ferreira de Castro como secretária, e Cyntia Iennaco de Moraes como membro integrante.
A equipe terá um prazo inicial de 30 dias para ouvir as partes, analisar documentos e concluir a sindicância. Este período poderá ser prorrogado uma única vez, por igual período, caso haja necessidade para o aprofundamento das investigações. O nome do(a) servidor(a) investigado(a) e os detalhes das supostas irregularidades não foram divulgados na portaria.
Veja a publicação na íntegra:
Foto: Reprodução Diário Oficial dos Municípios Mineiros
Informações: Diário Oficial dos Municípios Mineiros/ Prefeitura Municipal de Leopoldina.
📝 Síntese da Matéria
🔎 Investigação Aberta: A Prefeitura de Leopoldina publicou a Portaria Nº 123 instaurando uma sindicância administrativa.
📍 O Alvo: O objetivo é apurar possíveis irregularidades praticadas por um(a) servidor(a) público(a) lotado(a) na "Unidade de Acolhimento Casa do Aconchego".
👥 Comissão Nomeada: Uma equipe de três servidores foi designada para conduzir o processo, sendo presidida por Eduardo Ramos Duarte.
⏳ Prazos e Regras: A comissão tem 30 dias para concluir os trabalhos (prorrogáveis por mais 30). A investigação garante o direito de ampla defesa e contraditório ao servidor envolvido.
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