Acusado está preso desde 2024 e é apontado pelo MPMG como chefe de esquema que usava a estrutura da Polícia Civil para extorquir e oferecer segurança privada ilegal na Zona da Mata mineira.
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Um policial civil de Ubá, na Zona da Mata mineira, foi denunciado pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) por 272 crimes de corrupção passiva. Ele já estava preso desde novembro de 2024, após ser alvo da Operação Segurança Máxima III, que investigou sua liderança em uma organização criminosa.
O MPMG acusa o policial de utilizar sua posição para cometer uma série de crimes, incluindo corrupção, peculato, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, formação de milícia privada e crimes tributários. Ele teria operado um esquema paralelo de segurança privada com apoio da estrutura da Polícia Civil.
A organização criminosa oferecia serviços de proteção ilegal, transporte de valores e cobrança de dívidas, usando viaturas, armamentos e informações policiais. Em troca, empresários e comerciantes da região pagavam propinas regularmente ao grupo.
Durante a operação, foram apreendidos diversos bens de luxo, como carros importados, motocicletas e até um avião, todos adquiridos com dinheiro ilícito, segundo o Ministério Público. O estilo de vida do policial chamou atenção dos investigadores.
A gravidade das acusações levou o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) a manter sua prisão preventiva, por unanimidade, sob o argumento de que ele representava risco à ordem pública e às investigações em andamento.
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Outra fase da investigação, a Operação Última Ratio, revelou que o policial tentou obstruir a Justiça usando técnicas de inteligência da própria polícia, buscando monitorar e atrapalhar o trabalho do MPMG e intimidar testemunhas.
O caso causou grande repercussão local e estadual. Moradores de Ubá afirmaram desconfiar das atividades do policial, mas tinham medo de denunciar. O episódio levantou questionamentos sobre a fiscalização e o controle dentro das forças policiais.
A Corregedoria da Polícia Civil e o MPMG seguem investigando o caso para identificar possíveis cúmplices. O Ministério Público afirmou que continuará combatendo a corrupção e o uso indevido do cargo público, buscando responsabilizar todos os envolvidos.
Este caso é considerado um dos mais graves já registrados na região envolvendo um agente público e destaca a necessidade de reformas nos mecanismos de controle e transparência das instituições de segurança pública em Minas Gerais e no Brasil.
Algumas Informações: MPMG
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